domingo, agosto 03, 2008

Sinopse 03/08/2008 - Resumo dos Jornais - Agência Brasil - Radiobrás




SINOPSES - RESUMO DOS JORNAIS













03 de de 2008


O Globo


País tem só duas capitais entre 100 melhores cidades

A melhor qualidade de vida está no interior do país, constatou pesquisa da Firjan em 5.559 municípios brasileiros. Só duas capitais – Curitiba e Vitória – estão entre as cem cidades com os mais altos índices de desenvolvimento humano, indicador que mediu renda, emprego, educação e saúde da população. Entre as cem melhores, 87 são paulistas, sendo que a melhor de todas é Indaiatuba, onde todas as crianças de escola pública têm computador. Neste seleto grupo, o Estado do Rio só conseguiu emplacar duas cidades: Macaé e Niterói. As duas maiores capitais do país tiveram resultados medíocres: o Rio ficou na 157ª posição e São Paulo, 109ª (...). O Bolsa Família fez o Nordeste melhorar,mas a região não aparece na lista dos cem mais. (...). (págs. 1 e 33 a 36)




Dinheiro do petróleo acirra disputa eleitoral

Os R$ 4,5 bilhões despejados pelos royalties do petróleo, ao longo do último mandato, em sete cidades da Bacia de Campos viraram combustível para uma disputa eleitoral acirrada, informam Chico Otávio e Maiá Menezes (...) (págs. 1, 3 e 4)

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Folha de S. Paulo


PF obteve acesso total ao registro de chamadas do país

Na Operação Satiagraha, que investiga Daniel Dantas, a Polícia Federal obteve senhas da Justiça para ter acesso irrestrito ao cadastro completo e monitorar o histórico dos telefonemas, mas não a gravação da conversa, de qualquer assinante no país, informam Leonardo Souza e Hudson Corrêa. Esse tipo de autorização é polêmica. (...) Em sua primeira entrevista após sair da operação, o delegado Protógenes Queiroz diz que só uma minoria privilegiada tem “segurança jurídica”. (pág. 1 e Brasil)

País desperdiça chance de industrializar exportações

O Brasil está perdendo a oportunidade de dar um salto de qualidade em suas exportações, avaliam especialistas e membros do governo. Com receitas de cerca de US$ 400 bilhões desde 1998, o país é o líder mundial na exportação dos principais produtos agropecuários, mas ainda não consegue industrializar commodities. (...) (págs. 1 e B1)

Editoriais

“A vez do Mercosul”, sobre futuro do bloco; e “Sem limites”, acerca de resultados do setor público brasileiro. (págs. 1 e A2)

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O Estado de S. Paulo


São Paulo e Campinas já se unem numa macrometrópole

Fotos de satélite mostram que é a 1ª no Hemisfério Sul: não há mais que 14 km entre bairros das duas regiões metropolitanas. (pág. 1 e “Megacidades”)

Crescimento do País migra para o interior

O motor do significativo crescimento econômico do Brasil é o interior, comprova estudo da Federação das Indústrias do Rio de Janeiro. O índice elaborado pela instituição, o IFDM, deu um salto de quase 20% entre 2000 e 2005, passando de 0,5954 para 0,7129 numa escala de 0 a 1. Entre os 100 melhores municípios, 82 têm menos de 300 mil habitantes, informa o repórter Alexandre Rodrigues. (...) (págs. 1 e A4)

Bolsa derruba os novos investidores brasileiros

A forte queda das ações nos últimos meses derrubou milhares de brasileiros. Hoje, a Bolsa de Valores de São Paulo conta com 516.800 investidores pessoas físicas, ante 85.200 de cinco anos atrás. (...) (págs. 1 e B1)

Dora Kramer – “Os torturados na democracia”

Cobrar a reparação de mortes do passado é legítimo, mas salvar as vidas do presente é mais urgente. (págs. 1 e A8)

Notas e informações – “O que Lula fará na Argentina”

O presidente Lula deverá receber Cristina Kirchner para um jantar na embaixada brasileira e os dois lados tentarão abafar as divergências. (págs. 1 e A3)

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Jornal do Brasil


Eleição faz bem para a economia

Em períodos eleitorais, voto é dinheiro. Enquanto candidatos buscam seduzir o eleitor, uma gigantesca indústria movimenta a economia. São agências de publicidade, profissionais de mídia, institutos de pesquisa, gráficas, luz, som, locação de veículos e empregos temporários. Em ano de eleição, a renda cresce, em média, 4,38%, informa a FGV. Até outubro, cerca de R$ 1,8 bilhão deve ser injetado na economia dos 5.564 municípios do Brasil. No Rio, serão R$ 60 milhões. (Tema do dia, págs. 1, A2 e A3)

“Sem doações de donos de ônibus”

Terceiro entrevistado da série de sabatinas do JB, o candidato do PT à prefeitura, Alessandro Molon, promete fazer nova licitação para as linhas de ônibus da cidade e o transporte por vans, além de investir no metrô até a Barra da Tijuca. (pág. 1 e Eleições, pág. A8)

As muitas lições do fracasso de Doha

Em entrevistas exclusivas e artigos especiais para o JB, renomados analistas discutem o fiasco da Rodada Doha. (...) (págs. 1, E1 a E4)




A valorização do real é uma armadilha

Luiz Gonzaga Belluzzo – No começo, a cana é doce: o dinheiro externo entra fácil. Depois exige que lhe paguem mais juros para permanecer no país. A valorização excessiva é prenúncio de desvalorização abrupta. (pág. 1 e Economia, pág. E5)

EUA fazem guerra de dossiês na AL

Desmentidos por especialistas da América Latina, relatórios secretos da Agência Antidrogas, do Departamento de Estado e do Exército dos EUA, vazados pelos americanos, detalham apoio do Irã ao terrorismo na região, incluindo a Tríplice Fronteira. (págs. 1 e A25)

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Correio Braziliense


Suspeita de fraude na cota de índios do Prouni

Estudantes cadastrados como indígenas no Ministério da Educação e contemplados com bolsas do Prouni agora negam a origem. (pág. 1 e Tema do dia, págs. 12 e 13)

Cadê as vagas dos jovens?

Brasil só empresa 129 mil aprendizes – Cerca de um milhão de estudantes entre 14 e 24 anos poderiam estar com a carteira assinada, como Daniel Henrique, mas só 8% das empresas cumprem a Lei do Aprendiz. (pág. 1 e Trabalho & Formação Profissional, Capa e pág. 3)

Onde sobra trabalho

Incapacidade do Sine de qualificar e recolocar desempregados deixou em aberto um milhão de postos em 2007. (...) (págs. 1, 21 e 23)

Tarso Genro critica OAB – Para ministro, ordem mudou de atitude

Irritado com a posição da entidade, que classificou as ações da PF como um risco ao Estado de direito, o ministro da Justiça expõe, em entrevista, a delicada relação entre os advogados e o governo. (págs. 1 e 6)

Deputado investigado

Compra de rádio é questionada – Corregedoria da Câmara quer saber como Barbosa Neto (PDT-PR) adquiriu a emissora por R$ 1,4 milhão, em 2005, se o seu patrimônio, declarado um ano depois, era de R$ 544 mil. Transação foi omitida da Justiça Eleitoral. (págs. 1 e 2)

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Veja


A maquiagem da China

A engenharia social para transformar corações e mentes durante os Jogos de Pequim impressiona mais que os estádios e obras monumentais




Terror

Os e-mails das Farc entregam os amigos da guerrilha no Brasil

Fracasso de Doha

Por que a liberdade no comércio mundial não vai regredir

Transplantes

Fraudes revelam que o poder de vida e morte está em mãos erradas



Entrevista – Andreas Schleicher – Medir para avançar rápido – O físico alemão que comanda os rankings de educação da OCDE diz que o Brasil precisa copiar práticas que dão certo em outros países para deixar de vez o grupo dos piores. (págs. 17, 20 e 21)



F@rc – Os e-mais que comprometem – Arquivos apreendidos com a guerrilha mostram que a relação do PT com as Farc é maior do que se sabia – e pode ter chegado ao governo (págs. 60 a 64)



Visão de um curral eleitoral – No Rio de Janeiro, traficantes têm seus próprios candidatos a vereador. Para elegê-los, constrangem os concorrentes e coagem moradores das favelas. (págs. 66 a 68)



Receita petista – Apesar dos recordes de arrecadação de impostos, o governo demite o secretário da Receita Federal. (pág. 69)



Temporada de pesca – O governo transforma a Secretaria da Pesca em ministério, amplia o orçamento e cria mais de uma centena de cargos de confiança. Só falta avisar os peixes. (págs. 70 e 71)



Acabou tudo em jogo de palavras – Sindicância conclui que dossiê era banco de dados, entenderam? (pág. 71)



Fim de carnaval – Figura mais performática do governo Lula, Gilberto Gil renuncia ao Ministério da Cultura – e deixa só confete. (pág. 72)



Lili para os íntimos – O lado doce (e apaixonado) da líder do PT no Senado, Ideli Salvatti, que foi apelidada pela oposição de “pit bull do governo Lula”. (págs. 112 e 113)



Um poder de vida ou morte – Médico que chefiou a central de transplantes do Rio de Janeiro é preso, acusado de burlar a ordem das cirurgias de fígado. O caso mostra que é urgente apertar a fiscalização e dar transparência ao sistema de captação e doação de órgãos. (págs. 122 a 124)



Não – Negativas férreas da Índia e dos Estados Unidos enterram a Rodada Doha de abertura do comércio mundial. (págs. 130 a 133)



Amorim, pede pra sair – A falta de acordo não seria tão amarga se o chanceler não saísse das negociações moralmente derrotado por suas próprias e absurdas declarações (pág. 134)


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Época


Por que faltam órgãos para transplante

A prisão de um grande cirurgião no Rio de Janeiro alerta para o drama da má gestão, do desperdício e da corrupção numa área essencial da medicina brasileira.

A luta do ex-tesoureiro petista Delúbio Soares para voltar à política

A balada do lado sem luz – Incapaz de brilhar como ministro, Gil pede para sair – e Lula agradece. (págs. 15 e 16)



Ele quer voltar – Como o ex-tesoureiro do mensalão Delúbio Soares, em seu velho estilo subterrâneo, está articulando seu retorno ao PT e à política. (págs. 40 a 42)



Quem decide o voto é o crime – Traficantes e milicianos do Rio resolveram entrar para a política. Seus métodos são a violência, a intimidação e a criação de currais eleitorais. (págs. 44 e 45)



Bem de governo, mal de campanha – Os percalços do prefeito paulistano, Gilberto Kassab, que entrou na lista de candidatos com ficha suja. Ele tem 39% de aprovação, mas só 11% votam nele. (págs. 46 e 47)



Sombras do passado – A Justiça começa a decidir se Carlos Alberto Ustra terá de responder por torturas na ditadura. (pág. 48)



A nova dona do cofre – Mãe do humorista Mução, a primeira mulher a chefiar a Receita Federal tem fama de durona. (pág. 50)



Chance desperdiçada – O acordo comercial da Rodada de Doha seria benéfico ao mundo todo. Seu fracasso mostra que os governos não estão preparados para abrir a economia. (págs. 57 e 58)



Nossa política – Ricardo Amaral – O grampo é uma droga que vicia a polícia. (pág. 60)



A campeã do desenvolvimento – Como Indaiatuba, no interior de São Paulo, conseguiu índices de educação, saúde e emprego dignos de Primeiro Mundo. (págs. 62 e 63)



O drama do transplante de órgãos – A prisão de um médico do Rio de Janeiro revela um mundo de má gestão, desperdício e tragédias pessoais num dos setores mais avançados da medicina do país. (págs. 102 a 106)



O cirurgião fura-fila – Como um dos maiores especialistas em transplantes de fígado no Brasil foi parar na cadeia. (págs. 107 e 108)


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ISTOÉ


Até que ponto você pode mentir para seu filho?

Da separação ao uso de drogas, especialistas dizem como tratar de temas delicados com crianças e adolescentes

Economia - O Brasil faz as contas após o fracasso de Doha

O poder das mulheres – Sejam petistas, comunistas, liberais, radicais ou verdes, elas têm chances reais de chegar ao poder em várias capitais na eleição de outubro. (págs. 28 a 32)



Religiosos querem o poder – Mesmo proibidos pela Igreja, padres tentam trocar paróquias pelas prefeituras. (pág. 39)



Fernando Haddad entra no jogo - O ministro da Educação propõe a Lula a indicação de um supercoordenador da área social e passa a ser visto como opção a Dilma Rousseff. (págs. 40 e 41)



Milagres dos peixes – Secretaria da Pesca não aumentou produção do pescado, mas garantiu seguro-desemprego. (pág. 41)



Aquele abraço... – Em 2008, Gilberto Gil viajou o equivalente a uma volta e meia a redor do mundo para promover seu CD. E finalmente Lula aceitou seu terceiro pedido de demissão. (págs. 44 e 45)



O caso dos grampos de ACM – Ministério Público confirma denúncia de ISTOÉ e acusa arapongas que atuaram para o senador. (pág. 48)



Disque 1,2,3 para... – Normas de atendimento ao consumidor acabam com situações de espera e indefinição ao telefone. (págs. 64 e 65)



Doeu no Brasil – Depois do fracasso de Doha, País deve armar estratégia para enfrentar acordos bilaterais. (págs. 104 e 105)

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ISTOÉ Dinheiro


50 lojas em um só dia

Como o jovem Frederico Trajano, herdeiro da rede Magazine Luiza, planeja invadir São Paulo, no mais ambicioso plano de expansão do setor de varejo. E, com apenas 32 anos, dar seu definitivo passo para o comando do grupo

Governo

Um superministro para a verba social

Inflação – O país em que três ovos custam 100 bilhões

Entrevista – Matt Simmons – “O petróleo pode chegar a US$ 600”. (págs. 26 a 30)



Para onde vamos.... ... olhar agora? – Com o fiasco de Doha, país fica sem acordos comerciais e diante de um rombo externo que já assusta. (págs. 38 e 39)



O superministro do social – Fernando Haddad, da Educação, pode se tornar gestor das ações sociais do governo e um nome para 2010. (págs. 43 e 44)



Quando o bolso fala mais alto – Saída de Gilberto Gil revela como é difícil atrair e reter estrelas no setor público. (págs. 46 e 47)


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CartaCapital


Quem herda o espólio de ACM?


MST - Os sem-terra mudam de estratégia em busca da sobrevivência

Meio ambiente – Carlos Minc está fervendo – Midiático, o ministro, há quase três meses no cargo, ressalta as diferenças com Marina. (pág. 16)



Depois do carlismo – Eleições – Jaques Wagner, o governador, Geddel Vieira Lima, o ministro, e ACM, o neto, disputam o espólio do coronel. (págs. 22 a 26)



Contracorrente – Luiz Gonzaga Belluzzo – Lista suja, Justiça lenta – Dez a quinze anos é o prazo para decisão definitiva. Só regimes autoritários podem manter, por longo tempo, sob o guante da incerteza, tanto o acusado quanto a sociedade que exige a reparação do crime. (pág. 27)



Ministro do barulho – Cultura – Espécie de patinho feio dos governos, o MinC, com Gil, ganhou visibilidade e relevância. Mas continuou à míngua. (págs. 28 e 29)



O MST chega à encruzilhada – Campo - Acuado pela Justiça, o movimento social tenta renovar seu papel histórico. (págs. 30 a 35)



Valises invioláveis – Justiça – Nos próximos dias, Lula apreciará o polêmico projeto de lei que dificulta a ação da polícia em escritórios de advocacia. (págs. 36 e 37)



Só Homero – Ditadura – O capitão nega ter participado de tortura. Mas é citado em outros 16 casos. (pág. 40)



O mundo não se entende – OMC – Doha entrou em colapso pela rigidez dos EUA, China, Índia e Argentina. (págs. 44 a 46)



Sextante – Antônio Delfim Netto – Esta é a hora - Em princípio, o Brasil cumpre todas as precondições para promover um desenvolvimento robusto, sustentável e equânime, em um ambiente de liberdade individual. (pág. 47)



Aventuras na F1 – Marcas - O empenho da BR para conquistar a Williams e ganhar projeção internacional. (pág. 55)


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Sinopse 03/08/2008 - Resumo dos Jornais - Agência Brasil - Radiobrás

 



 

 

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