domingo, agosto 17, 2008

Sinopse 17/08/2008 - Resumo dos Jornais - Agência Brasil - Radiobrás




SINOPSES - RESUMO DOS JORNAIS













17 de agosto de 2008


O Globo


Fichas-sujas vão às ruas em busca de votos no Rio

Liberados pela decisão do Supremo Tribunal Federal que autoriza quem tem processo e até condenação a continuar na disputa, candidatos de ficha suja deslancharam suas campanhas no Estado do Rio, principalmente na Baixada. A prefeita de Magé, Núbia Gozzolino (PMDB), ré em 29 processos por improbidade administrativa, e o ex-prefeito de Caxias José Camilo Zito (PSDB), réu em uma ação penal e 11 civis, elogiam o Supremo e vão às ruas em busca de votos com práticas clientelistas e estrutura de campanha milionária. (págs. 1 e 3)




Turismo legislativo

O pagamento de diárias para viagens a locais de apelo turístico tornou-se uma forma disfarçada de complementação salarial para vereadores, segundo relatório do Tribunal de Contas do Estado. (págs. 1 e 8)

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Folha de S. Paulo


Ex-militares pedem R$ 300 mi à União por ação no Araguaia

Ao menos 175 ex-militares entraram na Justiça Federal em Brasília com ações contra a União pedindo indenização por danos sofridos no combate à guerrilha do Araguaia, relata Sérgio Torres. Alegam que, por ordem superior, tiveram de participar da captura e da morte de guerrilheiros do PC do B. Outros 425 ex-militares estão prestes a entrar com ações indenizatórias idênticas. Em média, cada um pede R$ 500 mil de ressarcimento, o que soma quase R$ 300 milhões. Eles afirmam que, 33 anos após o final da guerrilha, ainda apresentam seqüelas morais, físicas e psicológicas. A Advocacia Geral da União não reconhece o direito dos ex-militares de pedir indenização. De acordo com a AGU, os episódios do Araguaia prescreveram cinco anos após os enfrentamentos, e os ex-militares não conseguem comprovar os danos. O Ministério da Defesa não comenta. (págs. 1 e A16)

‘Supergrampo’ da PF escuta sem depender de operadoras

A Polícia Federal adquiriu equipamentos capazes de interceptar telefones celulares sem recorrer às operadoras – e portanto, em tese, sem a necessidade de autorização judicial -, com o aval da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações). A PF não se manifestou. A Anatel diz ter analisado o equipamento a pedido do Ministério da Justiça para ser usado apenas como bloqueador em presídios. (págs. 1 e A4)

Teles infringem norma de preço para banda larga

O preço de acesso à internet de banda larga oferecido por OI e Telefônica chega a variar mais de 100% de um município para outro. Para a Anatel, não pode haver diferença entre cidades da mesma área. As empresas alegam que o acesso à internet é prestado em regime privado e o preço é livre. (págs. 1 e B1)

Roger Agnelli

Sem mão-de-obra qualificada, há risco para o crescimento. (págs. 1 e B2)

Carlos Heitor Cony

Voto obrigatório é a principal causa de currais eleitorais. (págs. 1 e A2)

Editoriais

Leia “Todos de acordo”, sobre mutirão político a favor de teles; e “Morosidade na saúde”, acerca de epidemia. (págs. 1 e A2)

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O Estado de S. Paulo


Despesas do governo federal cresceram menos que o PIB

Relatório que o Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) vai divulgar nesta semana revela que o governo conteve o avanço de seus gastos no primeiro semestre. As despesas federais primárias cresceram 4,4%, segundo cálculos do instituto, vinculado à FGV. É menos do que a expansão do PIB, estimada entre 5,5% e 6% no período. Trata-se de uma reversão significativa. No primeiro semestre de 2007, o crescimento tinha sido de 11,1%. “Para um governo que tem fama de gastador, os números representam uma surpresa positiva”, diz o economista Fernando Fenolio, do Unibanco. A principal causa da mudança foi a freada nas despesas com salários e aposentadorias. Analistas receiam que a melhoria seja transitória e advertem que o gasto ainda é elevado. (págs. 1, B1, B3 e B4)

Animada com pesquisa, Marta quer vitória no 1º turno

Pesquisa Ibope divulgada anteontem sobre a disputa pela Prefeitura de São Paulo ajudou a alimentar no PT a esperança de vitória de Marta Suplicy já no primeiro turno. A ordem no partido é trabalhar para tentar decidir logo a eleição. Na pesquisa, encomendada pelo Estado e pela TV Globo, Marta tem 41% das intenções de voto e Geraldo Alckmin (PSDB), 26%. (págs. 1 e A4)

Celso Ming – “A maldição da Petrobrás”

Ninguém esperava que justamente do governo Lula partiria um projeto de esvaziamento da empresa. (págs. 1 e B2)

Notas e Informações – ‘A ANP sou eu’

O governo quer criar uma estatal de petróleo. Para que, se não for para dar empregos aos companheiros e servir de instrumento político? (págs. 1 e A3)

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Jornal do Brasil


Um golpista no Judiciário

No relatório da Polícia Federal sobre a Operação Satiagraha – que resultou na prisão de Daniel Dantas sob acusação de corrupção, lavagem de dinheiro e tráfico de influência – aparece uma curiosa figura: o advogado Marlan de Moraes Marinho Júnior, irmão de juiz, filho e sobrinho de desembargadores. Marlan Jr. notabilizou-se por utilizar-se da família, consolidando a tradição de nepotismo na estrutura do Judiciário. (págs. 1, A2 a A4)

O debate dos royalties do petróleo do Rio

A descoberta de megacampos de petróleo na camada pré-sal do litoral do Rio abriu o debate sobre a distribuição de royalties para Estados e municípios. O senador Aloízio Mercadante propõe a redistribuição dos recursos. O JB obteve artigos exclusivos sobre o assunto. (págs. 1, E1 e E5 e Editorial A8)

Solange e a defesa da Cidade da Música

Quinta entrevistada pelo JB, a candidata do prefeito Cesar Maia à prefeitura, Solange Amaral (DEM), defendeu a Cidade da Música – “houve polêmica na construção do Maracanã” – e se disse pronta a unir forças com o Estado e a União em prol do Rio. Promete ainda aprimorar os projetos de seu padrinho político. (pág. 1, Eleições e págs. A10 e A12)

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Correio Braziliense


Cotistas da UnB só perdem em exatas

Pesquisa mostra que em um terço dos cursos na Universidade de Brasília não há diferença entre o rendimento acadêmico de cotistas e não-cotistas, e o desempenho varia de acordo com a faculdade escolhida. Na área de saúde, há empate na comparação das notas, mas as avaliações dos cotistas são melhores em ciências humanas. Os piores resultados são em exatas. Na opinião dos especialistas, isso ocorre porque os alunos vêm de escolas públicas, onde não há uma base forte nas disciplinas de matemática e física. O estudo que compara o rendimento dos alunos é realizado desde 2004, quando o programa que garante 20% das vagas no vestibular para afrodescendentes foi adotado. (págs. 1, 32 e 33)

Operação Mão-de-Obra – PF suspeita de envolvimento de senador

Em ligações telefônicas, empresários investigados por fraudes em licitações dizem que impasses referentes a processos seriam resolvidos em João Pessoa, capital do estado que elegeu o senador Efraim Morais (DEM-PB). Parlamentar ocupa cargo de primeiro-secretário, responsável pelos contratos no Senado. (págs. 1 e 2)

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Valor Econômico


Leasing terá IOF de 3,38% para segurar o consumo

Preocupado com o ritmo acelerado de expansão do crédito, mesmo após as medidas restritivas tomadas em janeiro, o governo deverá instituir o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) de 3,38% sobre os contratos de leasing, hoje isentos por serem considerados operações de arrendamento mercantil, e não financiamento. O Ministério da Fazenda avalia o impacto da medida com os olhos voltados principalmente para as operações de leasing de automóveis para pessoas físicas.



Em janeiro, o governo aumentou de 1,5% para 3,38% a alíquota do IOF sobre operações de crédito; o Banco Central instituiu uma alíquota de compulsório sobre captações feitas pelos bancos por meio de suas empresas de leasing, que começou vigorar em maio com implantação gradual até fevereiro de 2009; e, em abril, o BC deu início ao aperto monetário, com a elevação da taxa Selic. Os juros já passaram de 11,25% para 13% ao ano e as taxas futuras cresceram mais, cerca de 4 pontos percentuais.



Nada disso, porém, foi suficiente para esfriar a demanda e reduzir a pressão do consumo sobre a inflação. "Está difícil desaquecer a economia", constatou um ministro em conversa com o Valor. Com o encarecimento do crédito tradicional para financiamento de veículos, a demanda migrou quase que integralmente para os contratos de leasing. Enquanto o volume de financiamento para a aquisição de carros novos cresceu apenas R$ 2,803 bilhões entre janeiro e junho, as operações de leasing, isentas de IOF, cresceram R$ 15,377 bilhões - recursos quase que totalmente destinados a veículos.



Para ajudar a desaquecer a demanda, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva também autorizou a área econômica a manter para o ano que vem a meta de superávit primário de 4,3% do Produto Interno Bruto (PIB). O projeto de lei do Orçamento da União, que será enviado ao Congresso até o dia 31, prorrogará a vigência do superávit adicional de 0,5% do PIB para o próximo ano, destinando a diferença para a capitalização do Fundo Soberano do Brasil. A idéia do governo é chegar ao fim do próximo exercício com R$ 30 bilhões no fundo, tornando-o, de fato, um instrumento de política fiscal anticíclica.(págs. 1, A2 e A5)




Desaceleração americana já se alastra

A economia mundial - que até recentemente continuava forte apesar do enfraquecimento nos EUA - agora desacelera significativamente. O PIB da União Européia encolheu pela primeira vez desde o início do euro: 0,2% no segundo trimestre, em relação ao primeiro, e 0,8% a uma taxa anualizada. Além da UE, EUA, Reino Unido e Japão flertam com a recessão. A China é exceção. Ainda não está claro se os emergentes serão capazes de atravessar em segurança o declínio no mundo desenvolvido. A estagnação americana está se alastrando. Para complicar, enquanto os EUA lutam contra a desaceleração, outros países estão mais preocupados com a inflação.(págs. 1 e B9)


Ultra leva Texaco e se aproxima da BR

A aquisição da rede de 2 mil postos de combustíveis da Texaco no país, por R$ 1,161 bilhão, abre ao Ultra as portas das regiões Nordeste, Norte e Centro-Oeste, onde o grupo estava ausente. Além disso, a compra da distribuidora americana permite ao Ultra, dono da bandeira Ipiranga, encostar na líder do setor, BR Distribuidora (Petrobras), nas regiões Sul e Sudeste, onde já atuava. Dono de 14% do mercado nacional, o grupo Ultra aumentará sua participação para 23%. Mas no Sul e Sudeste ficará com 28%. "Nessas regiões nossa participação é equivalente à da líder", diz o diretor-superintendente da Ipiranga, Leocádio Antunes Filho.



O negócio fará o Ultra aumentar sua receita em mais de R$ 10 bilhões, atingindo R$ 36 bilhões, atrás apenas da Petrobras. "A disputa no mercado de combustível exige escala", disse o presidente do grupo Ultra, Pedro Wongtschowski. Ele não antevê - depois das vendas de Ipiranga, Esso e agora Texaco - novas grandes operações de aquisição, mas, sim, a migração dos chamados postos de bandeira branca - sem fidelidade - para as grandes redes. O Sindicato Nacional das Distribuidoras de Combustíveis e Lubrificantes (Sindicom) estima que a consolidação vai reduzir o número de 150 distribuidoras para cerca de 50.(págs. 1 e B7)


Investigadores digitais e sua parafernália ganham mercado

Longe dos holofotes das operações da Polícia Federal na repressão a fraudes, o perito digital assume um papel cada vez mais relevante nas investigações criminais. De apenas 500 no ano 2000, agora eles são 10 mil em todo o país.A procura cresceu e empresas especializadas em fornecer as "armas" aos peritos surgiram de todos os lados.



A Techbiz é bom exemplo do que está acontecendo. Em 2003, quando era apenas uma integradora de software, começou a vender sistemas de investigação computacional. Dois anos depois, essa já era uma operação separada e mais lucrativa. A empresa, que cresceu 450% em 2007, representa 12 companhias americanas. No mesmo caminho vão Cyberbric e E-Net Security. A canadense CBL Tech, especializada na recuperação de dados, só vendia no país por meio de distribuidores.



Há três anos, a procura pelos serviços fez a empresa montar um laboratório próprio em Curitiba. De 800 varreduras de disco rígido por ano, passou a fazer 3 mil. A demanda para se proteger de fraudes vem de toda parte, de operadoras de telefonia a bancos, e hoje, mais do que nunca, da Polícia Federal.(págs. 1 e B3


Retomada dos fundos imobiliários

A distribuição de cotas do fundo imobiliário Shopping West Plaza, em pleno ciclo de alta de juros e às vésperas de mudanças na regulamentação do setor, marca a volta das ofertas para o varejo e reanima as discussões sobre o destino da modalidade no país. Há quase uma década acessível ao investidor, a presença desses fundos ainda é tímida.



Pelos dados da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), atualmente há 72 carteiras, com um patrimônio de R$ 3,5 bilhões. Desses fundos, 16 estão listados em bolsa para negociação por investidores pessoa física. Neste ano, a CVM autorizou o registro de nove fundos, no total de R$ 561,6 milhões. Outros cinco estão em análise, somando R$ 230 milhões.(págs. 1, D1 e D2)


Entre cortejo a Chávez e pressões sobre o Brasil, Lugo toma posse hoje (págs. 1 e A9)


Aquecimento eletrônico

A Abril Educação decide em setembro o futuro das editoras Ática e Scipione. Até agora, a empresa já recebeu uma dúzia de ofertas de compra. A principal candidata à aquisição é a britânica Pearson. (págs. 1 e B1)




Vale acelera siderúrgica

A Vale do Rio Doce vai acelerar as obras da siderúrgica de Marabá (PA). A intenção, agora, é que a unidade, orçada em US$ 3,3 bilhões, entre em operação em 2012. (págs. 1 e B8)




Resultados da Nossa Caixa

À espera da proposta de incorporação pelo Banco do Brasil, a Nossa Caixa arrumou a casa no segundo trimestre: demitiu funcionários, zerou o estoque de créditos tributários e reforçou provisões. O lucro foi de R$ 410,9 milhões no período.(págs. 1 e C8)




Idéias: Armando Castelar

Fannie Mae e Freddie Mac compõem um dos mais assustadores capítulos da crise atual. (págs. 1 e A11)




Idéias: Maria C. Fernandes

Movimento de Estados contra piso nacional de professores vai contra o contribuinte. (págs. 1 e A7)






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Gazeta Mercantil


Regiões Norte e Nordeste atraem US$ 22 bilhões em siderúrgicas

A oficialização, ontem, do investimento de US$ 3,3 bilhões da Companhia Vale do Rio Doce (Vale) em uma usina de aço no Pará reforça o forte movimento do setor siderúrgico rumo às regiões Norte e Nordeste do País. Os projetos anunciados e em estudo alcançam US$ 22 bilhões. A expressiva demanda mundial por aço e o conseqüente aumento dos preços, aliados à melhoria de infra-estrutura da região e à proximida- de da matéria-prima, estão entre os fatores que favorecem os investimentos.



A economista pernambucana Tânia Bacelar, sócia da Ceplan Consultoria e professora da Universidade Federal de Pernambuco, diz que esse movimento deve-se não apenas ao crescimento de consumo, até superior à média nacional, mas também à qualificação logística. As siderúrgicas que serão construídas no Ceará pela Vale com a coreana Dongkuk e possivelmente em Pernambuco pela Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), a primeira usina da empresa na região, vão usar os principais portos desses esnacional tados, o de Pecém e Suape, respectivamente. “A atração de investimento demonstra maturidade desses mercados”, afirma Ronaldo Valeño, sócio da PricewaterhouseCoopers.



Segundo o Instituto Brasileiro de Siderurgia (IBS), a produção do Nordeste foi de 814 mil toneladas de aço bruto e representou apenas 2,4% da produção nacional em 2007. Os novos investimentos, parte deles anunciada há alguns anos, devem elevar a participação das duas regiões no total produzido no País. A Vale, disse o presidente da companhia, Roger Agnelli, poderá antecipar em um ano o prazo inicialmente previsto para colocar em operação a nova siderúrgica, a Aços Laminados do Pará.



Dentre os outros projetos anunciados, a Gerdau, que tem usinas na Bahia, Pernambuco e Ceará, avalia outra unidade em Pernambuco. A chinesa Min- Metals Corporation também estuda investir no Pará. (págs. 1 e A8 E C1)


Lula defende nova lei do petróleo

O presidente Lula voltou ontem a defender a revisão das regras de exploração do petróleo do Brasil, em razão das descobertas na região do pré-sal, para favorecer a camada mais pobre da população. (págs. 1 e A8)


Terceiro setor

A pedido do secretário-executivo do Ministério da Previdência Social, Carlos Eduardo Gabas, o tributarista Ives Gandra da Silva Martins fará um parecer sobre o projeto de lei que trata das entidades beneficentes. (págs. 1 e A12)


Norma atrasa e diesel vai continuar poluindo o País

Mesmo com o quadro de poluição agravado nas grandes cidades brasileiras, a resolução que determina redução do enxofre no diesel não será cumprida a partir de janeiro de 2009, como previsto desde 2002. Empresas e governo não se prepararam para a implantação do Proconve 6, que previa redução de 500 para 50 partes por milhão (ppm) de enxofre no diesel e a adequação de motores. Para compensar, o governo acenou redução para 10 ppm, mas só em 2012. Na Europa, esse índice já vigora. “Não houve cobrança do governo e as partes foram afrouxando”, diz a titular da Secretaria de Mudanças Climáticas do Ministério do Meio Ambiente, Suzana Kahm. A Petrobras, caso não cumpra os prazos a partir de 2009, pode perder pontos na reavaliação das empresas que compõem o Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE) da Bovespa. (págs. 1 e C3)


Lucro do Banco do Brasil cresce e o da CEF é recorde

O Banco do Brasil, o maior do País, registrou no primeiro semestre deste ano um crescimento do lucro líquido de 61% na comparação a igual período de 2007, para R$ 3,99 bilhões. O resultado veio em linha com as previsões do mercado, disse o vice-presidente da instituição, Aldo Luiz Mendes. No segundo trimestre, o ganho de R$ 1,644 bilhão foi 53,9% superior, ante o do mesmo período do ano passado. A Caixa Econômica Federal (CEF) registrou lucro recorde no semestre, de R$ 2,5 bilhões, como antecipou a Gazeta Mercantil. O ganho do Banco Real ultrapassou R$ 1 bilhão e o do Banco Nossa Caixa ficou em R$ 525,7 milhões. (págs. 1 , B1 e B2)


BM&F Bovespa lucra menos no 2º trimestre

A BM&F Bovespa fechou o segundo trimestre de 2008 com lucro líquido de R$ 165,2 milhões, o que representa uma queda de 6,1% em relação ao primeiro trimestre do ano. Esta foi a primeira divulgação conjunta de resultados das duas bolsas, que lideram o mercado na América Latina. O resultado inclui a amortização do ágio da fusão, de R$ 81,1 milhões.



O lucro apurado no primeiro semestre foi de R$ 329,2 milhões, levando em conta itens não recorrentes, como as despesas com a integração das instituições, concluída em maio último. Sem considerar esses efeitos, o lucro semestral teria sido maior, de R$ 476,6 milhões — seria um aumento de 47% se a nova bolsa existisse no mesmo período de 2007.



A ação da BM&F Bovespa começa a ser negociada na Bovespa no próximo dia 20. Até o fim deste mês, o número de funcionários da bolsa, de 1,4 mil, deverá ser reduzido em 300 pessoas (21,5%). “A nova bolsa inicia o próximo mês já com sua estrutura de pessoal completa”, afirmou o diretor-presidente da empresa, Edemir Pinto. (págs. 1 e A6 )


Opinião: Augusto Nunes

Pesquisa da FGV aponta que temos uma classe média cada vez maior. Falta convencer os beneficiários da falácia de que algo mudou.(págs. 1 e A10)


Opinião: Klaus Kleber

O Brasil ainda é o país do futuro no item petróleo e derivados, que deixou um déficit de US$ 4,9 bilhões no primeiro semestre. (págs. 1 e A2)


Comércio

Vendas aumentam 10,6% no semestre. (págs. 1 e A4)




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Veja


Os erros não são só dele

Os estudantes brasileiros são os piores nos rankings internacionais mas... mais de 90% dos professores e pais aprovam as escolas



Entrevista – José Alencar – “Saudade de Minas” – O vice-presidente da República fala sobre sua luta contra o câncer e diz que “o Brasil está com saudade de Minas Gerais”, referindo-se à sucessão presidencial. (págs. 17, 20 e 21)



A exploração do petróleo... - ...do pré-sal já começou no campo político muito antes de que se tenha extraído das jazidas um único barril. Superar essa fase de especulação e encarar a exploração a sério tem de ser o próximo passo. (págs. 58 a 63)



Ação da Abin sob suspeita – O chefe da agência de inteligência do governo está sendo investigado por autorizar a participação de arapongas em operações clandestinas da polícia. (págs. 64 e 65)



Você sabe o que estão ensinando a ele? – Uma pesquisa mostra que para os brasileiros tudo vai bem nas escolas. Mas a realidade é bem menos rósea: o sistema é medíocre. (págs. 72 a 87)


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Época


Super Phelps

O que as medalhas, os recordes e a determinação do atleta mais fenomenal na história das Olimpíadas ensinam sobre os limites do ser humano




Guerra na Geórgia: O risco das pretensões imperiais da Rússia

Por que o trauma persiste – Há mais de 20 anos, o Brasil vive sob a mais ampla democracia de sua história – mas ainda não conseguiu se livrar dos fantasmas do passado da tortura. O que explica isso? (págs. 36 a 39)



A UNE domesticada – Aliada do governo, a entidade que combateu a ditadura vai ganhar indenização para reconstruir sede. (pág. 40)



Entrevista – Carlos Velloso – “Só a Justiça pode parar o Grande Irmão” – O ex-presidente do Supremo diz que os juízes devem agir como guardiões dos direitos individuais. (págs. 44 a 46)



“O petróleo é nosso” – Parte II – O que está por trás do projeto nacionalista de criar uma nova estatal petrolífera – e por que essa é uma idéia ruim para o país. (págs. 48 e 49)



Você sabe de onde vem sua picanha? – Como os bois criados em áreas de desmatamento ilegal na Amazônia vão parar na mesa do consumidor. E por que os frigoríficos não conseguem controlar seus fornecedores. (págs. 76 a 78)



Renasce um império – A invasão da Geórgia marca a primeira tentativa de recriar o imperialismo russo destruído nos anos 90. Se não houver reação, a Ucrânia pode cair. (págs. 86 a 89)



Liderança em novas alternativas de energia – O lançamento de uma nova empresa, a Petrobras Biocombustíveis S.A. – subsidiária integral da Petrobras -, reforça a atuação da companhia no segmento de combustíveis de biomassa. (Biocombustíveis – Energia Verde)


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ISTOÉ


Olimpíada – Michael Phelps: Como ele virou um super-homem


Gilberto Carvalho – Braço direito de Lula vai ser investigado


Micobactéria – Um novo pânico toma conta dos hospitais

Entrevista – Orlando Silva - “Temos que provar que somos confiáveis” – Para o ministro dos Esportes, o desafio é convencer o mundo de que fazer uma Olimpíada no Brasil é ousado, mas seguro. (págs. 6, 7 e 10)



A ameaça que ronda o Planalto – O chefe do gabinete da Presidência, Gilberto Carvalho, entra na mira do Ministério Público Federal por suspeita de tráfico de influência. (págs. 28 a 30)



O PT toma o Estado nas mãos – Depois da PF e da Receita, só falta ao partido ocupar o Banco Central para dominar todos os cargos estratégicos. (págs. 32 e 34)



Paulicéia desvairada – Serra isola Alckmin e reforça Kassab, que precisa atacar Marta, que tem o apoio de Lula, que corteja Serra. (págs. 38 e 39)



A capital da oposição – Ministros e marqueteiro de Lula desembarcam em Curitiba na tentativa de evitar a reeleição do tucano Beto Richa. (pág. 42)



O Brasil de caminhão – Demanda aquecida gera fila de até dez meses e já atrai investimentos bilionários ao País. (pág. 88)


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ISTOÉ Dinheiro


A hora decisiva da Petrobras

O plano bilionário do presidente da estatal, José Sérgio Gabrielli, para resistir às pressões e defender os acionistas da cobiça pelas novas reservas brasileiras de petróleo




Olimpíada – O custo de cada medalha brasileira

Entrevista – Marcelo Itagiba – “Não existe mais privacidade no País”. (págs. 22, 23 e 26)



O jogo de Gabrielli – À frente de uma Petrobras que bate recordes de lucro e de reservas, o presidente Sérgio Gabrielli tenta conter a cobiça que parte até do governo. (págs. 34 a 38)



Um retrato prematuro – Assinatura do contrato para construção da segunda usina do Rio Madeira não elimina os riscos de um longo e oneroso embate judicial no setor elétrico. (págs. 40 e 41)



O desabafo de Dantas – Banqueiro ataca a Abin e sugere que a PF “armou” sua prisão para minar a supertele. (pág. 41)



E a sua parte, Mantega? – Ministro da Fazenda relança o fogo amigo contra o Banco Central, mas poderia estar fazendo bem mais no campo fiscal. (págs. 42 e 43)



O custo de uma medalha – Com investimento recorde e pouco resultado, cada pódio brasileiro pode valer R$ 20 milhões. (págs. 62 e 63)



Como Lula convenceu a Vale – Pressionada pelo governo federal, a Vale lança siderúrgica de US$ 3,3 bilhões no Pará num pacote que pode chegar a US$ 20 bilhões. (pág. 68)




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CartaCapital


Tortura – Tema proibido?

Apesar das pressões, o debate sobre punição a crimes da ditadura prossegue. Garzón, o juiz que mandou prender Pinochet: “O mais humano, correto, é responsabilizar os culpados”

Aviação: A Gol sente o peso da Varig


Garibaldi: O presidente do Senado curte os meses finais no cargo


CPI dos Grampos – Ataques a de Sanctis, afagos a Daniel Dantas

A memória condena – Ditadura – O debate sobre a punição a torturadores e a interpretação da Lei da Anistia desatam a irritação dos quartéis e a tensão política. Felizmente, há quem resista. (págs. 10 a 15)



Contra o cinismo – Entrevista – Pioneiro na punição aos crimes cometidos por militares na América do Sul, o juiz espanhol Baltasar Garzón diz que o Brasil deve lançar luzes sobre os porões da ditadura. (págs. 16 e 17)



Linha de Frente – Wálter Fanganiello Maierovitch – Na mesma medida – Se for minimamente coerente, o ministro Tarso Genro, a favor de processos contra a torturadores no Brasil, vai se opor ao asilo a Cesare Battisti. (pág. 18)



Mino Carta – O diagnóstico do juiz De Sanctis – Sim, o Brasil não é um país civilizado. Entre outras provas, além da impunidade do orelhudo, as reações graúdas ao debate sobre a Lei da Anistia. (pág. 22)



Dantas, o Supremo – CPI dos Grampos – Escoltado por um time de advogados e apoiado por uma claque parlamentar, Dantas deitou e rolou na comissão. (págs. 26 a 28)



Sextante – Antonio Delfim Netto – Dos males o menor – Até agora, a crise internacional das commodities teve efeito menos dramático no Brasil. (pág. 29)



Quero ser grande – Protagonista – Garibaldi Alves curte os últimos meses na presidência do Senão. (págs. 30 e 31)



Excesso de Bagagem – Aviação – Depois de comprar a Varig, a Gol piorou resultados e correu risco de um pouso forçado. Agora, tenta acertar a rota. (págs. 32 a 34)



Volta por cima – Bolívia – Evo se fortalece no referendo e pode começar a tentar isolar a oposição, agora mais confinada à chamada Meia-Lua. (págs. 42 e 43)



Destinados à invisibilidade – Política Cultural – O Brasil vive um radical descompasso entre a produção e o acesso. (págs. 58 e 59)


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Sinopse 17/08/2008 - Resumo dos Jornais - Agência Brasil - Radiobrás

 



 

 

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