SINOPSES - RESUMO DOS JORNAIS
15 de agosto de 2008
O Globo
TSE autoriza uso das Forças Armadas na campanha do Rio
O TSE autorizou o envio de tropas militares ao Rio para garantir a segurança do processo eleitoral. As Forças Armadas podem começar a trabalhar imediatamente, em conjunto com as polícias locais e a Polícia Federal, que integram a força-tarefa criada para coibir a atuação do tráfico e das milícias em comunidades carentes durante a campanha eleitoral. Será a primeira vez que isso ocorrerá no país, já que normalmente as tropas federais são enviadas apenas nas vésperas das eleições. As tropas atuariam nos atos de campanhas de candidatos, nas votações e na apuração do resultado. O presidente do TSE, Ayres de Britto, conversou com o governador Sérgio Cabral, que classificou como bem-vinda a decisão do TSE, e disse que vai acatá-la.
A desembargadora Maria Helena Cisne protestou ao dar registro ao candidato ficha-suja Evandro José dos Passos Júnior, réu em dois processos por homicídio. (págs. 1 e 3)Desmatamento da Amazônia cai pela metade
Em julho, o desmatamento na Amazônia caiu 50% sobre junho, quando já tinha caído 20%. Em um ano, a queda foi de 60%, informa Ancelmo Góis. (Págs. 1 e 24)Obras de nove aeroportos vão ser suspensas
O ministro da Defesa, Nelson Jobim, mandou suspender as obras em nove aeroportos do país que tiveram contratos superfaturados, segundo levantamento do Tribunal de Contas da União (TCU). As irregularidades podem comprometer a infra-estrutura aeroportuária para a Copa do Mundo de 2014. Entre as obras está a do Aeroporto Santos Dumont. (Págs. 1 e 33)Justiça manda prender Lins novamente
O Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF) decretou ontem a prisão preventiva do ex-chefe de Polícia Civil Álvaro Lins, que teve o mandato de deputado cassado há dois dias. O delegado não foi achado pela PF. (Págs. 1, 19 e Luiz Garcia)Tiroteio leva pânico a Copacabana
Um intenso tiroteio entre policiais civis e traficantes no Morro do Pavão-Pavãozinho, em Copacabana, levou pânico à vizinhança, ontem de manhã. Apesar do violento confronto, não houve mortos ou feridos. A polícia não conseguiu prender o chefe do tráfico, mas apreendeu drogas e armas. Um dos quatro suspeitos presos teve as mãos amarradas por um fio, como uma algema improvisada. Em Brasília, o ministro Tarso Genro disse que os agentes da PF que desrespeitarem as regras de uso de algemas serão punidos. Em outro tiroteio, desta vez entre bandidos, em Vigário Geral, duas mulheres ficaram feridas. (Págs. 1, 13 e 18)------------------------------------------------------------------------------------
Folha de S. Paulo
União paga ajuda bilionária a juízes
Uma decisão do Conselho da Justiça Federal forçou a União a pagar a juízes de várias instâncias um total de mais de R$1 bilhão em auxílio-moradia retroativa ao período de setembro de 1994 a dezembro de 1997, informa Andréa Michael. Com determinação, esses juízes ganharam o mesmo direito já garantido a ministros do Supremo Tribunal Federal, que, em 1992, tiveram seus salários igualados aos dos congressistas, além da incorporação do auxílio-moradia pago aos parlamentares. A decisão, copiada pelo Conselho Superior de Justiça do Trabalho, se limita ao período de 1994 a 1997, porque o direito reclamado pelos magistrados para anos anteriores prescreveu. Para anos posteriores, foi ganho em ações judiciais. A medida dos conselhos beneficia mais de 4.000 juízes e desembargadores em todo o país e também se aplica a aposentados que, na época, estavam na ativa e a pensionistas. Os pagamentos já estão sendo feitos, conforme disponibilidade orçamentária. (págs. 1 e A4)STF libera para CPI acesso a parte dos dados sobre grampos
O Supremo Tribunal Federal limitou por 7 votos a 1 o acesso generalizado da CPI dos Grampos a informações sob segredo de Justiça. O tribunal já concedera às teles, em liminar, o direito de não enviar as informações sigilosas à comissão. O STF, porém, decidiu que a CPI poderá receber dados estatísticos, como total de mandados expedidos, lista das varas que os expediram e relação das cidades. (págs. 1 e A6)Para CNI, licença de 6 meses para mães vai afetar indústria do país
A CNI (Confederação Nacional da Indústria) avalia que a ampliação da licença-maternidade para seis meses sacrificará a competitividade da indústria brasileira. Segundo a entidade, ainda não há orientação formal da confederação para adoção, ou não, do programa, que é opcional para as empresas e as mulheres. Pelo projeto, apenas funcionárias de empresas serão beneficiadas. Autônomas e empregadas domésticas não terão direito a esses dois meses adicionais. (págs. 1 e B1)
Cotidiano
Anvisa obriga hospitais a notificar os casos de micobactéria no país. (págs. 1 e C5)Sob pressões, Lugo toma posse hoje no Paraguai
O ex-bispo católico Fernando Lugo, 57, toma posse hoje na Presidência do Paraguai com o carimbo de esquerda, após 61 anos de poder do Partido Colorado. Sem a maioria na Câmara e no Senado, ele já enfrenta pressões de conservadores e de sua própria base. (págs. 1 e A14)Editoriais
Leia "Comodismo fiscal" sobre combate à inflação; e "Luz para o Paraguai", acerca de relações bilaterais. (págs. 1 e A2)------------------------------------------------------------------------------------
O Estado de S. Paulo
Inglaterra quer vigiar saída de brasileiros em Cumbica
O governo britânico pretende impor aos brasileiros, a partir do ano que vem, a necessidade de visto de entrada e propõe medidas que estão criando um constrangimento diplomático. O Brasil, conforme revelou o Estado, já tinha sido incluído pelos britânicos numa lista de 11 países-problema que não estariam combatendo o embarque de imigrantes ilegais. Em ação complementar, o embaixador da Grã-Bretanha em Brasília Petter Collecott, entregou aos ministros Celso Amorim (Relações Exteriores) e Tarso Genro (Justiça) uma carta com exigências. Para evitar a adoção do regime de vistos, o Brasil teria de aceitar que um policial britânico atue na imigração do Aeroporto de Cumbica e treine funcionários de companhias aéreas. Agências de viagens precisarão, ainda, passar a fazer uma triagem mais rigorosa dos viajantes. (págs. 1 e C1)UE terá lei contra imigração
A União Européia deve aprovar nos próximos meses uma rígida lei de imigração com o objetivo de reduzir a entrada de estrangeiros em situação irregular, relata de Genebra o correspondente Jamil Chade. A cada ano, cerca de 600 mil imigrantes entram sem autorização na Europa. (págs. 1 e C1)Anulados contratos suspeitos em 9 aeroportos
O ministro Nelson Jobim (Defesa) disse ontem que os contratos de obras nos nove aeroportos do País em que o Tribunal de Contas da União apontou irregularidades serão anulados e as obras, paralisadas. O prazo mínimo para uma nova licitação após a negociação dos termos é de cerca de seis meses. (págs. 1 e C3)PF vai indiciar Dantas por lavagem de dinheiro
A Polícia Federal acredita ter indícios para enquadrar Daniel Dantas em crime de lavagem de dinheiro. O indiciamento, baseado no trabalho do delegado Protógenes Queiroz, ocorrerá ao final da investigação. (págs. 1 e A6)Petroleiras atacam veto à exploração dos supercampos
Multinacionais do setor do petróleo e a Agência Internacional de Energia criticam a proposta de mudanças na Lei do Petróleo brasileira. Elas argumentam que o País precisará de investimentos externos para extração e que as mudanças nas leis podem prejudicar a rentabilidade das novas descobertas. O presidente Lula voltou a defender que recursos do petróleo sejam aplicados na área social. (págs. 1, B1 e B4)Mais civilizado do que o juiz pensava
O Supremo reagiu à afronta da Polícia Federal, que algemou 32 pessoas na Operação Dupla Face e mostrou que no Brasil existe um ordenamento jurídico de País civilizado. (págs. 1 e A3)Artigo: Washington Novaes
Chegará o momento de tomarmos decisões mais radicais. (págs. 1 e A2)------------------------------------------------------------------------------------
Jornal do Brasil
Ataques aos royalties do petróleo do Rio
A pressão contra a manutenção dos royalties do petróleo do pré-sal no Estado do Rio vem de todos os lados. O presidente Lula critica a distorção que beneficia o Sudeste, defende mudanças na regras e aplicação em fundo de educação. Em São Paulo, o governo criou um grupo de trabalho para influenciar nas mudanças da Lei do Petróleo em debate no Congresso. Campanha forte bem também do PSDB, que lidera a frente parlamentar paulista por mudanças de demarcação. Segundo o critério do IBGE, as reservas de Tupi e Júpiter pertencem ao Rio. No modelo tucano, os campos estariam só em São Paulo. (págs. 1 e Economia A17)Campanha eleitoral: doadores preferem quem detém o poder
A listagem da Justiça Eleitoral sobre o financiamento dos candidatos ao governo das principais capitais do país, nessa eleições, não deixa dúvidas: o dinheiro corre em direção ao poder. Em 68% das cidades, os concorrentes ligados às máquinas municipais ou estaduais são os que têm os cofres mais abarrotados. (págs. 1, Tema do Dia A2 e A3)Novo Modelo
Em Brasília, policiais federais protestam contra a decisão do STF que proibiu o uso de algemas em criminosos. No Rio, a polícia se valeu de fios elétricos para manter imobilizados acusados de tráfico no Pavão-Pavãozinho. (págs. 1, País A10 e Cidade A14)Fabricação de bebidas será vigiada
Para coibir a sonegação fiscal, a Receita Federal ordenou a instalação de contadores de produção nas fábricas de bebida. O equipamento prevê alíquotas de acordo com tipo de embalagem, marca e preços. (págs. 1 e Economia A19)Álvaro Lins tem prisão decretada
Cassado sob acusação de corrupção, o ex-deputado estadual e ex-secretário de Polícia Álvaro Lins (PMDB) teve sua prisão preventiva decretada na tarde de ontem pelo Tribunal Regional Federal. (págs. 1 e Cidade A12)Lugo toma posse de olho em Itaipu
A primeira batalha do novo presidente do Paraguai, o ex-bispo Fernando Lugo, que toma posse hoje, é discutir o preço pago pelo Brasil pela energia elétrica de Itaipu, carro-chefe de sua agenda política. Técnicos dos dois países terão reunião em 15 dias. (págs. 1 e Internacional A21)------------------------------------------------------------------------------------
Correio Braziliense
Planalto adia aumento para 300 mil servidores
Estava tudo certo para sair dentro de alguns dias a medida provisória com a qual o governo concederá reajuste salarial a mais de 300 mil funcionários públicos federais, de 54 diferentes categorias. Mas a MP não virá agora. Oficialmente, os acordos entraram numa espécie de revisão final. O fato, porém, é que, por questão política, o Palácio do Planalto teme oficializá-los valendo-se de uma MP. Por isso, estuda mandar um projeto de lei à Câmara. O presidente da Casa, Arlindo Chinaglia (PT-SP), ofereceu-se para intermediar o assunto com ministros, sindicalistas e deputados.(pág. 1 e 17)Supremo manda soltar o último
Ministro Eros Grau, do STF, concede habeas corpus ao professor Hugo Chicaroni, acusado de tentar subornar delegado da Operação Satiagraha. Dos suspeitos, só ele permanecia preso. (pág. 1 e 9)Amor aos filhos
Custo da licença-maternidade de seis meses, defendida por mulheres como Adriana Mariz, preocupa pequenos empresários. (pág. 1 e 18)------------------------------------------------------------------------------------
Valor Econômico
Leasing terá IOF de 3,38% para segurar o consumo
Preocupado com o ritmo acelerado de expansão do crédito, mesmo após as medidas restritivas tomadas em janeiro, o governo deverá instituir o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) de 3,38% sobre os contratos de leasing, hoje isentos por serem considerados operações de arrendamento mercantil, e não financiamento. O Ministério da Fazenda avalia o impacto da medida com os olhos voltados principalmente para as operações de leasing de automóveis para pessoas físicas. Em janeiro, o governo aumentou de 1,5% para 3,38% a alíquota do IOF sobre operações de crédito; o Banco Central instituiu uma alíquota de compulsório sobre captações feitas pelos bancos por meio de suas empresas de leasing, que começou vigorar em maio com implantação gradual até fevereiro de 2009; e, em abril, o BC deu início ao aperto monetário, com a elevação da taxa Selic. Os juros já passaram de 11,25% para 13% ao ano e as taxas futuras cresceram mais, cerca de 4 pontos percentuais.
Nada disso, porém, foi suficiente para esfriar a demanda e reduzir a pressão do consumo sobre a inflação. "Está difícil desaquecer a economia", constatou um ministro em conversa com o Valor. Com o encarecimento do crédito tradicional para financiamento de veículos, a demanda migrou quase que integralmente para os contratos de leasing. Enquanto o volume de financiamento para a aquisição de carros novos cresceu apenas R$ 2,803 bilhões entre janeiro e junho, as operações de leasing, isentas de IOF, cresceram R$ 15,377 bilhões - recursos quase que totalmente destinados a veículos.
Para ajudar a desaquecer a demanda, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva também autorizou a área econômica a manter para o ano que vem a meta de superávit primário de 4,3% do Produto Interno Bruto (PIB). O projeto de lei do Orçamento da União, que será enviado ao Congresso até o dia 31, prorrogará a vigência do superávit adicional de 0,5% do PIB para o próximo ano, destinando a diferença para a capitalização do Fundo Soberano do Brasil. A idéia do governo é chegar ao fim do próximo exercício com R$ 30 bilhões no fundo, tornando-o, de fato, um instrumento de política fiscal anticíclica.(págs. 1, A2 e A5)Desaceleração americana já se alastra
A economia mundial - que até recentemente continuava forte apesar do enfraquecimento nos EUA - agora desacelera significativamente. O PIB da União Européia encolheu pela primeira vez desde o início do euro: 0,2% no segundo trimestre, em relação ao primeiro, e 0,8% a uma taxa anualizada. Além da UE, EUA, Reino Unido e Japão flertam com a recessão. A China é exceção. Ainda não está claro se os emergentes serão capazes de atravessar em segurança o declínio no mundo desenvolvido. A estagnação americana está se alastrando. Para complicar, enquanto os EUA lutam contra a desaceleração, outros países estão mais preocupados com a inflação.(págs. 1 e B9)Ultra leva Texaco e se aproxima da BR
A aquisição da rede de 2 mil postos de combustíveis da Texaco no país, por R$ 1,161 bilhão, abre ao Ultra as portas das regiões Nordeste, Norte e Centro-Oeste, onde o grupo estava ausente. Além disso, a compra da distribuidora americana permite ao Ultra, dono da bandeira Ipiranga, encostar na líder do setor, BR Distribuidora (Petrobras), nas regiões Sul e Sudeste, onde já atuava. Dono de 14% do mercado nacional, o grupo Ultra aumentará sua participação para 23%. Mas no Sul e Sudeste ficará com 28%. "Nessas regiões nossa participação é equivalente à da líder", diz o diretor-superintendente da Ipiranga, Leocádio Antunes Filho. O negócio fará o Ultra aumentar sua receita em mais de R$ 10 bilhões, atingindo R$ 36 bilhões, atrás apenas da Petrobras. "A disputa no mercado de combustível exige escala", disse o presidente do grupo Ultra, Pedro Wongtschowski. Ele não antevê - depois das vendas de Ipiranga, Esso e agora Texaco - novas grandes operações de aquisição, mas, sim, a migração dos chamados postos de bandeira branca - sem fidelidade - para as grandes redes. O Sindicato Nacional das Distribuidoras de Combustíveis e Lubrificantes (Sindicom) estima que a consolidação vai reduzir o número de 150 distribuidoras para cerca de 50.(págs. 1 e B7)investigadores digitais e sua parafernália ganham mercado
Longe dos holofotes das operações da polícia federal na repressão a fraudes, o perito digital assume um papel cada vez mais relevante nas investigações criminais. De apenas 500 no ano 2000, agora eles são 10 mil em todo o país.A procura cresceu e empresas especializadas em fornecer as "armas" aos peritos surgiram de todos os lados. A Techbiz é bom exemplo do que está acontecendo. Em 2003, quando era apenas uma integradora de software, começou a vender sistemas de investigação computacional. Dois anos depois, essa já era uma operação separada e mais lucrativa. A empresa, que cresceu 450% em 2007, representa 12 companhias americanas. No mesmo caminho vão Cyberbric e E-Net Security.A canadense CBL Tech, especializada na recuperação de dados, só vendia no país por meio de distribuidores. Há três anos, a procura pelos serviços fez a empresa montar um laboratório próprio em Curitiba. De 800 varreduras de disco rígido por ano, passou a fazer 3 mil. A demanda para se proteger de fraudes vem de toda parte, de operadoras de telefonia a bancos, e hoje, mais do que nunca, da Polícia Federal.(págs. 1 e B3Retomada dos fundos imobiliários
A distribuição de cotas do fundo imobiliário Shopping West Plaza, em pleno ciclo de alta de juros e às vésperas de mudanças na regulamentação do setor, marca a volta das ofertas para o varejo e reanima as discussões sobre o destino da modalidade no país. Há quase uma década acessível ao investidor, a presença desses fundos ainda é tímida. Pelos dados da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), atualmente há 72 carteiras, com um patrimônio de R$ 3,5 bilhões. Desses fundos, 16 estão listados em bolsa para negociação por investidores pessoa física. Neste ano, a CVM autorizou o registro de nove fundos, no total de R$ 561,6 milhões. Outros cinco estão em análise, somando R$ 230 milhões.(págs. 1, D1 e D2)Entre cortejo a Chávez e pressões sobre o Brasil, Lugo toma posse hoje (págs. 1 e A9)
Aquecimento eletrônico
A Abril Educação decide em setembro o futuro das editoras Ática e Scipione. Até agora, a empresa já recebeu uma dúzia de ofertas de compra. A principal candidata à aquisição é a britânica Pearson. (págs. 1 e B1)Vale acelera siderúrgica
A Vale do Rio Doce vai acelerar as obras da siderúrgica de Marabá (PA). A intenção, agora, é que a unidade, orçada em US$ 3,3 bilhões, entre em operação em 2012. (págs. 1 e B8)Resultados da Nossa Caixa
À espera da proposta de incorporação pelo Banco do Brasil, a Nossa Caixa arrumou a casa no segundo trimestre: demitiu funcionários, zerou o estoque de créditos tributários e reforçou provisões. O lucro foi de R$410,9 milhões no período. (págs. 1 e C8)Idéias: Armando Castelar
Fannie Mae e Freddie Mac compõem um dos mais assustadores capítulos da crise atual. (págs. 1 e A11)Idéias: Maria C. Fernandes
Movimento de Estados contra piso nacional de professores vai contra o contribuinte. (págs. 1 e A7)------------------------------------------------------------------------------------
Gazeta Mercantil
Regiões Norte e Nordeste atraem US$ 22 bilhões em siderúrgicas
A oficialização, ontem, do investimento de US$ 3,3 bilhões da Companhia Vale do Rio Doce (Vale) em uma usina de aço no Pará reforça o forte movimento do setor siderúrgico rumo às regiões Norte e Nordeste do País. Os projetos anunciados e em estudo alcançam US$ 22 bilhões. A expressiva demanda mundial por aço e o conseqüente aumento dos preços, aliados à melhoria de infra-estrutura da região e à proximida- de da matéria-prima, estão entre os fatores que favorecem os investimentos. A economista pernambucana Tânia Bacelar, sócia da Ceplan Consultoria e professora da Universidade Federal de Pernambuco, diz que esse movimento deve-se não apenas ao crescimento de consumo, até superior à média nacional, mas também à qualificação logística. As siderúrgicas que serão construídas no Ceará pela Vale com a coreana Dongkuk e possivelmente em Pernambuco pela Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), a primeira usina da empresa na região, vão usar os principais portos desses esnacional tados, o de Pecém e Suape, respectivamente. A atração de investimento demonstra maturidade desses mercados, afirma Ronaldo Valeño, sócio da PricewaterhouseCoopers. Segundo o Instituto Brasileiro de Siderurgia (IBS), a produção do Nordeste foi de 814 mil toneladas de aço bruto e representou apenas 2,4% da produção esnacional em 2007. Os novos investimentos, parte deles anunciada há alguns anos, devem elevar a participação das duas regiões no total produzido no País. A Vale, disse o presidente da companhia, Roger Agnelli, poderá antecipar em um ano o prazo inicialmente previsto para colocar em operação a nova siderúrgica, a Aços Laminados do Pará. Dentre os outros projetos anunciados, a Gerdau, que tem usinas na Bahia, Pernambuco e Ceará, avalia outra unidade em Pernambuco. A chinesa Min- Metals Corporation também estuda investir no Pará. (págs. 1 e A8 E C1)Lula defende nova lei do petróleo
O presidente Lula voltou ontem a defender a revisão das regras de exploração do petróleo do Brasil, em razão das descobertas na região do pré-sal, para favorecer a camada mais pobre da população. (págs. 1 e A8)Terceiro setor
A pedido do secretário-executivo do Ministério da Previdência Social, Carlos Eduardo Gabas, o tributarista Ives Gandra da Silva Martins fará um parecer sobre o projeto de lei que trata das entidades beneficentes. (págs. 1 e A12)Norma atrasa e diesel vai continuar poluindo o País
Mesmo com o quadro de poluição agravado nas grandes cidades brasileiras, a resolução que determina redução do enxofre no diesel não será cumprida a partir de janeiro de 2009, como previsto desde 2002. Empresas e governo não se prepararam para a implantação do Proconve 6, que previa redução de 500 para 50 partes por milhão (ppm) de enxofre no diesel e a adequação de motores. Para compensar, o governo acenou redução para 10 ppm, mas só em 2012. Na Europa, esse índice já vigora. Não houve cobrança do governo e as partes foram afrouxando, diz a titular da Secretaria de Mudanças Climáticas do Ministério do Meio Ambiente, Suzana Kahm. A Petrobras, caso não cumpra os prazos a partir de 2009, pode perder pontos na reavaliação das empresas que compõem o Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE) da Bovespa. (págs. 1 e C3)Lucro do Banco do Brasil cresce e o da CEF é recorde
O Banco do Brasil, o maior do País, registrou no primeiro semestre deste ano um crescimento do lucro líquido de 61% na comparação a igual período de 2007, para R$ 3,99 bilhões. O resultado veio em linha com as previsões do mercado, disse o vice-presidente da instituição, Aldo Luiz Mendes. No segundo trimestre, o ganho de R$ 1,644 bilhão foi 53,9% superior, ante o do mesmo período do ano passado. A Caixa Econômica Federal (CEF) registrou lucro recorde no semestre, de R$ 2,5 bilhões, como antecipou a Gazeta Mercantil. O ganho do Banco Real ultrapassou R$ 1 bilhão e o do Banco Nossa Caixa ficou em R$ 525,7 milhões. (págs. 1 , B1 e B2)BM&f Bovespa lucra menos no 2º trimestre
A BM&F Bovespa fechou o segundo trimestre de 2008 com lucro líquido de R$ 165,2 milhões, o que representa uma queda de 6,1% em relação ao primeiro trimestre do ano. Esta foi a primeira divulgação conjunta de resultados das duas bolsas, que lideram o mercado na América Latina. O resultado inclui a amortização do ágio da fusão, de R$ 81,1 milhões. O lucro apurado no primeiro semestre foi de R$ 329,2 milhões, levando em conta itens não recorrentes, como as despesas com a integração das instituições, concluída em maio último. Sem considerar esses efeitos, o lucro semestral teria sido maior, de R$ 476,6 milhões seria um aumento de 47% se a nova bolsa existisse no mesmo período de 2007. A ação da BM&F Bovespa começa a ser negociada na Bovespa no próximo dia 20. Até o fim deste mês, o número de funcionários da bolsa, de 1,4 mil, deverá ser reduzido em 300 pessoas (21,5%). A nova bolsa inicia o próximo mês já com sua estrutura de pessoal completa, afirmou o diretor-presidente da empresa, Edemir Pinto. (págs. 1 e A6 )Comércio
Vendas aumentam 10,6% no semestre. (págs. 1 e A4)Opinião: Robson Andrade
O índice médio de perdas elétricas na Europa e nos EUA é de 6,5% e 8%, respectivamente. No Brasil está em 16%. (págs. 1 e A3)Opinião: Augusto Nunes
Pesquisa da FGV aponta que temos uma classe média cada vez maior. Falta convencer os beneficiários da falácia de que algo mudou.(págs. 1 e A10)Opinião: Klaus Kleber
O Brasil ainda é o país do futuro no item petróleo e derivados, que deixou um déficit de US$ 4,9 bilhões no primeiro semestre. (págs. 1 e A2)------------------------------------------------------------------------------------
Estado de Minas
Fila do calote cada vez aumenta mais
Número de pessoas que não consegue pagar as contas aumentou 6,9% nos sete primeiros meses do ano, em relação ao mesmo período do ano passado, quando houve queda de 1,7%. Também cresceram as dívidas no cartão e no cheque especial. (pág. 1)Algemas da discórdia
O ministro da Justiça, Tarso Genro, garantiu que a Polícia Federal cumprirá a determinação do Supremo de limitar o uso de algemas nos presos em suas operações. (pág. 1)Supremo solta acusado de tentar comprar delegado. (pág. 1)
Agricultores pressionam de novo para rolar dívida. (pág. 1)
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Jornal do Commercio
Falta de manutenção ameaça obras viárias
Entidade nacional de arquitetura e engenharia diz que antigos viadutos, pontes e passarelas do Grande Recife representarão riscos à população se não forem recuperados em cinco anos. Serviço pode custar até 125 vezes mais que o valor original. (pág.1)Supremo quer evitar exposição de presos para câmeras de TV (pág.1)
Protesto de sem-teto acaba em confusão (pág.1)
Servidores (pág.1)
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Sinopse 15/08/2008 - Resumo dos Jornais - Agência Brasil - Radiobrás
Olá,
ResponderExcluirEstou entrando em contato novamente para tratar da Parceria Comercial mencionada via e-mail em 11/08/08.
Continuamos interessados no site.
Aguardo um retorno para iniciarmos a negociação.
Grata e à disposição,
Stephanie Sarmiento
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