Texto publicado quinta, dia 16 de agosto de 2012"Provas contra Cachoeira são ilegais", diz BulhõesO novo advogado do contraventor Carlinhos Cachoeira, Antônio Nabor Bulhões, afirmou que as escutas feitas pela Polícia e divulgadas pela imprensa foram adulteradas e obtidas ilegalmente. "Já conversei duas vezes com o Carlos Augusto e, por exame preliminar, concluí que as provas foram conseguidas por meio ilícito”, afirmou ao portal Terra nesta quinta-feira (16/8). “E ainda que se admita contravenção, não se pode dizer que ele cometeu um crime."
Segundo Bulhões, seu cliente é alvo de uma campanha da imprensa para condená-lo. Bulhões cita recente reportagem exibida no programa Fantástico, da TV Globo, que teria distorcido as interceptações feitas pela Polícia Federal nas ligações de Cachoeira com outros suspeitos de comandar o jogo ilegal em Goiás.
De acordo com Bulhões, foi o próprio Márcio Thomaz Bastos, antigo advogado de Carlinhos, quem o indicou para o caso. "O Márcio foi o primeiro a ligar, me indicando. Levei de duas a três semanas para ver se aceitava, pois é um processo que absorve muito, causa aborrecimento."
O escritório do ex-ministro Thomaz Bastos anunciou no dia 31 de julho que deixaria a defesa do empresário de Carlinhos Cachoeira. Na ocasião, Dora Cavalcanti, que pertence ao escritório, afirmou que a saída não guardava relação com a suposta tentativa de suborno de um juiz federal por parte da mulher de Cachoeira, Andressa Mendonça.
Technorati Marcas: : Consultor Jurídico, Direito, Notícias de Direito, http://www.conjur.com.br/2012-ago-16/provas-cachoeira-sao-ilegais-nabor-bulhoes-advogado,
BlogBlogs Marcas: : Consultor Jurídico, Direito, Notícias de Direito, http://www.conjur.com.br/2012-ago-16/provas-cachoeira-sao-ilegais-nabor-bulhoes-advogado,
As Informações, Estudos, Livros, e Reportagens importantes para o estudante de Direito. Uma descoberta em cada estágio do curso.
sexta-feira, agosto 17, 2012
Consultor Jurídico - "Provas contra Cachoeira são ilegais", diz Nabor Bulhões, advogado do caso - Notícias de Direito
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário