SINOPSES - RESUMO DOS JORNAIS
05 de dezembro de 2009
O Globo
Manchete: Prefeito se compromete a reduzir área de favelas
Plano estratégico do Rio prevê espera menor em emergência de hospitais
O Plano Estratégico do Rio de 2012, a ser lançado pela prefeitura na segunda-feira com 46 metas, prevê a redução das áreas de favela em 3,5% (o equivalente a duas Rocinhas). Uma das remoções já foi programada para fevereiro: 500 famílias sairão do trecho do Morro dos Tabajaras atrás do Cemitério São João Batista, em Botafogo. Ao todo, cerca de 12 mil famílias serão removidas das favelas, e os moradores ganharão novas casas. Na área de Saúde, a meta é reduzir em 20% o tempo de espera nas emergências dos hospitais municipais. Já a Guarda Municipal ganhará mais 3 mil homens. (págs. 1, 16 e 17)PF quer acesso às contas de Arruda
A PF decidiu pedir a quebra do sigilo bancário do governador do DF, José Roberto Arruda (DEM), e demais investigados no escândalo do mensalão do DEM. O STJ é que deverá aprovar ou não. (págs. 1, 3, 4 e 10)Pão de Açúcar arremata as Casas Bahias
Sem gastar um tostão, o empresário Abílio Diniz, do Pão de Açúcar, arrematou ontem as Casas Bahia e ficou líder isolado no varejo brasileiro, com faturamento de R$ 40 bi. Os Klein (da Bahia) ficarão na festão do negócio. (págs. 1, 35 a 40)------------------------------------------------------------------------------------
Folha de S. Paulo
Manchete: Pão de Açúcar compra Casas Bahia
Transação cria empresa com o quinto maior faturamento anual e o maior empregador privado do país
O Pão de Açúcar adquiriu o controle da Casas Bahia em transação que não envolveu desembolso de dinheiro, mas definição de participação acionária dos grupos numa nova empresa.
A operação criou a quinta maior companhia do país em faturamento anual, com R$ 39,6 bilhões, atrás de Petrobras, Vale, Gerdau e AmBev. O negócio também torna o grupo o maior empregador privado do Brasil, com 137 mil funcionários.
Com a operação, o Pão de Açúcar reforça atuação no segmento da baixa renda.
Segundo o empresário Abílio Diniz, as marcas Casas Bahia e Ponto Frio, que já pertencia ao Pão de Açúcar, serão mantidas.
Concorrentes temem que a concentração no comércio de eletrônicos chegue a 70% no Estado de São Paulo. O Conselho Administrativo de Defesa Econômica pode impor restrições à transação.
Para o procurador Sady Torres, há sinais de uso de informação privilegiada. Ações da Globex, empresa usada na operação, subiram 35,4% anteontem. Ontem, nova alta, de 28,36%. (págs. 1 e Dinheiro)Arruda ignorou parecer para contratar firma suspeita no DF
O governo de José Roberto Arruda (DEM) no Distrito Federal ignorou parecer contrário de assessoria jurídica e contratou a empresa Info Educacional por R$ 12 milhões, quatro vezes a menor oferta feita na licitação.
O dono da Info foi filmado recebendo dinheiro do ex-secretário Durval Barbosa. O ex-secretário da Educação do DF disse desconhecer o parecer. O advogado da empresa não foi achado. (págs. 1 e A4)------------------------------------------------------------------------------------
O Estado de S. Paulo
Manchete: Pão de Açúcar compra Casas Bahia e cria gigante varejista
Com faturamento de R$ 40 bilhões, grupo supera Walmart e Carrefour juntos
O Grupo Pão de Açúcar anunciou ontem a compra do controle das Casas Bahia, criando um gigante de varejo de alimentos, móveis e eletroeletrônicos, com um faturamento de R$ 40 bilhões por ano. O Pão de Açúcar é a terceira maior empresa privada do País. Com a fusão, o grupo passa a ter vendas iguais às do Walmart e do Carrefour juntos, seus principais concorrentes. O negócio foi adiantado pela colunista Sonia Racy na Rádio Eldorado. Pelo acordo, as Casas Bahia serão sócias do Pão de Açúcar numa nova empresa de móveis e eletroeletrônicos, que inclui o Extra Eletro e o Ponto Frio. Ela terá um faturamento anual de R$ 18,5 bilhões, 1.015 lojas e 62 mil funcionários. O Pão de Açúcar ficará com 51% do capital e as Casas Bahia, com 49%. O alvo do Pão de Açúcar, com a incorporação das Casas Bahia, é o consumo das de menor renda, motor do crescimento. (págs. 1, B1 a B11 e D2)Caixa 2 no DF cita empresas ligadas a parlamentares
O mensalão do DEM vai além de pagamentos e aliados do governador José Roberto Arruda (DEM). Há suspeita de que empresas ligadas a parlamentares ganharam contratos do governo do Distrito Federal em troca de bancar o caixa 2 da campanha eleitoral de Arruda em 2006. A revelação da planilha desse esquema, feita pelo Estado, derrubou o presidente do PSDB-DF, Márcio Machado, autor da lista. (págs. 1, A4 a A7)PSDB tenta isolar mensalão tucano
Após abertura de processo contra o senador Eduardo Azeredo (MG), o PSDB tenta desnacionalizar o caso. O objetivo é blindar o partido. (págs. 1 e A8)------------------------------------------------------------------------------------
Jornal do Brasil
Manchete: Alemão volta a ser a fortaleza do tráfico
Ocupação da favelas da Zona Sul pela polícia forçou bandidos a fugir
As operações da PM para ocupar morros da Zona Sul da cidade, com vistas à instalação das Unidades de Polícia Pacificadora (UPP), forçaram a migração de bandidos para os complexos do Alemão e da Penha, que estão voltando a ser as maiores fortalezas do tráfico no estado, como ocorria antes dos Jogos Pan-Americanos. A região da Zona Norte passa por obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), o que dificulta as operações policiais contra os bandidos. (págs. 1 e Cidade, A12)Câmara do DF beneficia Arruda
A Câmara do Distrito Federal rejeitou seis dos oito pedidos de impeachment do governador José Roberto Arruda (DEM). E, por enquanto, ainda livrou o vice, Paulo Octávio, de investigação pelos deputados distritais. (págs. 1 e País A7)------------------------------------------------------------------------------------
Correio Braziliense
Manchete: Rastro do crime na saúde do DF
Esquema da propina envolve empresa cujos contratos saltaram de R$ 1,1 milhão para R$ 19,9 milhões no período de dois anos
Desde que foi contratada em 2007 para trabalhos com fotocópias, a Uni-Repro teve uma atuação impressionante na administração do Governo do Distrito Federal. No primeiro ano em atividade, a empresa recebeu R$ 1,1 milhão. No ano seguinte, os repasses subiram para R$ 19,9 milhões. A maior parte dos recursos partiram da Secretaria de Saúde, comandada por Augusto Carvalho (PPS) até semana passada. No inquérito da operação Caixa de Pandora, os secretários afastados Durval Barbosa e José Geraldo Maciel concluem que o parlamentar estava esculhambando a relação da empresa com o governo. (págs. 1, 33 a 35)Dilma acena para Honduras
Ministra admite aceitar a eleição presidencial do país, em discurso contrário ao de Lula. (págs. 1, 29 e Visão do Correio, 26)Comércio tem gigante de R$ 40 bilhões
Pão de Açúcar compra a rede de lojas Casas Bahia e se transforma no quarto grupo empresarial do país. (págs. 1, 18 e 19)------------------------------------------------------------------------------------
Sinopse 05/12/2009 - Resumo dos Jornais - Agência Brasil - Radiobrás
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