domingo, julho 27, 2008

Sinopse 27/07/2008 - Resumo dos Jornais - Agência Brasil - Radiobrás




SINOPSES - RESUMO DOS JORNAIS













27 de julho de 2008


O Globo


Milícia usa homens armados para pedir votos em favelas

De dentro da cadeia, o deputado Natalino Guimarães (DEM) e seu irmão, o vereador Jerominho (PMDB), acusados de comandar uma milícia na Zona Oeste do Rio, mandaram homens armados distribuírem carta a moradores de Campo Grande, Cosmos e Paciência pedindo votos para a candidata a vereadora Carminha. Jerominho (PTdo B). “É ordem dos patrões”, dizem os milicianos, de porta em porta, ao entregar aos moradores o texto escrito por Jerominho. Ex-policial civil, preso em dezembro, Jerominho dá como certa a eleição de sua filha. Ele e o irmão dominam favelas inteiras, coagindo moradores a pagar taxas de segurança e serviços, e impondo o voto em seus candidatos. O plano dos dois irmãos era expandir o curral eleitoral para a Baixada Fluminense nas eleições deste ano, mas a manobra está sendo investigada em inquérito federal. (págs. 1 e 3)

A agenda oculta dos candidatos

Há uma agenda que os candidatos a prefeito cumprem, mas não divulgam na esperança de evitar flagrantes em situações difíceis. Foi o que aconteceu com Eduardo Paes, ao fazer carreata ao lado do filho de um deputado investigado por envolvimento com milícias; com Solange Amaral, ao usar a máquina da prefeitura; e com Marcelo Crivela, quando se encontrou com empresários evangélicos. (págs. 1 e 4)




Caos aéreo acaba sem obras e com preço alto

Obras prometidas para acabar como caos aéreo não foram feitas, mas as filas minguaram porque as passagens aumentaram até 100% num ano. O ministro Nelson Jobim acaba de suspender a expansão de cinco aeroportos, informa Elio Gaspari. (págs. 1, 15 e 32)

Polícia mata e morre muito, mas prende pouco

Para cada bandido morto em confronto com a polícia no Rio, só sete foram presos em 2007, um número 87% menor do que em 2000, quando cada morte correspondeu a 56 prisões. A constatação é de pesquisa do núcleo de segurança do Instituto Pereira Passos. O número de policiais mortos manteve-se alto no período: 40 em 2003, 30 em 2007. (págs. 1, 18 e 19)

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Folha de S. Paulo


Jovem sonha em obter emprego e casa própria

Pesquisa feita pelo Datafolha em 186 cidades do país com 1.541 pessoas entre 16 e 25 anos mostra que os maiores sonhos do jovem brasileiro são ter um bom emprego e comprar casa própria.

O levantamento, o mais completo já feito neste século, abrange todas as classes sociais e inclui temas que vão da política à sexualidade, passando por medos, valores e hábitos de consumo.

Os dados desfazem o mito do “jovem rebelde”. A maioria vê a família como o principal valor e, assim como a maior parte da população, é contra liberar o aborto e descriminar a maconha.

A pesquisa revela ainda que morte e violência são os maiores medos dos jovens, que sua insatisfação com a aparência aumentou e que eles confiam mais nas mães do que nos pais. (págs. 1, Esp. 1 a 20)


Kassab usa máquina para tentar influir em pesquisa Datafolha

E-mail obtido pela Folha mostra que Gilberto Kassab (DEM) usou a máquina da prefeitura para tentar influir na última pesquisa Datafolha da eleição em SP, na qual recuou dois pontos percentuais em relação ao levantamento anterior.

No e-mail, Kassab pede a 26 subprefeitos “ação” nos locais onde entrevistadores abordariam eleitores. O prefeito diz ter feito “ação preventiva” para “evitar maldades” de rivais. Segundo o Datafolha, medidas de controle tornam impossível afetar os resultados; movimentos estranhos são notados e descartados. (págs. 1 e A4)


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O Estado de S. Paulo


Colômbia passou dados sobre ação das Farc no Brasil

Na visita que fez dias 19 e 20 à Colômbia, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebeu informações sobre as conexões das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) no Brasil, para que o governo brasileiro “possa reagir como considerar mais apropriado”. A revelação foi feita pelo ministro colombiano da Defesa, Juan Manuel Santos, em entrevista exclusiva ao Estado. Santos diz não ter informações sobre eventual repasse de armas para as Farc a partir do território brasileiro, mas sim da presença de representantes da guerrilha no Brasil. “Temos essa informação e a fizemos chegar ao governo brasileiro, para ver se ele pode ter algum tipo de vigilância”. O ministro revelou detalhes da operação que libertou 15 reféns das Farc, entre eles a ex-senadora Ingrid Betencourt. Informou que o governo ainda tem diversos agentes infiltrados nas Farc e conta também com guerrilheiros delatores, que agem “por vingança”. Santos diz que há agora muitas recriminações entre os integrantes das Farc. Revela que os combates são diários e novos resgates podem ocorrer, desde que não ponham em risco a vida dos 26 reféns em poder da guerrilha. (págs. 1 e A16)

Brasil gasta US$ 1,86 bilhão na integração com vizinhos

O Brasil está investindo US$ 1,86 bilhão em obras que compõem ambicioso projeto de integração com os países vizinhos da Região Norte. Estradas como a que liga Porto Velho a La Paz, ganham asfalto. Pontes, rodovias e hidrovias farão o Brasil avançar rumo ao Pacífico. Em contrapartida, facilitarão o acesso dos vizinhos hispânicos à Amazônia brasileira. (págs. 1, B6 e B7)

Setor privado já investe mais que Estado na infra-estrutura

A iniciativa privada respondeu por 54,4% dos investimentos em infra-estrutura no Brasil, entre 2001 e 2007. O poder público – Governo Federal, estados e municípios – teve participação de apenas 11,6% e as empresas estatais, de 33,9%.Os investimentos ficaram em apenas 2,1% do Produto Interno Bruto (PIB).O ideal apontado por analistas seria de 4%. (págs. 1 e B1)

Crescimento volta a agitar mercado para engenheiros

O crescimento econômico revalorizou a carreira de engenheiros, a ponto de já haver falta desse profissional nas obras de infra-estrutura, na mineração, na indústria do petróleo e no boom da construção civil. (págs. 1 e A24)

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Jornal do Brasil


Restaurantes declaram guerra contra a inflação

Os restaurantes do Rio têm um cardápio variado para escapar da alta dos preços dos alimentos. Com os custos em média 20% mais elevados, os empresários lançam mão de estratégias para não repassar os gastos e manter os clientes. Enquanto alguns substituem alimentos mais caros por produtos alternativos, outros sobem o preço das bebidas. As churrascarias se vêem numa encruzilhada diante das constantes elevações de custo da carne. Na guerra contra a inflação há apenas um ponto pacífico: a situação não está fácil para o setor. (Págs. 1, Economia A1 e A2)

Ameaça à Amazônia Azul

A descoberta de petróleo na camada pré-sal e a reativação da Quarta Frota americana têm preocupado governo e Marinha. Os limites dos próximos poços explorados na fronteira da chamada Amazônia Azul e a atuação dos EUA, são motivos de inquietação. (págs. 1 e Internacional A26)

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Correio Braziliense


Polícia mata três pessoas a cada 48 horas

Em todo o país, 560 civis morreram em confrontos com policiais militares e civis, segundo levantamento feito pelo Ministério da Saúde a pedido do Correio. O Sudeste é a região com o maior índice de mortes – e as policia do Rio de Janeiro é a campeã: assassinou 290. Esse número pode ser maior, pois nem todos os casos são notificados ou registrados. (págs. 1 e 12)

Entorno ignora lei seca

Sem bafômetros nem fiscalização, cidades do Entorno de Brasília, como Formosa, viraram um território sem lei para motoristas alcoolizados. Enquanto o número de acidentes com mortes caiu 20% no DF e 63% em São Paulo em apenas 37 dias, desde que a Lei 11.705 entrou em vigor, nas rodovias que cortam Goiás as ocorrências aumentaram 54,7% no mesmo período. (págs. 1, 27 a 29 e Tema do Dia)

Acordo não é uma traição, diz Lula

Presidente nega que acordo com nações ricas, aceito pelo Brasil, vá rachar harmonia de países em desenvolvimento.

E diz que negociações expõem “disparidades” com Índia e Argentina. (págs. 1 e 19)


Mangabeira Unger, segundo Protógenes

Delegado da Operação Satiagraha não apresentou provas contra o ministro de Assuntos Estratégicos, mas detalha como ele teria agido em favor dos interesses de Daniel Dantas na Amazônia. (págs. 1 e 2)

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Veja


- Cadê os bebês? – Com 1,8 filho por mulher, a população brasileira entra em tendência de queda - Os impactos na economia, previdência, saúde e ambiente.

Todos no jato eleitoral de Lula – Embalado por uma popularidade recorde, o presidente se torna a principal influência nas eleições de outubro, provoca briga entre aliados e seu apoio já é objeto de desejo até de quem lhe fazia dura oposição. (págs. 74 a 77)



Protógenes 2, a missão! – A nova peça do delegado do caso Dantas é melhor que a primeira, mas ainda tem mais acusação do que prova. (pág. 78)



O que está em jogo – A redução de subsídios e de tarifas pode aumentar as exportações agropecuárias do Brasil em 15 bilhões de dólares, quase 10% das vendas externas. (págs. 80 e 81)



Além do choro – É fácil condenar o aumento dos juros pelo Banco Central. Difícil mesmo é cortar os gastos públicos. (págs. 84 e 85)



Poucos e bons – Com a taxa de fecundidade em 1,8 filho por mulher, a população brasileira cresce mais devagar. Isso melhora a renda e o padrão de vida no país. (págs. 94 a 100)



Desse jeito, quebra – O envelhecimento da população pressiona gastos com aposentados. Sem uma reforma, a Previdência explode. (pág. 101)



Eles querem voar alto – Como a parceria entre a Embraer e o criador da companhia Azul pode transformar a aviação brasileira. (págs. 110 a 116)




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Época


- O que o delegado Protógenes foi aprender em Brasília - Ainda dá para confiar nos antiinflamatórios? - Quem são os novos imigrantes que chegam ao Brasil

Faxina eleitoral – Na tentativa de limpar as eleições, uma associação de juízes cria confusão ao divulgar uma lista com acusações a políticos que ainda não foram julgados. (págs. 40 a 42)



O delegado vai à escola – O que Protógenes Queiroz, chefe da investigação que prendeu o banqueiro Daniel Dantas, foi aprender em Brasília. (págs. 44 a 47)



Um petista encrencado – Alvo da irritação de Lula, o ex-deputado Greenhalgh pode se tornar foco de uma nova investigação da PF no caso Daniel Dantas. (pág. 48)



O petróleo no mar sem dono – É isso que está por trás do projeto brasileiro de ampliar a extensão de nossas águas territoriais. (págs. 62 e 63)



Quem são nossos novos imigrantes – Em quatro anos, a entrada de estrangeiros decididos a morar no país cresceu 51%. Como entender o significado desse movimento migratório. (págs. 64 a 67)



Dá para confiar nos antiinflamatórios? – A proibição da venda do Prexige no Brasil é mais um alerta sobre os riscos do consumo desses remédios. Por que os problemas só aparecem quando as drogas já estão no mercado e o que fazer para substituí-las. (págs. 78 a 80)



Os meninos que ninguém pode adotar – Mais de 80% das crianças em abrigos não estão disponíveis à adoção por não ser órfãs. Como mudar essa situação? (págs. 123 a 126)






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ISTOÉ


- 6 caminhos para a felicidade – como melhorar sua qualidade de vida num mundo cada vez mais exigente - Medicina – Conheça as orientações da Organização Mundial da Saúde para uma cirurgia segura - Exclusivo – A Polícia Federal compra equipamentos ultramod

Lula segura a roda da economia – Alheio ás críticas e com o apoio do Planalto, Copom promove a maior alta de juros desde 2003 e promete continuar o aperto. (págs. 36 a 39)



O futuro da Operação Satiagraha – Equipe formada por 50 policiais começa a perícia em uma tonelada de documentos e gravações que poderão ser divididas em mais de seis inquéritos. (págs. 40 a 42)



O projeto secreto da PF – Aviões-espiões capazes de enxergar túneis subterrâneos e superbinóculos que podem ver uma pessoa armada a dois quilômetros de distância vão combater o contrabando de armas e o tráfico de drogas nas fronteiras e nas favelas. (págs. 46 e 47)



O desafio de Eduardo Campos – Queridinho de Lula, governador de Pernambuco não transfere para seu candidato João da Costa, terceiro lugar nas pesquisas, popularidade que tem no Estado. (pág.s 48 e 49)



Escolta Eleitoral – Candidatos pedem proteção policial para driblar veto de traficantes e milicianos. Alguns políticos negociam o acesso às favelas. E há quem nem faça campanha lá. (pág. 50)



Energia para hoje e para o futuro – Ao completar 55 anos, Petrobras planeja investir R$ 55 bilhões para ampliar produção. (capa especial, págs. 2 a 16)



Hora de soltar as amaras – Crescem investimentos, mas Brasil tem nota próxima do Sudão em infra-estrutura. Atraso prejudica a indústria da mineração. (págs. 75 a 82)



Foi dada a partida para retomar Angra III – Ibama concede licença ambiental, mas coloca exigências que podem atrapalhar agenda do governo. (págs. 108 e 109)


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ISTOÉ Dinheiro


- André Esteves de volta ao jogo – Os detalhes e os planos da nova empresa do jovem bilionário, que está deixando o banco UBS Pactual e, com um cacife de US$ 3 bilhões, já está pronto para sua reestréia no mercado financeiro - Educação – Os rostos e as es

Empacou nos tribunais – O programa de R$ 503 bilhões que poderia alavancar Dilma Rousseff já começa a ter suas principais obras, como as usinas do Madeira, travadas no Judiciário. (págs. 30 a 32)



Um perdão de US$ 483 milhões – O Brasil concede desconto de 80% a uma dívida do Iraque, do tempo em que Saddam Hussein vendia petróleo barato ao País. (págs. 35 e 36)



É dele a culpa? – O chanceler Celso Amorim tem tudo para ser o bode expiatório do fracasso comercial na OMC. (pág. 37)



A indústria do lobby – Escândalos recentes revelam a perigosa proximidade entre advogados, consultores e autoridades brasilienses. (págs. 38 e 39)



A bomba que vem da Itália – Denúncia da promotoria italiana revela que a PF investigou o Opportunity a partir de grampos da Telecom Itália. (pág. 40)



A próxima atração da TV digital – Conheça a Proview, a empresa que promete entregar, finalmente, um conversor de R$ 200. (págs. 44 e 45)



Lições da Educação – O modelo de gestão de um setor que fatura muito, lucra bastante e tem ações na bolsa, mas não gosta de ser chamado de negócio. (págs. 50 a 54)



André volta ao jogo – Jovem, bilionário e polêmico, o banqueiro André Esteves está retornando ao mercado financeiro, depois de tentar comprar o UBS. Ele chega com US$ 3 bilhões, disposto a arrematar empresas na economia real. (págs. 91 a 93)



Porquinho em crise – Aumento da Selic prejudica o rendimento da caderneta e atrai os investidores para a renda fixa. (pág. 103)


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CartaCapital


- O tropeço de Eike - Mais um exemplar caso de fortuna erguida à sombra das relações com o Estado, o agressivo empresário vê seu conglomerado perder 10 bilhões de reais em 12 dias

Era o mais rico – Investigação - Com os negócios sob suspeita, as empresas de Eike Batista perdem 10 bilhões de reais em menos de duas semanas. (págs. 20 a 25



Feridas expostas – Spy vs. Spy 1 – Por pouco a tentativa de interferência na Operação Satiagraha não virou um problema ainda maior para o Planalto. (págs. 26 a 32)



Salário não basta – Greves. Os servidores públicos tornam-se mais exigentes e ampliam a pauta de reivindicações. (pág. 34)



A ciência do lucro – Estudo constata: empresas que investem em pesquisa e desenvolvimento são mais rentáveis e geram empregos. O Brasil tem a aprender com o Japão, a Irlanda e outros cinco países que apostam em novas tecnologias. (págs. 35 a 50)


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EXAME


- A bolsa virou mico?

A hora da verdade (para a bolsa brasileira) – Mais de 12 trilhões de dólares evaporaram dos mercados de capitais em todo o mundo nos últimos 12 meses. Na Bovespa, a tensão não pára de subir. A bolsa virou mico? Não. Mas parece ser o fim da exuberância irracional – e isso é bom. (págs. 18 a 23)



A alegria durou pouco – Depois da euforia inicial, boa parte das aberturas de capital realizadas nos últimos anos se mostrou um investimento ruim – quase 70% das empresas que chegaram à bolsa valem hoje menos do que no dia do IPO. (págs.24 a 31)



Aperte o cinto, o preço subiu – Renegociação, ganho de produtividade, troca de fornecedor – as empresas fazem o que podem para driblar a inflação. (págs. 42 a 44)



Dá para ajudar o Banco Central – Um estudo exclusivo mostra que a necessidade de aumento da taxa de juro para controlar a inflação pode ser menor – desde que o governo aceite reduzir seus gastos. (págs. 46 e 47)



O governo à espera de uma nota – No futuro, a gestão de Lula será julgada por seus erros e acertos. Uma realidade, porém, é clara – e positiva: ele colocou o Brasil na rota do desenvolvimento capitalista. E isso não tem volta. (págs. 52 e 53)



A semente da causa verde – Na reunião do G8, os líderes avançaram até onde era possível no tema sobre a emissão de poluentes. E, após as eleições nos Estados Unidos, o sonho de um acordo global pode muito bem se tornar realidade. (págs. 54 e 55)



Abalo no mundo de Dantas – A investigação da Polícia Federal atingiu em cheio os negócios do banqueiro – e o caso, ainda longe do fim, pode respingar na supertele brasileira. (págs. 56 a 58)



O big brother vem aí? – Um projeto de lei que trata de crimes via internet divide usuários, provedores e especialistas. Há avanços – mas também riscos para a privacidade. (págs. 102 a 104)



Capitalismo: a salvação para a Amazônia – Só o desenvolvimento econômico pode eliminar o principal predador da floresta: a pobreza extrema. O patrimônio em risco. Apenas nas últimas duas décadas, a Amazônia brasileira perdeu cerca de 360 000 km2. Se o ritmo da devastação prosseguir, os cientistas estimam que na virada do próximo século ela se converterá numa região de savanas, com profundas conseqüências sobre o clima do país e de parte da América do Sul. (págs. 106 a 115)



O estado que virou vilão – Maior e mais eficiente produtor de grãos do Brasil, Mato Grosso carrega o estigma de vilão da Amazônia. Livrar-se dele é o maior desafio de sua economia. (págs. 116 a 120)



Muito longe do subprime – Os papéis de bancos brasileiros estão entre os que mais dão retorno no sistema bancário mundial. E a boa notícia é que devem continuar subindo. (págs. 125 e 126)


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Sinopse 27/07/2008 - Resumo dos Jornais - Agência Brasil - Radiobrás

 



 

 

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