12 de Fevereiro de 2009 - 06h56 - Última modificação em 12 de Fevereiro de 2009 - 06h56
Otimismo marca visão do consumidor mais pobre sobre futuro
Gilberto Costa
Repórter da Agência Brasil
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Brasília - A expectativa positiva que as pessoas têm do futuro, mesmo passando por uma crise econômica, chama a atenção dos pesquisadores que avaliam o consumo popular . “O brasileiro é muito otimista. A gente sabe que não é o fim do mundo”, resume Marcelo Néri, lembrando as crises dos anos 80 e 90.
“Todo mundo vislumbra um futuro melhor para si e para seus filhos”, observa Cecília Russo, da Troiano Consultoria de Marcas. “As pessoas não imaginam que possam ficar em uma situação pior. Quanto mais recursos, há mais temor de que possa perder alguma coisa”. Cecília observa que a expectativa de mudar de vida também está por trás da decisão de comprar um computador ou tentar ingressar em uma faculdade privada.
Conforme Marcelo Esteves Alves, professor da Universidade de São Paulo (USP), que analisou questionários aplicados em quase 1.100 domicílios, o otimismo é inversamente proporcional à situação de vida. O chefe de família que tem ocupação informal acredita que seus filhos terão uma condição melhor no futuro.
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Agência Brasil - Otimismo marca visão do consumidor mais pobre sobre futuro - Direito do Consumidor
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