domingo, setembro 27, 2009

Sinopse 27/09/2009 - Resumo dos Jornais - Agência Brasil - Radiobrás




SINOPSES - RESUMO DOS JORNAIS













27 de setembro de 2009


O Globo


Manchete: FGTS: trabalhador perdeu 13% nos últimos 10 anos

Recursos do Fundo são usados para programas subsidiados do governo



O trabalhador brasileiro já acumula perdas de 13,17% no FGTS nos últimos dez anos, considerando a inflação no período, segundo cálculos da Comissão Mista de Orçamento. Quem tinha depositado no Fundo de Garantia R$ 100 em 2000 hoje tem R$ 88,76, quando descontado o IPCA. Na poupança, o mesmo dinheiro estaria em R$ 118,48. Embora o FGTS tenha obtido lucros bilionários e o saldo hoje chegar a R$ 166 bilhões, o dono deste dinheiro, o trabalhador, tem sido prejudicado porque a rentabilidade das suas contas permaneceu limitada à Taxa Referencial (TR) mais 3% ao ano. Com os cofres cheios, o FGTS tem financiado mais programas do governo, que incluem subsídios à casa própria, o que deve beneficiá-lo às vésperas das eleições, informam Vivian Oswald e Geralda Doca. (págs. 1, 33 e 34)


Governo segura 80% dos royalties

O governo quer destinar à área social recursos do pré-sal, mas, desde 2007, segurou 80% do dinheiro arrecadado em royalties e participação especial nos campos existentes, diz a ONG Contas Abertas. Foram congelados R$ 20,9 bilhões para o superávit fiscal. (págs. 1 e 41)

Temor de invasão ronda a embaixada

Francisco Catunda, responsável pela Embaixada do Brasil em Honduras, conta que temeu perder o controle da situação, após a chegada de Manuel Zelaya. Os funcionários vivem em meio a boatos de invasão, relata Ricardo Galhardo. (págs. 1, 43 e 44)

Prefeituras do PT levam mais da Petrobras

Auditoria do TCU aponta que prefeituras do PT foram as que mais receberam verbas da Petrobras por renúncia fiscal para projetos de proteção da infância e da adolescência: R$ 38,8 milhões de 2003 a 2008. O texto é cauteloso ao falar de critério político. (págs. 1 e 3)

Candidata Maravilhosa

Amanhecer na Baía de Guanabara: pela primeira vez com chance real de sediar uma olimpíada, o Rio conta com sua beleza e seu charme para conquistar o COI, na próxima sexta-feira. O Ministério do Esporte estima que os Jogos gerem investimentos de R$ 90 bilhões. (págs. 1, 18, 19 e 22)

André Puccinelli

O governador que xingou Minc é um colecionador de polêmicas. (págs. 1 e 4)




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Folha de S. Paulo


Manchete: Contrariando Lula, Zelaya prega revolta

Comunicado do presidente deposto de Honduras exorta a população a praticar atos de ‘desobediência civil’

O presidente deposto de Honduras, Manuel Zelaya, abrigado na Embaixada brasileira há mais de seis dias, exortou ontem a população do país a “promover atos de desobediência civil” contra o regime de Roberto Micheletti.

“Chamamos (o povo) à resistência para vencer aos que nos roubaram a paz, e a organizar-se, em cada aldeia, bairro, povoado, município, para fazer atos de desobediência civil contra a ditadura”, diz comunicado.

A incitação contraria uma orientação do governo do presidente Lula. O chanceler Celso Amorim pedira a Zelaya que não fizesse a partir da embaixada “qualquer tipo de manifestação que possa ser interpretada de maneira equivocada”.

Ocupada por 63 pessoas, a embaixada brasileira começa a ter uma rotina. (págs. 1 e A14)


Só pela adesão de Lula, país está na corrida nuclear

O Brasil está na porta do grupo dos tresloucados detentores de armamentos nucleares. Entra por adesão estrita de Lula, sem consulta à opinião nacional. (págs. 1 e A6)

Governo de SP cobra R$ 2 bi dos Correios em ICMS atrasado

A Secretaria de Fazenda de São Paulo cobra R$ 2 bilhões dos Correios pelo não recolhimento de ICMS no transporte de cargas no Estado. É o maior valor cobrado pelo fisco paulista. A Fazenda entende que os Correios devem pagar ICMS no transporte de mercadorias.

Os Correios afirmam que, por prestarem serviço conferido exclusivamente à União, não precisam pagar imposto por imunidade prevista na Constituição. A disputa vai à Justiça. (págs. 1 e B3)


China

60 anos da revolução comunista. (pág. 1 e Mais!)

Editoriais

Leia “Audácias da esperança”, que analisa a política externa de Obama; e “Lobby do caixa dois”, contra a anistia fiscal. (págs. 1 e A2)

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O Estado de S. Paulo


Manchete: Devastação do Cerrado agora avança para o norte

O desmatamento no Cerrado brasileiro já começa a atingir áreas mais preservadas ao norte. Dados da Universidade Federal de Goiás mostram que a devastação chegou ao oeste da Bahia, ao sul do Piauí e do Maranhão, ao leste de Tocantins e ao centro-norte de Mato Grosso, onde o Cerrado se mistura com a Amazônia. Mato Grosso, sozinho, desmatou 11 mil quilômetros quadrados entre 2003 e 2009. Enquanto as atenções estavam voltadas para a Amazônia e a Mata Atlântica, o Cerrado se tornava o bioma mais ameaçado do País. (págs. 1, H1 e H8)

Carvão sustenta famílias em reserva

Na reserva legal da fazenda Teijin (Mato Grosso do Sul), assentados pelo Incra queimam árvores numa das poucas áreas do Cerrado com vegetação densa. (págs. 1 e H8)

BNDES banca companhias para competir no exterior

A criação de grandes grupos empresariais brasileiros consumiu cerca de R$ 8 bilhões do BNDES em apenas um ano, informam David Friedlander e Irany Tereza. O banco tem hoje R$ 13 bilhões em participação em empresas no setores petroquímico, de papel e celulose, de telecomunicações e de alimentos. A meta é incentivar a criação de companhias capazes de competir no exterior, gerando receitas, empregos e poder político para o País. (págs. 1 e B1)

Como asilado político, Zelaya não seria preso, diz Micheletti

O presidente do governo de facto de Honduras, Roberto Micheletti, sugeriu ontem que não mandaria prender o presidente deposto, Manuel Zelaya, se ele sair da Embaixada do Brasil em Tegucigalpa na condição de asilado político, relata a enviada especial Denise Chrispim Marin. Como Zelaya já disse que não pedirá asilo político ao Brasil, a declaração de Micheletti expõe a total falta de avanço na crise hondurenha. (págs. 1 e A16)

Brasil: gigante ou anão diplomático?

Para Jorge Castañeda, o papel do Brasil no caso de Honduras atrapalha projetos do País. “O Brasil não é um líder mundial. E, se quiser se tornar um, não pode ajudar Zelaya”. (pág. 1 e Aliás)

Análise – Luiz Felipe Lampreia – Risco desnecessário

A decisão de abrigar Manuel Zelaya, dando-lhe palanque, pode ser custosa para nossa diplomacia. (págs. 1 e A16)

Política - Franklin, o conselheiro, amplia seus poderes

Sem ser candidato a nada e sem compromisso com partidos, Franklin Martins já não é mais só um ministro influente. Conselheiro de Lula, ele passou a ter atuação direta nas ações do governo. (págs. 1 e A10)

Economia – Consumo em 2010 terá mais R$ 90 bi

Estimativas indicam gastos recordes das famílias brasileiras. (págs. 1 e B7)

Notas e informações - BC aponta perigo da gastança

O governo pode eliminar os incentivos fiscais, mas a maior parte das novas despesas tende a ser duradoura. (págs. 1 e A3)

História – Lula e Serra foram espionados. (págs. 1 e A12)


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Jornal do Brasil


Manchete: Droga rende R$ 30 milhões por mês, apenas na Zona Sul

As favelas da região mais nobre do Rio de Janeiro exibem números impressionantes para os traficantes de drogas: em média, são R$ 30 milhões, contabilizados mensalmente, segundo cálculo da Polícia Civil. Cerca de 600 traficantes, portando 200 fuzis, cuidam do negócio à margem da lei. Dois terços desse poderio financeiro encontram-se na Rocinha. (págs. 1 e Cidade A15)

COB garante que Rio-2016 deixará legado aos jovens

O Comitê Olímpico Brasileiro promete que, caso o Rio seja a sede da Olimpíada de 2016, entre outros legados dos Jogos estarão os espaços para a formação de novos atletas, tanto do Brasil como dos nossos vizinhos da América do Sul. (págs. 1, Tema do dia A2 e A4)

Brasil está pronto para exportar programas sociais

Autor de alguns dos mais importantes estudos recentes sobre a nova classe média brasileira e a redução das desigualdades, o economista Marcelo Néri, da Fundação Getulio Vargas, elogia os avanços das políticas sociais. Em entrevista ao JB, o professor pede foco na educação e acesso ao crédito aos mais pobres e alerta: o Brasil entende de pobreza e tem possibilidade de exportar as inovações de programas como o Bolsa Família. (págs. 1, Economia E4 e E5)

PF ocupa postos da CIA

Estimulada pelo namoro entre Brasil e França, a Polícia Federal está ocupando espaços que historicamente pertenceram às agências americanas Drug Enforcement Administration e CIA na política de segurança e inteligência voltada para a América do Sul. (págs. 1 e A13)

Informe JB

Serra e Aécio já fecharam acordo para 2010. (págs. 1 e A4)

Coisas da política

As contradições militares de Obama. (págs. 1 e A2)

Mauro Santayana

É inaceitável a provocação à nossa embaixada. (págs. 1 e A14)

Anna Ramalho

Ministro quer Festival Nacional do Funk. (págs. 1 e A23)

Editorial

Afastando o medo do Armagedom. (págs. 1 e A8)

Joaquim Levy – Secretário estadual de Fazenda

O espírito de 68: mitos e novidades. (págs. 1 e A9)




Aloizio Mercadante – Senador (PT-SP)

Internet, a praça Castro Alves virtual. (págs. 1 e A9)

Antonio Brasil e Wagner Bezerra

O futuro da TV aberta em debate. (págs. 1 e B3)




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Correio Braziliense


Manchete: A família encolheu

Natalidade no DF despenca 30% em um ano



Em 2008, nasceram 30 mil crianças no DF, número mais baixo da década, informa a repórter Helena Mader. Cada vez mais, casais optam por um só ou nenhum filho. (págs. 1 e 35)


Sem sinal de trégua em Honduras

Passados 90 dias da deposição de Manuel Zelaya, impasse se consolida. Abrigado na Embaixada do Brasil há seis dias, ele não abre mão de voltar ao poder, enquanto o atual governante exige a sua saída definitiva do país até a próxima eleição, em novembro. (págs. 1 e 30)

Servidor – Judiciário limita as horas extras

Resolução, já em vigor, define a carga horária de todos os tribunais em oito horas com intervalo ou sete horas corridas. Jornada estendida só será paga a partir da oitava ou nona hora. Sindicatos protestam. (págs. 1 e 16)

CPI – Muita conversa, pouco resultado

Relatórios finais das comissões parlamentares de inquérito instaladas nos últimos 15 anos mostram que apenas 10% dos projetos de lei propostos foram aprovados. A maioria acaba engavetada no Congresso. (págs. 1, 2 e 3)

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Veja


O imperialismo megalonanico


Instigado por Hugo Chávez, o Brasil contraria sua tradição diplomática e se intromete no conflito de Honduras

O número 2 de Lula – Preocupado com a queda de Dilma Rousseff, o governo revê sua estratégia para 2010 e decide incentivar uma segunda candidatura chapa-branca – a do deputado Ciro Gomes. (págs. 68 a 71)



Dia de festa no interior – O Congresso aprova emenda constitucional que amplia em quase 8000 o número de vagas para novos vereadores. Advinha quem vai pagar a conta? (págs. 72 e 73)



O socialismo não morreu (para eles) – Para um bloco de partidos nanicos de esquerda, o marxismo está mais vivo do que nunca e o capitalismo caminha inexoravelmente para seu fim. Eles são inofensivos, apesar desse delírio. (págs. 74 e 75)



De deixar tuiuiú eriçado – Cuidado com o governador de Mato Grosso do Sul: ele gosta de atacar como um jacaré de goela aberta. (pág. 76)



A volta com força total – Os investidores estrangeiros retomam o nível pré-crise das aplicações na economia brasileira – considerada uma das mais promissoras no mundo pós-crise. (págs. 102 a 104)



Clinton abriu um mini-ONU – Ex-presidentes gostam de criar fundações para ter plateia e aplauso, mas Bill Clinton foi muito mais longe do que todos eles. (págs. 106 e 107)



O pesadelo é nosso – Na contramão da tradição diplomática nacional, o Brasil se intromete na política externa de outro país e o faz da pior maneira possível: como coadjuvante de Hugo Chávez. (págs. 116 a 124)



Protestos, populismo e pizza – A volta de “Mel” virou a capital de um dos países mais pobres das Américas de cabeça para baixo. Não que ela estivesse muito melhor antes de toda essa confusão. (págs. 126 e 127)



Augusto Nunes – O país condenado a morrer de solidão – O clube frequentado por assassinos, farsantes, liberticidas, mitômanos, fanáticos e outros espantos só proíbe a entrada de governantes hondurenhos. (pág. 128)



“The United States of Sobral” – É assim que os cearenses chamam a cidade de Cid Gomes, o ex-escoteiro socialista que implantou no sertão uma amostra do american way of life. (págs. 144 a 146)



Diogo Mainardi – O presidente-muamba – “Ao receptar o presidente-muamba, Lula conseguiu melar a disputa eleitoral, impedindo qualquer possibilidade de saída democrática para a bananada hondurenha”. (pág. 167)



J. R. Guzzo – Ponto de partida – Nosso desastre educacional mostra que o Brasil aprendeu a gastar, mas não aprendeu a ensinar; continua confundindo o ponto de partida com o ponto de chegada. (pág. 174)




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Época


A Olimpíada no Brasil


Sediar Jogos Olímpicos no Rio de Janeiro em 2016 pode ser uma ótima notícia para o país inteiro

O hóspede inconveniente – Os riscos da decisão do governo Lula de dar abrigo a Manuel Zelaya, o presidente de Honduras deposto por um golpe. (págs. 44 a 49)



O aliado que incomoda – A alta de Ciro Gomes nas pesquisas cria um obstáculo no caminho que o presidente Lula havia traçado para a candidatura de Dilma Rousseff à Presidência. (págs. 50 a 53)



A festa dos sem-voto – Só os suplentes sem mandato e os políticos têm motivos para comemorar a criação de mais de 7.700 vagas para vereadores. O cidadão nada tem a ganhar. (pág. 54)



De favelado a dono de casa própria – Um estudo inédito revela como a distribuição de títulos de propriedade aos moradores melhora a vida dos pobres. (págs; 70 a 72)



Nosso Mundo – Christopher Hitchens – Negociar com o Irã é fazer sexo com quem o odeia – A proposta do Irã sobre o programa nuclear parece um convite para dormir com alguém que o abomina. (pág. 94)





Uma aliança contra o Irã – Os iranianos violaram acordos internacionais ao construir em segredo uma usina de urânio. Como os Estados Unidos e seus aliados poderão reagir. (págs. 96 e 97)



O pior já passou. Eis o problema. Num cenário mais ameno, os líderes globais deixam de cumprir sua missão: disciplinar o sistema financeiro. (págs. 98 e 99)



Por que o Brasil merece os Jogos. (págs. 104 a 113)



Nossa antena – Ruth de Aquino – Sobre moral, ética e maus costumes – Juízes e senadores aumentam o próprio salário como se quem paga – você e eu – não existisse. (pág. 146)


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ISTOÉ


Por que o Brasil comprou a briga?


Os bastidores da maior crise diplomática do governo Lula, que deu abrigo ao presidente deposto Manuel Zelaya, teve a embaixada brasileira sitiada e agora passa por teste inédito na sua política externa


Olimpíada - O que faz do Rio um forte candidato para 2016


Pesquisa - O eleitor quer opções na sucessão presidencial

Entrevista – Eugênio Trivinho - “A inclusão digital é uma utopia” – Para especialista, constantes atualizações tecnológicas impostas pela indústria condenam o homem à eterna exclusão. (págs. 6, 8 e 9)



Ciro muda o jogo – O crescimento do candidato do PSB e de Marina Silva nas pesquisas mostra que o eleitor não quer apenas um plebiscito entre PT e PSDB. (págs. 36 a 38)



Quem vai lavar essa casa? – Senado volta a se sujar com descoberta de pagamentos de cursos no Exterior sem cortar salários. E que cursos! (pág. 42)



Leonardo Attuch – Reféns de Zelaya – O Itamaraty já está alinhado ao chavismo. E há um risco de que seja só o começo. (pág. 47)



Atos secretos à paulista – Assembleia de São Paulo repete falta de transparência do Senado Federal e esconde 46 decisões para nomear funcionários e pagar viagens sem que ninguém saiba. (págs. 48 e 49)





Brasil olímpico – Com investimentos maciços em infraestrutura e aposta num legado esportivo, o Rio disputa esta semana, com boas chances, a sede dos Jogos de 2016. (págs. 76 a 80)



O ataque – Conflito diplomático – Terça-feira, 22 de setembro, as tropas fiéis ao presidente golpista de Honduras, Roberto Micheletti, cercam a embaixada brasileira, onde está abrigado o presidente deposto Manuel Zelaya: soberania ameaçada. (págs. 84 a 95)



É difícil derrubar os dogmas – Ampliar o controle sobre o mercado financeiro e derrubar o protecionismo é o desafio dos países emergentes, que passam a ter maior poder nas decisões da economia mundial. (págs. 96 e 97)



José Márcio Camargo – Última palavra – De volta à normalidade – Está na hora de o governo desenhar estratégias de saída das medidas adotadas no pior momento da crise. (pág. 114)


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ISTOÉ Dinheiro


Vêm aí mais US$ 25 bilhões em investimentos


Eles chegam ao Brasil nos próximos 3 meses


É dinheiro novo, atraído pela volta do crescimento, uma onda de IPOs e a redução do risco. E vai turbinar a economia


Carreiras – Efeito Obama abre espaço para os negros no Brasil


Nordeste – A bilionária explosão dos imóveis de luxo na Bahia

Entrevista – Tim Myers - “O dinheiro para a aviação está na China”. (págs. 26 a 28)



Dólares, dólares e mais dólares – Crescimento econômico robusto, melhora na percepção do risco e investimentos das empresas atraem mais US$ 25 bilhões ao País até dezembro. (págs. 32 a 37)



O mundo pós-pânico. O encontro de Pittsburgh consolidou de vez os emergentes e o G-20, enterrando o G-8. Mas o consenso sobre como dar fim aos desequilíbrios globais não foi alcançado. (págs. 40 a 42)



Economia saqueada – A crise de Honduras, agravada pelo abrigo de Manuel Zelaya na embaixada brasileira, deixou a economia da América Central à beira do abismo. (pág. 44)



Efeito Obama – Há cada vez mais negros no topo das empresas brasileiras – e a presença de Barack Obama na Presidência dos EUA fortalece essa tendência. Mas o preconceito ainda está vivo no mundo corporativo. (págs. 46 a 51)






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CartaCapital


Devassa na Justiça – Como Gilson Dipp, do CNJ, comanda inédita e abrangente fiscalização do Judiciário


Licitação dos caças – A escolha do francês Rafale está ou não definida?


Honduras – O Brasil age a favor de Zelaya e da democracia

Rosa dos Ventos – Maurício Dias – O catecismo da conversão – Dois perfeitos exemplos de figuras que começaram por um caminho e hoje andam por outro. (págs. 14 e 15)



A semana – O Brasil surfa na marolinha – Os últimos dados não deixam dúvidas sobre a retomada consistente. (pág. 19)



Limpeza na Justiça – Protagonista - À frente da corregedoria do CNJ, o ministro Gilson Dipp conduz uma devassa que tem exposto as mazelas do Judiciário brasileiro. (págs. 26 a 29)



Contra os fidalgos dos tribunais – Entrevista - Gilson Dipp fala das pressões sobre seu trabalho e diz que os juízes não podem se comportar como uma casta. (págs. 30 e 31)



A guerra dos caças – Defesa - O Brasil inclina-se pelos aviões franceses, mas suecos e norte-americanos ainda não desistiram. (págs. 34 a 36)



O pré-sal e o amanhã – Artigo - Sugestões para transformar a riqueza no mar em dádiva e não em maldição. (págs. 40 a 42)



Sextante – Antonio Delfim Netto – Menos desigualdade – Talvez o presidente Lula possa voltar a usar seu bordão favorito, o “nunca antes na história deste País”, sem o risco de menosprezo. O tratamento dado à crise aumentou o reconhecimento quanto à capacidade do governo de enfrentar os problemas importados do exterior. (pág. 51)



Um problema resistente – Ensino - Segundo a educadora Maria Clara Di Pierro, vencer o analfabetismo demanda tempo e políticas contínuas. (págs. 52 e 53)



Democracia sitiada – O presidente deposto, Manuel Zelaya, refugia-se na embaixada brasileira e precipita reação truculenta dos golpistas. (págs. 54 a 56)



Clinton reúne o planeta – EUA - Instituto do ex-presidente debate a crise financeira e as mudanças climáticas. (págs. 58 e 59)



Periscópio – Nouriel Roubini – A agenda lotada do G-20 – Até a véspera da reunião, permaneciam os impasses quanto às estratégias de saída da acomodação monetária. (pág. 60)



As maiores vítimas – The Economist - Enchentes de um lado, seca de outro, doenças em todos os cantos. As consequências do aquecimento global serão piores nos países pobres. (págs. 68 a 71)


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Sinopse 27/09/2009 - Resumo dos Jornais - Agência Brasil - Radiobrás

 



 

 

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