quarta-feira, janeiro 28, 2009

Agência Brasil - Prefeitura do Rio deve contratar 300 médicos em caráter de emergência - Direitos Humanos

 
27 de Janeiro de 2009 - 15h44 - Última modificação em 27 de Janeiro de 2009 - 15h44


Prefeitura do Rio deve contratar 300 médicos em caráter de emergência

Isabela Vieira*
Repórter da Agência Brasil

 
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Rio de Janeiro - A Secretaria de Saúde do município do Rio de Janeiro pretende contratar, em caráter emergencial, 300 médicos para os hospitais da rede pública e suprir, pelo menos temporariamente, a carência de profissionais. De acordo com a secretaria, um estudo será elaborado para definir como será a contratação.

O anúncio foi feito hoje (27) pelo prefeito Eduardo Paes e ocorre após denúncias da falta de médicos, na noite de ontem (26), na emergência do Hospital Lourenço Jorge, zona oeste do Rio.

“Podemos até fazer contratações de emergência, que é o que pretendemos fazer para suprir os hospitais com falta de médicos, mas nessa emergência [Lourenço Jorge] havia médicos, contratados por cooperativas, que não compareceram”, afirmou Paes, após divulgação do Mapeamento da Saúde do Rio, feito pela Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan). 

Segundo a Secretaria de Saúde, o atendimento não foi interrompido na emergência do hospital, ao longo da noite. A assessoria de imprensa do órgão esclarece que o setor não fechou, mas reconhece que alguns médicos faltaram ao plantão.

O prefeito prometeu apurar o episódio e afirmou que pode haver punições aos médicos: “Vamos fazer o que buscamos fazer no feriado: punir os que não compareceram”, disse, referindo-se ao feriado prolongado de São Sebastião, quando médicos também faltaram ao trabalho.

Apesar do transtorno causado aos pacientes, com a demora no atendimento, a prefeitura informou que todas as pessoas que procuraram o Lourenço Jorge foram examinados em outra unidade do próprio hospital e que o atendimento na emergência foi normalizado durante a madrugada.

Hoje, a unidade abriu as portas normalmente, com o quadro clínico de seis médicos completo. 

O Sindicato dos Médicos do Rio de Janeiro não se pronunciou sobre o problema.




* Colaborou Flávia Villela  


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