27 de Fevereiro de 2009 - 19h25 - Última modificação em 27 de Fevereiro de 2009 - 19h25
Dilma acha que suspensão de demissões na Embraer é oportunidade para negociar acordo
Carolina Pimentel
Repórter da Agência Brasil
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Brasília - Depois da Justiça paulista suspender as mais de 4,2 mil demissões da Embraer, a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, acredita que esta seja a oportunidade para a fabricante de aviões negociar um acordo de “forma mais humana” com os trabalhadores.
Dilma afirmou que não cabe ao governo comentar a decisão judicial, mas disse que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva relatou ao presidente da empresa, Frederico Curado, sua insatisfação com a condução das demissões. Lula e Curado reuniram-se, em Brasília, na última quarta-feira (25).
“Não temos que nos manifestar. É uma questão entre a Embraer e o sindicato. Mas o presidente deixou claro para a diretoria da Embraer seu descontentamento com o fato de que poderia ter sido feita uma ação de uma forma mais humana, já que as questões internacionais e não nacionais levaram a empresa a demitir”, disse a ministra hoje (27), em Florianópolis (SC), onde acompanhou o presidente Lula na inauguração de uma linha de transmissão de energia elétrica.
De acordo com Dilma, o governo não negociou com a Embraer as demissões, apenas foi comunicado. A suspensão das dispensas vale até 5 de março, conforme determinação do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) de Campinas.
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