sábado, fevereiro 28, 2009

Agência Brasil - Criado comitê para aumentar integração entre órgãos que cuidam da cobrança de impostos - Direito Tributário

 
27 de Fevereiro de 2009 - 12h36 - Última modificação em 27 de Fevereiro de 2009 - 12h36


Criado comitê para aumentar integração entre órgãos que cuidam da cobrança de impostos

Daniel Lima
Repórter da Agência Brasil

 
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Brasília - O Diário Oficial da União publicou hoje (27) portaria que cria o Comitê Executivo de Gestão do Macroprocesso do Crédito Tributário.

Trata-se de mais uma medida para integrar os órgãos responsáveis pela arrecadação e cobrança de impostos, como a Receita Federal e a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional, além do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais, facilitando os processos e a comunicação.

A idéia é que a integração também agilize a cobrança da Dívida Ativa da União de mais de R$ 624 bilhões, segundo os dados mais recentes divulgados pelo Ministério da Fazenda.

 



Agência Brasil - Criado comitê para aumentar integração entre órgãos que cuidam da cobrança de impostos - Direito Tributário

 



 

 

 

 

Agência Brasil - Metalúrgicos da GM fazem manifestação contra desligamento de 1.600 trabalhadores - Direito do Trabalho

 
26 de Fevereiro de 2009 - 18h52 - Última modificação em 26 de Fevereiro de 2009 - 18h52


Metalúrgicos da GM fazem manifestação contra desligamento de 1.600 trabalhadores

Bruno Bocchini
Repórter da Agência Brasil

 
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São Caetano do Sul - Centenas de metalúrgicos da General Motors do Brasil, que tem sede em São Caetano do Sul, na Grande São Paulo, realizaram, na tarde de hoje (26), em frente à fábrica, manifestação contra o desligamento de 1.633 trabalhadores da empresa. Os funcionários que serão dispensados têm contrato por tempo determinado e os desligamentos vão ocorrer de acordo com o vencimento do contrato de cada trabalhador.  

Segundo o Sindicato dos Metalúrgicos de São Caetano do Sul, até o mês de abril, cerca de 50 trabalhadores por dia receberão a carta de dispensa. Até amanhã (27), 90 funcionários devem ser desligados.

“Aqui a produção estava a todo vapor, mas seria difícil essa manutenção no pico em que estava. Eles estão tomando uma atitude até arbitrária, porque, se ganhássemos um fôlego de três ou quatro meses, tudo indica que poderíamos retomar à normalidade”, afirmou o presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São Caetano do Sul, Aparecido Inácio da Silva.

De acordo com Silva, em reunião com a empresa, o sindicato vai propor alternativas para o desligamento dos trabalhadores, como a suspensão temporária do contrato de trabalho (medida conhecida como layoff). A reunião está marcada para 5 de março.

Por meio de sua assessoria de imprensa, a GM afirmou que não vai se manifestar sobre as dispensas.



 


Agência Brasil - Metalúrgicos da GM fazem manifestação contra desligamento de 1.600 trabalhadores - Direito do Trabalho

 



 

 

 

 

Agência Brasil - Justiça do Trabalho suspende demissões na Embraer - Direito do Trabalho

 
27 de Fevereiro de 2009 - 12h08 - Última modificação em 27 de Fevereiro de 2009 - 12h11


Justiça do Trabalho suspende demissões na Embraer

Maria Eugênia Castilho
Repórter da Agência Brasil

 
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São Paulo - O presidente do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) de Campinas, desembargador Luís Carlos Cândido Martins Sotero da Silva, concedeu na manhã de hoje (27) liminar que suspende até a próxima quinta-feira (5) as 4,2 mil demissões na Empresa Brasileira de Aeronáutica (Embraer). Os funcionários foram demitidos no dia 19 de fevereiro.

Na ação, as entidades sindicais argumentam que a Embraer ignorou os sindicatos e não estabeleceu nenhum tipo de negociação antes de oficializar a demissão em massa. Outro argumento usado é que a Embraer é uma empresa com alto índice de lucratividade, que não precisaria das demissões para enfrentar eventuais crises financeiras.

O Ministério Público do Trabalho agendou para a próxima segunda-feira (2) uma audiência de conciliação entre o Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos e a Embraer. A audiência, marcada para as 10h, é uma resposta à representação impetrada pelo sindicato para pedir que as demissões da Embraer sejam anuladas.



 


Agência Brasil - Justiça do Trabalho suspende demissões na Embraer - Direito do Trabalho

 



 

 

 

 

Agência Brasil - Ambev demite 146 funcionários no interior de São Paulo - Direito do Trabalho

 
27 de Fevereiro de 2009 - 14h18 - Última modificação em 27 de Fevereiro de 2009 - 14h41


Ambev demite 146 funcionários no interior de São Paulo

Maria Eugênia Castilho
Repórter da Agência Brasil

 
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São Paulo - A Ambev anuniou hoje (27) que está encerrando suas atividades na fábrica de Mogi Mirim, interior da capital paulista, e transferindo a capacidade de produção total da unidade para as fábricas de Jacareí, Guarulhos e Jaguariúna.

Do total de 166 funcionários da unidade, 20 serão transferidos para outras filiais do estado e 146 serão desligados. Estes trabalhadores demitidos continuarão com o plano de saúde por cinco meses e poderão ser recontratados em 2010, quando se iniciará a produção para o verão.

De acordo com a assessoria de imprensa da Ambev, o fechamento da fábrica em Mogi Mirim não está relacionado à crise que afetou várias empresas no Brasil e no mundo. Essa fábrica era a menor da Ambev e para otimizar a cadeia produtiva foi transferida para outras unidades.

Em nota, a Ambev diz que “foi a única cervejaria brasileira que teve um aumento da carga de impostos federais (IPI/PIS e Cofins) em 2009, sendo necessário assim encontrar alternativas para compensar essa desvantagem relativa ante a concorrência. A realocação da capacidade produtiva de Mogi para outras fábricas da região demonstra o esforço da empresa em continuar obtendo economias de custo via ganhos de eficiência.”



 


Agência Brasil - Ambev demite 146 funcionários no interior de São Paulo - Direito do Trabalho

 



 

 

 

 

Agência Brasil - Centrais sindicais estudam dia nacional de protesto contra demisssão de trabalhadores - Direito do Trabalho

 
27 de Fevereiro de 2009 - 15h57 - Última modificação em 27 de Fevereiro de 2009 - 17h25


Centrais sindicais estudam dia nacional de protesto contra demisssão de trabalhadores

Elaine Patricia Cruz
Repórter da Agência Brasil

 
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São José dos Campos (SP) - O Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos e as centrais sindicais estudam a realização de um dia nacional de protesto contra a demissão de trabalhadores no Brasil. A decisão foi anunciada na tarde de hoje (27), após reunião na sede do sindicato.

“Hoje o importante foi que todas as centrais, com exceção da CUT [Central Única dos Trabalhadores], vieram aqui para apoiar a luta dos companheiros da Embraer [Empresa Brasileira de Aeronáutica] e começar a pensar em ações unitárias onde houver outras demissões e em ações que levem em conta mudanças na política econômica do país”, disse o secretário-geral da Força Sindical, João Carlos Gonçalves, o Juruna.

Ele informou que na próxima semana as centrais sindicais vão se reunir novamente para elaborar um calendário de lutas para evitar mais demissões no país. Segundo Juruna, a mudança proposta pelas centrais passa pela diminuição da taxa de juros, redução da jornada de trabalho e aumento dos investimentos do Plano de Aceleração do Crescimento (PAC).

Já o coordenador da Conlutas, José Maria de Almeida, citou a decisão do desembargador Luís Carlos Sotero, do Tribunal Regional do Trabalho de Campinas, aceitando o pedido de liminar e suspendendo as demissões na Embraer, dizendo que vai “corrigir, pelo menos provisoriamente, uma injustiça”. Segundo ele, além da reintegração dos funcionários, a sentença permitirá a abertura de uma negociação dos sindicatos com a empresa.

Almeida disse que, com a decisão do desembargador, os funcionários reintegrados ao quadro continuarão recebendo seus salários normalmente, sem nenhum tipo de prejuízo. “Se a empresa quiser reintegrá-los à produção neste momento, ela pode fazê-lo, mas, se os mantiver afastados, terá que pagar seus salários com todos os encargos sociais devidos, como se fossem empregados normais da empresa.”

A Embraer, empresa fabricante de aviões, anunciou  no dia 19 deste mês a demissão de cerca de 4,2 mil trabalhadores, o equivalente a 20% do quadro de 21.362 funcionários. Na ocasião, a empresa divulgou comunicado dizendo que foi a crise internacional que a levou a "efetivar uma revisão de sua base de custos e de seu efetivo de pessoal, adequando-os à nova realidade de demanda por aeronaves comerciais e executivas". Cerca de 90% das receitas da Embraer são oriundas de exportações, que, de acordo com a nota, vêm sendo afetadas pela crise internacional.

A decisão do desembargador Luís Carlos Sotero suspende até a próxima quinta-feira (5) as 4,2 mil demissões na Embaer.















 


Agência Brasil - Centrais sindicais estudam dia nacional de protesto contra demisssão de trabalhadores - Direito do Trabalho

 



 

 

 

 

Agência Brasil - Dilma diz que governo cumpre a lei ao repassar recursos públicos a movimentos sociais - Direito do Trabalho

 
27 de Fevereiro de 2009 - 19h49 - Última modificação em 27 de Fevereiro de 2009 - 19h49


Dilma diz que governo cumpre a lei ao repassar recursos públicos a movimentos sociais

Carolina Pimentel
Repórter da Agência Brasil

 
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Brasília - A ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, disse hoje (27) que o governo cumpre a lei quando se trata no repasse de recursos públicos a movimentos sociais. Ela deu a declaração ao ser indagada sobre as críticas do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Gilmar Mendes, de que é ilegal financiar movimentos que cometem atos ilícitos, referindo-se às últimas invasões de fazendas do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST). Durante o carnaval, os sem-terra invadiram propriedades em São Paulo e em Pernambuco, onde quatro pessoas morreram.
 
“O Executivo cumpre a lei. Não operamos com nenhuma ilegalidade. Para que uma coisa se caracterize como legalidade ou ilegalidade, há uma prova real ou há uma manifestação do Judiciário. Estou falando em manifestação formal do Judiciário, ou seja, um julgamento”, disse em entrevista, em Florianópolis.

“Respeitamos o presidente do Supremo, mas o governo federal cumpre a lei. Quando avaliarmos que alguma coisa está ilegal, não vamos fazer. Enquanto estivermos legais, estamos fazendo. Não há muita complexidade nessa questão”, acrescentou a ministra. Ela acompanhou Lula na inauguração de uma linha de transmissão de energia elétrica.



 


Agência Brasil - Dilma diz que governo cumpre a lei ao repassar recursos públicos a movimentos sociais - Direito do Trabalho

 



 

 

 

 

Agência Brasil - Embraer vai recorrer da decisão do TRT de suspender as demissões na empresa - Direito do Trabalho

 
27 de Fevereiro de 2009 - 20h30 - Última modificação em 27 de Fevereiro de 2009 - 20h30


Embraer vai recorrer da decisão do TRT de suspender as demissões na empresa

Luana Lourenço
Repórter da Agência Brasil

 
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Brasília - A Empresa Brasileira de Aeronáutica (Embraer) anunciou hoje (27) no início da noite que irá recorrer da decisão do Tribunal Regional do Trabalho da 15° Região que suspendeu até a próxima quinta-feira (5) as 4,2 mil demissões anunciadas pela empresa no último dia 19.

A empresa pretende apresentar o recurso ainda hoje. Em nota, a Embraer diz que “reitera seu profundo respeito aos funcionários que tiveram seus contratos de trabalho rescindidos, mas novamente enfatiza a necessidade de se ajustar à drástica redução de demanda por aeronaves em todo o mundo”.

No recurso à Justiça do Trabalho, a empresa vai argumentar que as demissões foram efetuadas “rigorosamente de acordo com todos os preceitos e normas legais existentes”.

A suspensão foi anunciada na manhã de hoje pelo desembargador Luís Carlos Cândido Martins Sotero da Silva, em resposta à ação movida por entidades sindicais que argumentam que a Embraer ignorou os sindicatos e não estabeleceu nenhum tipo de negociação antes de oficializar a demissão em massa.



 


Agência Brasil - Embraer vai recorrer da decisão do TRT de suspender as demissões na empresa - Direito do Trabalho

 



 

 

 

 

Agência Brasil - Presidente do BNDES tentará estimular negociação entre Embraer e sindicato - Direito do Trabalho

 
27 de Fevereiro de 2009 - 20h35 - Última modificação em 27 de Fevereiro de 2009 - 20h35


Presidente do BNDES tentará estimular negociação entre Embraer e sindicato

Bruno Bocchini
Repórter da Agência Brasil

 
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São Paulo - O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Luciano Coutinho, comprometeu-se hoje (27), em reunião realizada no início da noite, em São Paulo, com a direção do Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos, a estimular uma negociação entre a Embraer e o sindicato.

Luciano Coutinho não falou com os jornalistas após o encontro mas, de acordo com a assessoria de imprensa da banco, o presidente do BNDES avaliou que a decisão do Tribunal Regional do Trabalho de Campinas, que suspendeu até quinta-feira (5) as 4.200 demissões, abriu uma nova oportunidade de negociação.

De acordo com os sindicalistas, Coutinho afastou a possibilidade de corte dos contratos do financiamento assinados entre o banco e a empresa aeronáutica. Também não se manifestou sobre a proposta de reestatização da empresa, apresentada pelo sindicato.

“Falamos que a empresa tem que mexer nos lucros. Ela ganhou rios de dinheiro de 2003 até 2008, foi uma montanha de dinheiro arrecadada, e dividida para os acionistas. Agora, não agüenta segurar os trabalhadores por um pouco mais de tempo?”, questionou o advogado do sindicato, Antonio Ferreira.

Para os sindicalistas, a melhor solução para reverter as demissões seria redução da jornada de trabalho da empresa. “A nossa proposta é redução da jornada de trabalho sem redução de salário. A empresa faz 43 horas semanais, e é empresa aeronautica que tem a maior jornada semanal do mundo. Se reduzir a jornada para 40 horas, abre 1.500 novos postos de trabalho”, afirmou Ferreira.



 


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Agência Brasil - Novo presidente do TST defende negociação e desoneração da folha em tempos de crise - Direito do Trabalho

 
28 de Fevereiro de 2009 - 15h28 - Última modificação em 28 de Fevereiro de 2009 - 15h28


Novo presidente do TST defende negociação e desoneração da folha em tempos de crise

Gilberto Costa
Repórter da Agência Brasil

 
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Brasília - Tomará posse segunda-feira (2) na presidência do Tribunal Superior do Trabalho (TST) o paulista Milton de Moura França, 67 anos. O ministro, que está no Tribunal desde 1996, poderá enfrentar o período mais crítico das relações de trabalho no Brasil desde a estabilidade econômica dos anos 1990. Só nos últimos meses de dezembro e janeiro, o Ministério do Trabalho e Emprego registrou um saldo de mais de 750 mil postos de trabalho fechados.

No cenário de crise, o risco é que aumentem os contenciosos entre capital e força de trabalho e cresça o número de disputas judiciais, que acabam no TST. “Não temos como trabalhar mais. Já estamos no limite do suportável”, alertou o novo presidente do Tribunal, que teme “uma avalanche de processos”. Segundo estatísticas da Corte, mais de 223 mil processos foram julgados em 2008. Durante todo o ano, 186 mil processos novos foram abertos (13% a mais do que 2007). Só Moura França, então na condição de vice-presidente do TST, despachou mais de 14 mil recursos extraordinários.

“A Justiça está abarrotada de processos, não há como dar vazão a esse número imenso”, reclamou. A receita prescrita pelo novo presidente do TST para que toda a Justiça Trabalhista não fique tão congestionada é que haja mais solução extrajudicial, como acordos coletivos e arbitragens entre patrões e empregados. Em sua ótica, os problemas contratuais decorrentes da crise devem ser resolvidos por meio de negociação coletiva antes de se tornarem processos judiciais. “Eu vou dar prioridade para a negociação coletiva”, anunciou.

“O desemprego é a pior coisa que pode acontecer para o empregado. Tenho certeza de que as entidades sindicais são sensíveis a isto, basta sentar à mesa e negociar”, disse Moura França, que defende o diálogo entre as entidades patronais e de trabalhadores mas, sobretudo, a negociação direta entre sindicatos e empresas.

Moura França defendeu que, além da negociação coletiva, o governo e o Congresso Nacional criem legislação provisória para evitar demissões. “Não está se propondo redução ou eliminação de direitos”, esclareceu. Ele mesmo, no entanto, questionou: “Será que a rigidez que nós pretendemos, que existe na legislação, é compatível com essa realidade? No meu modo de entender, acho que temos que encontrar soluções que amenizem o problema, com a preservação do emprego, ainda que temporariamente”.

As saídas previstas pelo ministro para enfrentar a crise e problemas estruturais passam pelo caminho das reformas – especialmente a tributária, além da trabalhista e sindical, há mais de dez anos em discussão. Moura França crê que o corte de impostos possibilite a manutenção de postos de trabalho. “Compete aos Poderes Executivo e Legislativo uma legislação de emergência que possa desonerar a folha de pagamento para que seja mantido o emprego”, defendeu. Na visão de Moura França, é possível que a reforma tributária tenha “como contrapartida a estabilidade dos postos de trabalho, a formalização das ocupações e a melhoria da renda assalariada”.

“Se a folha de pagamento, e essa é a grande briga dos empresários, é pesada, por que não retirar uma parte desses encargos e transferir para outros segmentos produtivos ou de consumo?”, perguntou o ministro, acreditando que União, estados e municípios possam abrir mão de parte da arrecadação e reorganizar os tributos. “O Estado existe para buscar a felicidade dos que vivem nesta terra”, disse o novo presidente do TST, ministro Milton de Moura França.



 


Agência Brasil - Novo presidente do TST defende negociação e desoneração da folha em tempos de crise - Direito do Trabalho

 



 

 

 

 

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