SINOPSES - RESUMO DOS JORNAIS
06 de setembro de 2009
O Globo
Manchete: Mais da metade do cerrado brasileiro já foi desmatado
Soja, pecuária e exploração de madeira explicam desmatamento
O cerrado brasileiro já perdeu quase metade de sua cobertura florestal original, mostram dados preliminares de um estudo inédito do Ibama e do Ministério do Meio Ambiente. Uma área de quase um milhão de quilômetros quadrados foi devastada pelo avanço de plantações de soja, da pecuária e da exploração de madeira para produção de carvão para siderúrgicas, informa Catarina Alencastro. Só de 2002 a 2008, pelo menos 120 mil km² teriam sido destruídos. Principal produtor de grãos do país, o cerrado brasileiro responde por 5% da biodiversidade do planeta e é considerado a mais rica savana do mundo. É estratégico na área de abastecimento de água e energia, pois abriga nascentes das três principais bacias hidrográficas brasileiras. O Ministério do Meio Ambiente prepara um plano de preservação da região, com monitoramento periódico dos índices de desmatamento, como ocorre na Amazônia. (págs. 1 e 3)Rio tem cinco cidades sem royalties
Dos 92 municípios do Rio, só cinco não recebem royalties do petróleo: Sapucaia, Areal, Comendador Levy Gasparian, Paraíba do Sul e Três Rios, que se uniram para tentar acesso à riqueza. Já São Paulo prepara um plano para ser o principal pólo de negócios da área no país. (págs. 1, 23 e 24)Sarkozy: G-8 se abrirá para incluir o Brasil
O presidente francês, Nicolas Sarkozy, afirma, em entrevista ao Globo, que concluirá a transição do G-8 para que o grupo passe a incluir o Brasil e mais cinco países emergentes. O bloco dos países mais importantes vira G-14 em 2011, quando a França exercerá sua presidência. (págs. 1 e 34)Gás ozônio põe em risco ambiente
O Instituto Estadual do Ambiente admite que houve aumento no registro do gás ozônio na região do Polo Gás-Químico da Baixada Fluminense. Em Caxias, o poluente que, entre outros males, reduz a resistência a gripe viola 150 vezes por ano o padrão tolerado pelo homem. (págs. 1 e 14)Ciro Gomes
O deputado do PSB diz que quer disputar o Planalto e que tem mais chances de passar Dilma Rousseff do que o contrário. E adverte: Ninguém aguenta uma campanha com o PMDB. (págs. 1 e 3)Manuel Ferreira
Presidente da Galp Energia Empresa portuguesa sócia da Petrobras em campos do pré-sal -, Manuel Ferreira diz que o Brasil dará a independência na área de energia a Portugal. (págs. 1 e 25)------------------------------------------------------------------------------------
Folha de S. Paulo
Manchete: Brasil vai fechar com França maior contrato militar
Acordo, de cerca de R$ 22,5 bilhões, será assinado amanhã em Brasília por Lula e Nicolas Sarkozy
O Brasil assina amanhã com a França o maior e mais importante acordo militar de sua história recente, com 8,5 bilhões em submarinos e helicópteros. Provavelmente a conta será aumentada em breve pela aquisição de caças franceses, se depender do desejo do Ministério da Defesa. Os presidentes Lula e Nicolas Sarkozy celebram a parceria estratégica após a festa do Sete de Setembro. O valor, a ser pago em até 20 anos e equivalente a R$ 22,5 bilhões, é muito superior às compras russas feitas pela Venezuela ou aos acordos operacionais dos EUA com a Colômbia. O ministro da Defesa, Nelson Jobim, diz que a escolha faz sentido no escopo de parceria estratégica. O valor equivale a tudo o que está previsto em Orçamento para o PAC no ano. Os termos de financiamento dependem de aprovação final no Congresso. (págs. 1 e Brasil. Leia coluna de Jânio de Freitas, pág. A9)Nascimentos não repõem mais população de São Paulo
Pesquisa da Fundação Seade mostra que o número de nascimentos em São Paulo já não é suficiente para a manutenção da população da cidade sem migração. O estudo analisou os nascimentos entre 1997 (média de 2,3 filhos por mulher) e 2007 (1,9) o índice que mantém a população é 2,1. Como a migração vem caindo, é possível afirmar que a cidade estará menor nos próximos anos. (págs. 1 e C4)Desigualdades impedem que a pátria amada seja mãe gentil
Dados que ilustram a injustiça são abundantes. Frequentemente nosso presidente manifesta sua revolta diante da tragédia social que nos assola. Com tanta desigualdade, é impossível dizer: Dos filhos deste solo és mãe gentil, pátria amada, Brasil. (págs. 1 e A3)Governo de SP irá implantar fiscalização eletrônica
O governo de São Paulo vai criar um e-mail para se comunicar com as empresas, fazer notificações e até autuar. O objetivo é fornecer esse endereço eletrônico a todo o Estado em dois anos. Os fiscais deixarão de ir às ruas para entregar intimações, notificações e autos de infração e passarão a trabalhar na análise de dados para combater a sonegação. Para a Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), a inovação pode evitar processos. (págs. 1, B1 e B3)Editoriais
Leia Espaço aberto, que critica tentativas de tutelar a internet; e Parada precoce, sobre a taxa de juros básicos. (págs. 1 e A2)------------------------------------------------------------------------------------
O Estado de S. Paulo
Manchete: Governo freia concessões para infraestrutura
Licitações para energia e transporte despencam em meio a discurso estatizante e a entraves burocráticos
Após dois anos de licitações importantes nas áreas de energia, transportes e telefonia, o volume de bens e serviços transferidos pelo governo federal à iniciativa privada, por meio de concessões, despencou em 2009, informa a repórter Renée Pereira. Até a semana passada foram realizados quatro leilões, ante 20 disputas nos anos de 2007 e 2008, segundo a Associação Brasileira de Infraestrutura e Indústrias de Base. A expectativa para o segundo semestre é baixa, levando-se em conta o discurso nacionalista e estatizante do governo em relação ao petróleo. O governo afirma que fará novas licitações ainda neste ano, casos do Trem de Alta Velocidade, da hidrelétrica de Belo Monte e de trechos de rodovias federais, mas os obstáculos indicam que as concessões ficarão para a próxima administração. Além dos interesses eleitorais privatização não tem rendido votos -, especialistas dizem que as concessões atrasam por burocracia, falta de regras claras e ações judiciais. (págs. 1 e B1)Aliás Função nobre para o pré-sal
Para o economista João Paulo dos Reis Velloso, a riqueza gerada pelo petróleo deveria ser utilizada na criação de um grande projeto de desenvolvimento tecnológico e industrial. É preciso agregar valor, diz. (págs. 1 e J4)G-20 decide manter pacotes de estímulo
Reunidos em Londres, ministros das Finanças dos países que integram o G-20 concordaram ontem em manter os pacotes de estímulo econômico até que haja uma recuperação global. As nações acordaram ainda em elevar o rol dos países emergentes no cenário mundial e em controlar o pagamento de bônus a altos executivos, embora limites concretos não tenham sido estipulados. (págs. 1 e A18)Análise Paul Krugman The New York Times
Como puderam os economistas errar tanto?
Até a atual crise, os economistas achavam ter tudo sob controle. Isso acabou. Para recuperar o prestígio da profissão, precisam se convencer de que o mercado é imperfeito e que o keynesianismo é o melhor sistema teórico para compreender recessões. (págs. 1, B8 e B9)Fator Marina
PT e PSDB correm por agenda verdePartidos se adequam à retórica ambiental, antes coadjuvante. (págs. 1 e A4)
Segredo de Justiça é banalizado no Brasil
O sigilo da investigação da PF sobre Fernando Sarney está longe de ser fato isolado nos tribunais. A regra constitucional é a publicidade, averte Carlos Ayres Britto, ministro do STF. (págs. 1 e A11)Notas e Informações
Em preparo uma herança maldita
Esse governo, beneficiário das gestões anteriores, mostra-se empenhado em desenterrar os vícios do passado. (págs. 1 e A3)------------------------------------------------------------------------------------
Jornal do Brasil
Manchete: Exclusivo Brasil já sabe fazer a bomba atômica
Pesquisador do Instituto Militar de Engenharia desvendou segredos de ogiva nuclear dos EUA
Tese de doutorado do Instituto Militar de Engenharia Simulação numérica de detonações termonucleares em meios híbridos de fissão-fusão implodidos pela radiação confirma que o Brasil já tem conhecimento para produzir a bomba atômica. Nela, o físico Dalton Ellery Girão Barroso desenvolveu equações que revelaram os segredos de uma ogiva nuclear americana, a W-87. Parte da pesquisa virou um livro que levou a Agência Internacional de Energia Atômica a suspeitar de que o Brasil pretende fabricar a bomba. (págs. 1, A12 e A13)O salto do Brasil para o futuro
Reunidos em conferência promovida no Rio pelo Jornal do Brasil e pela Casa Brasil, especialistas, autoridades e líderes do setor de energia sublinharam um marco histórico: a demarcação de um novo patamar dos biocombustíveis no Brasil. (pág. 1 e Economia Especial Biocombustíveis)Pré-sal terá de aguardar indústria
As dúvidas dos empresários do setor sobre as encomendas da Petrobras para a exploração das reservas do pré-sal estão adiando os investimentos. A cadeia produtiva receberá financiamento, mas há gargalos em mão de obra e logística, por exemplo. (pág. 1, Tema do dia e págs. A2 e A3)Sociedade aberta
Leonardo Brant e Júnior Perim Queda de arrecadação da Lei Rouanet em debate. (pág. 1 e B3)Sociedade aberta
Paulo Skaf Presidente da Fiesp Viabilizar o desenvolvimento é dever de todos. (págs. 1 e A9)Mauro Santayana
Nossa independência ainda não se consumou. (págs. 1 e A14)Coisas da Política
No pré-sal, Serra, Maia e Lula não são diferentes. (págs. 1 e A2)Informe JB
Lula intervirá onde PMDB e PT não se dão bem. (págs. 1 e A4)Editorial
Irã, uma ameaça ou exagero retórico? (págs. 1 e A8)------------------------------------------------------------------------------------
Correio Braziliense
Manchete: Crime da 113 Sul Casal Villela pode ter sido morto por encomenda
O Correio apurou que, com o avanço da investigação, a hipótese de que o ex-ministro do TSE, a mulher e a empregada da família tenham sido vítimas de um latrocínio (roubo seguido de morte) perdeu força. A nova linha de trabalho está baseada em provas retiradas do apartamento onde os três foram assassinados e no depoimento de uma testemunha. (págs. 1 e 31Previdência - Rasura em decreto assinado há 31 anos lesa os servidores
Erro em documento assinado pelo presidente Ernesto Geisel teria reduzido a um terço os valores pagos nos programas de desligamento voluntário na década de 1990. Várias associações de ex-participantes de fundos de pensão movem ação na Justiça para receber a diferença. (págs. 1, 2 e 3)Nunca antes..
Presidência gasta quase R$ 1 bilhão só com pessoal. (págs. 1, 4 e 5)O novo Brasil que surge após a crise
Passado um ano do estouro da bolha imobiliária americana, país sai de uma leve recessão para despontar como uma das únicas economias do mundo a fechar 2009 com o PIB positivo. E comemora a retomada do emprego, da renda e da produção. (págs. 1, 18 a 23)Sarkozy vem aí
Sim, ele assistirá amanhã ao Desfile de Sete de Setembro. Mas o que interessa ao presidente francês é assegurar o favoritismo do caça produzido por seu país na concorrência da FAB. (págs. 1, 26 e 37)------------------------------------------------------------------------------------
Veja
Alcoolismo É possível prevenir a doença sem cortar a bebida
Como a medicina identifica o bebedor de risco
As estatísticas mostram que o perigo cresce mais rapidamente entre as mulheresPré-sal
O petróleo como arma eleitoralJosé Alencar
Estou preparado para a morteEntrevista Maurício Funes Chávez não é o modelo
O presidente de El Salvador defende a estabilidade econômica como um valor de esquerda e reafirma que não segue o socialismo do século XXI da Venezuela. (págs. 17, 20 e 21)
O Brasil é a quinta potência Lula impulsiona sua candidata com o discurso retrógrado-nacionalista de que só o PT protege o petróleo e outras riquezas do país. (págs. 64 a 67)
10 questões sobre o pré-sal Os desafios para retirar o petróleo do fundo do mar e transformar essa riqueza potencial em desenvolvimento efetivo do Brasil. (págs. 68 a 72)
Uma CPI para investigar o MST Parlamentares vão criar uma CPI para apurar a origem e o destino do dinheiro que abastece os cofres de entidades ligadas ao movimento dos sem-terra. (pág. 74)
A tentação de controlar tudo O Senado Federal vai recuar da decisão de censurar a internet durante o período eleitoral uma vitória da lógica e do bom senso. (pág. 75)
Estou preparado para a morte A batalha não terminou José Alencar deu início, na semana passada, a mais um tratamento contra o câncer. (págs. 78 e 79)
Uribe dá mau exemplo A aprovação no Congresso de um plebiscito para mudar a Constituição e autorizar um terceiro mandato para Álvaro Uribe é um retrocesso na até então exemplar democracia da Colômbia. (págs. 82 e 83)
O fim de uma batalha aérea Depois de onze anos de adiamentos, o governo está prestes a anunciar qual será o novo caça a ser comprado pela Aeronáutica brasileira. (págs. 100 a 102)
Mais estudo, menos violência Ao ampliar o turno de escolas encravadas em favelas cariocas, programa da prefeitura dá nova perspectiva a crianças que ficavam ociosas e expostas à criminalidade. (págs. 106 e 107)
Maílson da Nóbrega O subdesenvolvimento não se improvisa Em tempo de disputa presidencial, o governo mirou as eleições e não as próximas gerações, apesar de o presidente dizer o contrário. (pág. 133)
Diogo Mainardi A ponta do macarrão Quarenta anos depois, Franklin Martins ainda luta pelo poder. Considerando o que aconteceu com Ana Maria Machado, é bom a ministra da Casa Civil esconder as chaves do carro. (pág. 137)
Roberto Pompeu de Toledo Uma virada, uma doença e uma solução Tomem tento, Américas do Sul, Central e Caribe. Para certos males insolúveis, endêmicos à região, acaba de ser aberto o precedente da recolonização. (pág. 146)------------------------------------------------------------------------------------
Época
Pré-sal Dádiva ou ilusão?
Por enquanto, a exploração é só política
Como evitar a maldição dos petrodólares e trazer a prosperidade para todosOs poços de votos
A um ano das eleições, a proposta do governo Lula para explorar o pré-sal reforça o papel do Estado no setor de petróleo. (págs. 40 a 45)
Enigma em alto-mar As novas reservas de petróleo do Brasil vão afetar o bolso e a vida de cada cidadão mas isso pode não ser uma boa notícia. (págs. 46 a 50)
Opinião José Fucs Os riscos da Estadolatria para o futuro do Brasil. (pág. 55)
Nossa política - Fernando Abrucio O pré-sal exige menos ideologia e mais gestão Reforçar o poder estatal não é um pecado. Mas o viés anticompetitivo será péssimo para a Petrobras. (pág. 56)
O blogueiro do Planalto A estreia do blog presidencial mostra que os governos e os políticos não podem prescindir da internet, mas ainda morrem de medo dela. (págs. 58 e 59)
O partido do bispo busca a salvação Criado para ser o braço político da Universal, o PRB foi dizimado por escândalos. Agora tenta atrair Joaquim Roriz para voltar a crescer. (págs. 68 e 69)
Em memória Carlos Alberto Direito (1942-2009) O novato que votava como um veterano Ele não se deixava dominar. Votava com sabedoria e influenciava, diz o ministro Ayres Britto. (pág. 70)
Não faltam cargos O governo prevê 57 mil novos empregos públicos em 2010 mais do que tem a siderúrgica Gerdau, uma das maiores do mundo. (pág. 71)
Nossa economia Paulo Rabello de Castro A insana classe política na busca de mais impostos A escalada de insensatez traz agora a CSS, cópia borrada da CPMF. Quem aguenta mais carga tributária? (pág. 74)
Entrevista Tom Jefferson Não havia razão para a OMS decretar pandemia O epidemiologista inglês diz que a gripe suína não é perigosa, seu vírus está sendo superestimado e a melhor maneira de combatê-lo é... lavar as mãos. (pág. 92)
Nossas ideias Paulo Nogueira O Brasil e os mitos sobre corrupção Recentemente, um alto funcionário de um aeroporto na China foi acusado de corrupção. Submetido a julgamento, foi declarado culpado. A pena: morte. Ele podia apelar da sentença e fez isso, mas em vão. Foi executado. A China está numa luta frenética e em certos casos, como este, sanguinolenta contra a corrupção. (pág. 97)
A chave é o professor Uma avaliação das universidades brasileiras, feita pelo MEC, permite traçar o perfil dos cursos deficientes. Eles têm menos mestres e mais horistas. (págs. 100 e 101)------------------------------------------------------------------------------------
ISTOÉ
Olhe-se no espelho e descubra como melhorar a autoestima
O que dizem os últimos estudos sobre o sentimento que transforma as pessoasBrasil potência A revolução da nova corrida do petróleo
Chance de ouro Pré-sal tem força para levar o País ao Primeiro Mundo, mas para isso o governo precisa saber usar tanta riqueza. (págs. 36 a 41)
Entre o atraso e o progresso A experiência de países exportadores de petróleo indica os rumos para o Brasil evitar erros na era do pré-sal. (págs. 42 e 43)
Todos querem a cadeira de vice Nos bastidores da sucessão de 2010, aumenta a disputa para ser o segundo na chapa antes mesmo de se saber quem é o primeiro. (págs. 46 e 47)
Nome do PSDB não será indicado pela cúpula O presidente do partido garante que candidato tucano sai este ano e acredita no entendimento entre os governadores Serra e Aécio. (pág. 48)
Collor, o candidato de última hora Ex-presidente quer voltar ao governo de Alagoas, mas adota a mesma tática de 2006: adiar sua entrada na disputa eleitoral. (págs. 54 e 55)
Leonardo Attuch Acertei no milhar No samba antigo, o bilhete premiado, que Lula quer usar para eleger Dilma, só existia num sonho. (pág. 55)
Genro sob suspeita Marido de Lurian, filha do presidente Lula, é investigado por tráfico de influência nas obras do Porto de Itajaí. (pág. 56)
Diretas-já no Tocantins Com governador cassado, Estado revive campanha para impedir escolha de substituto sem o voto do povo. (pág. 61)------------------------------------------------------------------------------------
ISTOÉ Dinheiro
O homem de R$ 20 bilhões
O ministro da Defesa, Nelson Jobim, fechou o maior pacote bélico da história do País. Como esse negócio abre novos horizontes na economiaInovação
Os desafios dos inventores brasileiros para lucrar com suas ideiasExecutivos
O mercado de trabalho para presidentes e diretores volta a se aquecerA maior compra bélica da história
O que está por trás da decisão do governo de comprar R$ 20 bilhões em submarinos e como a tecnologia nuclear mudará a lógica da defesa no pré-sal e nas fronteiras marítimas. (págs. 34 a 39)
Uma relação especial Depois de anos de afastamento, Brasil e França voltaram a ser grandes parceiros econômicos e também na esfera diplomática. (págs. 42 e 43)
Tem lugar para o Brasil? Por trás da compra de armas, está o sonho de entrar no Conselho de Segurança, uma ambição do Itamaraty e das Forças Armadas. (pág. 46)
O salto da Odebrecht Sócia na base naval e no novo estaleiro que construirá os submarinos, a empresa está prestes a contratar mais de 5 mil pessoas no Rio. (pág. 47)
O neogetulismo de Lula Inspirado no fundador da Petrobras, o presidente cria um marco do petróleo feito sob medida para alavancar sua candidata à sucessão. (págs. 50 e 51)
Energia positiva na América do Sul Projetos de integração do setor elétrico no continente, que poderiam gerar ganhos de mais de US$ 10 bilhões, começam a sair do papel. (págs. 52 e 53)
Alívio! O emprego voltou Com a retomada da economia, executivos voltaram a se recolocar no mercado. Mas muita coisa mudou. Empresas e os profissionais ficaram mais exigentes. (págs. 64 a 66)
Os mestres da inovação Eles têm talento e criatividade. Mas enfrentam a burocracia e a falta de dinheiro saiba como pode ser duro o caminho dos inventores brasileiros rumo ao sucesso. (págs. 71 a 75)
A hora do Brasil Por que a Marsh Corretora considera o País mais atraente que a própria China no resseguro de grandes riscos. (pág. 99)------------------------------------------------------------------------------------
CartaCapital
Tudo igual, 56 anos depois
A regulamentação do pré-sal traz à tona o velho discurso antiestatal. Mais uma vez na contramão do mundoRosa do Ventos Maurício Dias
O jardim do entreguismo Breve resumo das concessões da Petrobras durante o governo de Fernando Henrique Cardoso. (págs.14 e 15)
Editorial 1 Mino Carta Tudo como dantes - Cinquenta e seis anos depois, o debate sobre o destino do pré-sal retorna aos temas da época do petróleo é nosso. (pág. 19)
Editorial 2 Mino Carta De volta à lei e à razão? O caso Battisti chega ao desfecho e o STF tem a oportunidade de repor as coisas no lugar devido. (pág. 20)
Seu país A realidade é nossa Pré-sal A insistência da mídia em tratar quaisquer propostas do governo como discurso eleitoreiro obscurece a importância do que está em debate. (págs. 28 a 32)
Nem Iraque nem Venezuela Entrevista Para o físico Luiz Pinguelli Rosa, devemos nos espelhar na Noruega. (págs. 34 e 35)
O poder que mais falhou no Brasil Justiça Assim definiu o STF o jurista João Mangabeira. O caso Palocci lhe dá razão? (págs. 38 e 39)
Suprema incoerência Ecos da Satiagraha Gilmar Mendes havia pedido uma investigação sobre as relações entre Hugo Chicaroni e funcionários do STF. Logo depois, voltou atrás. (págs. 40 a 42)
Verdadeiros self-made men Apesar das enormes dificuldades para nascer e sobreviver, novos negócios não param de ser criados no Brasil. O que move o espírito empreendedor no País? (págs. 47 a 49)
Especial Infraestrutura Micro e pequenas empresas Faltam métodos e políticas Nos últimos anos, houve avanços legais e no custo do crédito. Entre os problemas a resolver, a falta de capacitação administrativa e a concentração crescente do restante da economia. (págs. 56 e 57)
Negócio da China Pedágio Levantamento da banca petista indica que as concessionárias de rodovias paulistas lucraram 3 bilhões de reais em dez anos com as tarifas mais altas do País. (págs. 66 a 68)------------------------------------------------------------------------------------
EXAME
A nova economia americana
Às vésperas do primeiro aniversário da eclosão da maior crise das últimas décadas, os Estados Unidos tentam se reerguer. E mostrar ao mundo por que são e por que serão por um bom tempo a mais poderosa economia do mundoEspecial EUA Economia
O fim do sonho americano? Após anos de euforia, o consumidor americano finalmente aperta o cinto e muda a cara da economia mundial. (págs. 22 a 29)
Especial EUA Capitalismo Sem exagero, presidente A ação do governo americano foi fundamental para evitar o colapso da economia. Mas, ao intervir de forma tão incisiva, a administração Obama pode criar as bases para a próxima crise. (págs. 34 a 39)
Brasil/Agronegócio - O futuro do campo depende deste senhor Nomeado com o apoio dos colegas pesquisadores, Pedro Arraes assume a Embrapa com o desafio de gerar produtos que garantam a liderança o agronegócio brasileiro em meio à mudança climática. (págs. 86 a 88)
A máquina da Receita foi desmontada Para o ex-secretário Everardo Maciel, a politização de um órgão que deveria ser 100% técnico ainda vai custar caro ao país. (págs. 90 a 92)
Vida Real J. R. Guzzo Cenas brasileiras Três episódios recentes ajudam a compreender o curioso cenário político do país. (pág. 95)
400000 reais por hora Esse é o ritmo de crescimento da dívida da Oi após a compra da Brasil Telecom, concluída em janeiro deste ano. Mas, ao contrário do que possa parecer, isso está longe de comprometer o futuro ou o presente da operadora. (págs. 104 e 105)
A mão visível do Estado Ao expandir o crédito e tentar aumentar a competição no sistema financeiro, o Banco do Brasil e a Caixa reacendem o debate sobre o papel do governo na economia. (págs. 156 a 158)
Sete perguntas Luiz Gonzaga Belluzzo O Brasil poderia ser a NBA do futebol Para o economista e presidente do Palmeiras, os clubes são os que menos ganham hoje com o futebol no país. (pág. 98)------------------------------------------------------------------------------------
Sinopse 06/09/2009 - Resumo dos Jornais - Agência Brasil - Radiobrás
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