21 de Janeiro de 2009 - 16h55 - Última modificação em 21 de Janeiro de 2009 - 18h24
Ouvidoria do BC atende também nas representações regionais
Stênio Ribeiro
Repórter da Agência Brasil
Brasília - Acompanhando a tendência de transparência nos organismos públicos, a Ouvidoria do Banco Central (BC) estendeu seus serviços às representações regionais de Porto Alegre, Curitiba, São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Salvador, Recife, Fortaleza e Belém.
A Ouvidoria do BC já funciona, desde a última segunda-feira (19), nas nove subsedes da instituição, nas quais disponibiliza espaços para que o cidadão apresente suas demandas (críticas, sugestões, denúncias e reclamações) sobre os serviços do próprio banco.
Localizada na entrada de cada edifício do BC para dar mais vizibilidade ao serviço, a ouvidoria é de fácil acesso para o público em geral e disponibiliza formulários para cada tipo de demanda. Esse material também pode ser levado para posterior preenchimento e envio pelo Correio, e já tem tarifa postal pré-paga.
A criação dos espaços regionais é resultado de iniciativa da própria ouvidoria, com o objetivo de melhorar o atendimento do cidadão nas demandas pertinentes ao BC, como explicou o ouvidor-adjunto João Carlos Ferreira.
Segundo ele, a Ouvidoria do BC foi criada em julho de 2006, nos mesmos moldes do atendimento feito pelo Ministério da Fazenda. No ano seguinte, os bancos públicos e privados também instalaram ouvidorias que funcionam como instância conclusiva das demandas dos clientes.
As reclamações, denúncias e sugestões devem passar em primeiro lugar pelos departamentos pertinentes de cada instituição, e só no caso de atendimento não-satisfatório é que a ouvidoria deve ser acionada para interagir com quem decide internamente e com o cidadão, em busca de solução, disse João Carlos.
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