24 de Setembro de 2009 - 12h45 - Última modificação em 24 de Setembro de 2009 - 12h45
Miguel Jorge volta a falar que IPI começa a ser cobrado em outubro
Mariana Jungmann
Repórter da Agência Brasil
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Brasília - O ministro do Desenvolvimento e Comércio Exterior, Miguel Jorge, reafirmou hoje (24) que o governo não planeja alterar o cronograma da volta da cobrança do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), que baixou principalmente o preço dos carros zero quilômetro.
De acordo com o ministro, ainda falta muito tempo para que a alíquota completa do imposto volte a vigorar. “Eu acho que é bastante cedo porque a nossa previsão é terminar [a reintrodução da taxa] em 31 de dezembro. Como nós ainda estamos em setembro, é muito cedo”, afirmou o ministro.
Ele também garantiu que o início da cobrança está mantido para 1º de outubro, mas reconheceu que podem haver alterações durante o período de reintrodução do imposto. “Vamos acompanhar todo o processo produtivo e agiremos conforme a necessidade”, afirmou.O cronograma de volta do IPI prevê inclusão de 1,5% do imposto a partir de outubro, 3% em novembro, 5% em dezembro e 7% a partir de janeiro do próximo ano.
O ministro também disse que com a saída da crise, ele espera que a partir do ano que vem o Brasil possa “retomar os números extraordinários” das exportações do ano passado.
O ministro do Desenvolvimento e Comércio Exterior, Miguel Jorge, reafirmou hoje (24) que o governo não planeja alterar o cronograma da volta da cobrança do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), que baixou principalmente o preço dos carros zero quilômetro.
De acordo com o ministro, ainda falta muito tempo para que a alíquota completa do imposto volte a vigorar. “Eu acho que é bastante cedo porque a nossa previsão é terminar [a reintrodução da taxa] em 31 de dezembro. Como nós ainda estamos em setembro, é muito cedo”, afirmou o ministro.
Ele também garantiu que o início da cobrança está mantido para 1º de outubro, mas reconheceu que podem haver alterações durante o período de reintrodução do imposto. “Vamos acompanhar todo o processo produtivo e agiremos conforme a necessidade”, afirmou.O cronograma de volta do IPI prevê inclusão de 1,5% do imposto a partir de outubro, 3% em novembro, 5% em dezembro e 7% a partir de janeiro do próximo ano.
O ministro também disse que com a saída da crise, ele espera que a partir do ano que vem o Brasil possa “retomar os números extraordinários” das exportações do ano passado.
Edição: Tereza Barbosa![]()
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