quinta-feira, janeiro 01, 2009

Sinopse 01/01/2009 - Resumo dos Jornais - Agência Brasil - Radiobrás




SINOPSES - RESUMO DOS JORNAIS













01 de janeiro de 2009


O Globo


Réveillon de ouro em Copacabana

O sucesso do réveillon na Praia de Copacabana deu o tom da expectativa dos cariocas na disputa do Rio como sede dos Jogos Olímpicos de 2016. Sem as festas de Ipanema, Flamengo e Lagoa, Copacabana voltou a ser o centro das atenções para a explosão de 24 toneladas de fogos de artifício, que durante 20 minutos emocionou 2 milhões de pessoas, entre cariocas e turistas, que lotaram as areias. A sensação de segurança na orla foi maior que no ano anterior, apesar do registro de três pessoas baleadas. Nem mesmo a chuva atrapalhou. A novidade deste ano foi a contagem regressiva exibida na roda-gigante Rio 2016, no Posto 6. Na Barra, cerca de um milhão de pessoas passaram o réveillon na Praia do Pepê - 200 mil a mais que no ano passado. O show de fogos durou 32 minutos. (Págs.1,8 e 11)

Adeus, Lenin

Chorando e com o broche do Partido Comunista da extinta URSS na lapela, Cesar Maia despediu-se ontem da Prefeitura, que dirigiu durante 12 anos. Sem transmissão de cargo, recusada por Cesar, Eduardo Paes toma posse hoje. (Pág. 1, 12 e Editorial “Desafio Municipal”

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Folha de S. Paulo


Manchete: Israel rejeita suspender ataques

Israel rejeitou a proposta francesa de um cessar-fogo de 48 horas com o Hamas e manteve os ataques aéreos contra a faixa de Gaza. “Se as condições melhorarem e acharmos que vá haver uma solução diplomática que garanta mais segurança, vamos considerá-la. Mas não é o cenário neste momento”, disse o premiê Ehud Olmert. “Não começamos a operação para acabá-la com o disparo de foguetes continuando igual antes.” Os ataques mútuos prosseguiram no quinto dia de ofensiva de Israel, que matou quase 400 pessoas. Cinco israelenses já morreram. Israel convocou 2.500 reservistas e manteve as tropas na fronteira com Gaza. O premi~e do governo do Hamas, Ismail Haniyeh, rejeitou uma trégua e a condicionou ao fim dos ataques e do bloqueio de Gaza. (págs. 1 e Mundo)

Foto: Na marolinha

O presidente Lula e sua mulher Marisa, passeiam em barco de 14 metros e tr~es suítes, em Fernando de Noronha (PE); ele disse que não vai antecipar o debate sobre sua sucessão. (págs. 1 e A5)

Acordo Ortográfico entra em vigor hoje

Entra hoje em vigor no país o Novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa. Ainda há dúvidas sobre a grafia de algumas palavras. O período de transição para a adaptação às novas regras vai até o fim de 2012. (págs. 1 e C1)

Editoriais

Leia "Desafios de 2009", que analisa mudança geopolítica; e "A fôrma e as idéias", acerca da reforma ortográfica. (págs. 1 e A2)

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O Estado de S. Paulo


Manchete: Israel rejeita proposta de trégua

O governo de Israel rejeitou a proposta de cessar-fogo apresentada pela França e decidiu manter os ataques contra o grupo fundamentalista islâmico Hamas, em Gaza. A ação, que já matou 393 palestinos, entrou ontem no quinto dia. "Não lançamos a ofensiva para terminá-la com os mísseis (do Hamas) nos atingindo como antes", disse o premiê de Israel, Ehud Olmert. Tropas israelenses estavam prontas para uma ofensiva por terra. Israel permitiu que grupos de ajuda humanitária entrassem em Gaza. O Egito, que não reconhece a autoridade do Hamas na área, manteve a fronteira fechada. (págs. 1, A8 e A9)


Lula estuda socorro a construtoras e calçadistas

O governo prepara um plano para conter o impacto da crise em setores específicos. A partir de estudos, o presidente Lula decidiu incentivar a construção civil e avalia ajuda para o setor de calçados, que teve perdas quando o dólar estava baixo. A idéia é desonerar investimentos e liberar crédito. (págs. 1 e B3)


Carga tributária é recorde

Mesmo com o fim da CPMF, que completa hoje um ano, a carga tributária terá novo recorde: deve subir para 35,49% do PIB, alta de 0,7 ponto porcentual sobre 2007. A conta é do consultor Amir Khair, economista do PT. Para o PIB, Khair considerou crescimento de 5,5%. Em números absolutos, a soma de todas as riquezas produzidas no País chegaria a R$ 2,946 trilhões, ante R$ 2,792 trilhões em 2007, já corrigidos por uma inflação de 7,5% prevista para o período. Assim, a carga tributária ultrapassaria a casa do R$ l trilhão, o que representa uma mordida 7% maior em relação à de 2007. O estudo de Khair mostra que os Estados foram ainda mais vorazes que o governo federal e se tornaram os principais vilões do aumento da carga tributária. (págs. 1 e B1)


Ambiente - 4 florestas podem perder proteção

Pedido de "rebaixamento" de unidades gera protestos. (págs. 1 e A12)


Artigo: Uma reforma ortográfica mais radical

Por que não ir além no novo acordo ortográfico e eliminar de uma vez todos os acentos e a cedilha? Ganharíamos tempo tanto na escrita manual quanto na digitação. E tempo é dinheiro. (págs. 1 e A2)


Kassab, em novo mandato, promete 'opção pelo social'

O prefeito Gilberto Kassab (DEM), que assume hoje seu novo mandato, promete investir suas energias em saúde e educação. Em entrevista ao Estado, Kassab disse que essa é a marca de sua administração: "Como a Prefeitura está numa boa saúde financeira, fizemos uma opção pelo social". Já o trânsito não será prioridade imediata, porque Kassab diz que não quer repetir "os erros de administrações anteriores, pensar no curto prazo". Sobre se existe alguma chance de sair antes do fim do mandato para tentar o governo do Estado, Kassab foi taxativo: "Não serei candidato. Cumprirei o mandato até o fim. Chance zero". (págs. 1, Cl e C3)


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Correio Braziliense


Manchete: Com a riqueza na barriga, elas apostam num futuro de felicidade

Isabela, Matheus, Lívia e Laura estão quase chegando. Mas, antes mesmo de desembarcar no novo mundo, imprimiram um brilho especial à virada do ano de suas mães, Simone Sabino, Camila Steiner, Paula Bento e Danielly Machado.



Moradoras do Distrito Federal, elas reeditam a histórica frase de JK que disse antever, deste Planalto Central, o amanhã do país “com uma fé inquebrantável e uma confiança sem limites no seu grande destino”, e sonham para seus bebês a garantia de saúde, lazer, educação e segurança.



A violência é o que mais preocupa Simone, que cresceu em Ceilândia e vai criar Isabela no Guará. Paula terá Lívia em Taguatinga e comemora a primeira filha: “2009 será o melhor ano de minha vida”. (págs. 1 e 18)

Investir ou não, eis a questão

Mesmo com a crise, investimentos crescem 15% em 2008, desempenho que não deve se repetir em 2009. (págs. 1 e 7)

Condomínios à espera da Justiça

Primeira reportagem da série sobre a ocupação do DF mostra as pendências burocráticas na regularização de 1,2 mil imóveis. (págs. 1 e 15)


Árabes vão se unir por palestinos

Diante da rejeição da trégua por Israel, países árabes se mobilizam para ajudar palestinos da Faixa de Gaza. (págs. 1, 12 e 13)

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Valor Econômico


Manchete: Emissões privadas diminuem mais de 20% no ano

A consolidação dos dados sobre captações privadas feitas por meio de ofertas registradas na Comissão de Valores Mobiliários (CVM) em 2008 reforça as expectativas negativas para o próximo ano. Ou mais especificamente para pelo menos o primeiro semestre. Especialistas em mercado de capitais afirmam que as previsões para os próximos meses estão mais difíceis do que nunca diante das incertezas trazidas pela crise financeira internacional, mas não se espera uma recuperação substancial dessas operações, que ajudaram a financiar os investimentos e a expansão de muitas empresas nos últimos anos.



O volume total das captações privadas feitas por meio de ações, debêntures, notas promissórias, recebíveis etc, com registro na CVM, encerra o ano com queda de pouco mais de 20% em relação a 2007. O valor ficou em cerca de RS 131 bilhões, ante quase RS 167 bilhões no ano anterior.



A aversão ao risco, exacerbada pela crise de liquidez, é o principal entrave para que essas emissões privadas voltem a deslanchar. Especialistas acreditam que os instrumentos de dívida, como as debêntures, consolidem o movimento de retomada a partir de meados do primeiro semestre. Já no caso das ações, que são muito dependentes dos investidores estrangeiros, não são esperadas ofertas ao menos no primeiro semestre.



"É muito difícil prever, mas enquanto o mercado estiver com essas características é provável que os emissores continuem recorrendo a instrumentos de dívida de curto prazo, como as notas promissórias", diz Maria Luisa Wernesbach, superintendente de registros (em exercício) da CVM. Ela lembra que o volume de notas promissórias aumentou muito nos últimos meses por causa das incertezas na economia, chegando ao recorde de RS 26 bilhões.



A Associação Nacional dos Bancos de Investimento projeta para 2009 um volume de emissões de debêntures maior que o deste ano, mas inferior ao de 2007. A própria movimentação no segmento de notas promissórias, com algumas operações chegando a 18 meses, já sinalizaria um movimento de alongamento dos prazos que vêm sendo aceitos pelos investidores. (págs. 1 e Cl)

IGPM marca 9,81% no ano

O Índice Geral de Preços-Mercado (IGPM) caiu 0,13% em dezembro, após ter avançado 0,38% em novembro e 0,98% em outubro. Com isso, o indicador encerra o ano com elevação de 9,81%. 0 recuo se deveu, principalmente, à queda dos preços no atacado. (págs. 1 e A3)


Prefeitos assumem sob pressão para cortar custos

A expectativa de aperto orçamentário marca a posse dos 5.562 prefeitos no primeiro dia de 2009. Entre as prefeituras das principais capitais, poucas anunciaram os cortes a serem feitos. A maioria reconhece a necessidade de fazer ajustes no custeio da máquina administrativa, mas raros são os que detalharam os cortes a ser realizados nos investimentos.



A queda na arrecadação já começou a ser sentida no último trimestre e, de acordo com o presidente da Confederação Nacional dos Municípios, Paulo Ziulkoski, fará com que grande parte dos prefeitos em fim de mandato descumpra a Lei de Responsabilidade Fiscal.



A margem de manobra dos prefeitos tambêm será reduzida pela entrada em vigor do novo piso salarial dos professores, afirma o consultor de finanças municipais Amir Khair. A prática de embutir despesas avulsas na rubrica educação para cumprir a obrigação constitucional de investir 25% da receita no setor deverá ser reduzida.



O presidente Luiz Inácio Lula da Silva tentará desobstruir a relação com os prefeitos eleitos, sempre marcada por uma tradicional marcha de reivindicações a Brasília, com uma reunião em fevereiro para a qual serão convidados todos os municípios do país. Nesse encontro, o governo federal vai apresentar os convênios a partir dos quais os prefeitos poderão esperar ajuda de Brasília - em um ano em que o Orçamento da União prevê redução de RS 3,35 bilhões nos repasses obrigatórios. O esforço de convencimento feito pelo governo federal vai esbarrar na resistência dos prefeitos às contrapartidas municipais a esses acordos, que geram mais despesas. (págs. 1, A4 a A7 e Al2)

Bolsa só deve se recuperar no 2º semestre

Após cinco anos de ganhos, a bolsa não levou o hexacampeonato entre os melhores investimentos. O Ibovespa acumula perda de 42% até o dia 29. O dólar, que andava esquecido entre as aplicações, termina o ano na liderança com ganhos de 36%, seguido pelo ouro, com alta de 31%. Para 2009, os economistas dizem que será preciso apertar os cintos, porque o cenário promete ainda muita turbulência. A maioria acredita, no entanto, que o céu deverá começar a clarear no segundo semestre, à medida que os dados sobre o crescimento da economia mundial sejam divulgados e o tamanho real da crise possa ser mensurado. (págs. 1 e D1)

Crise ameaça materiais de construção

A crise do setor imobiliário não interferiu nos resultados da indústria de materiais de construção, que deve crescer 30% neste ano. Um exemplo é a fabricante de blocos de concreto Presto, criada há apenas 13 anos. Mas para 2009 a perspectiva mudou muito e as empresas já estudam caminhos alternativos, como o incremento das vendas ao exterior. (págs. 1, B1 e B7)


Kassab espera ajuda para amenizar crise

Depois de anunciar um corte de R$ 1,9 bilhão no Orçamento, o prefeito reeleito de São Paulo, Gilberto Kassab (DEM), toma posse com o objetivo de transformar a cidade - que deve ser a capital mais duramente atingida pelo desemprego - em um labotatório de iniciativas em reação à crise econômica. Para isso, conta com o apoio do governador José Serra (PSDB) e seu plano de investir R$ 40 bilhões no Estado até 2010. Também pretende contar com recursos privados a partir da revisão do Plano Diretor. A idéia é adensar obras em locais onde já existe infra-estrutura, em contraposição ao plano aprovado na gestão petista sob críticas do setor imobiliário. (págs. 1 e Al2)

Gestão pública

O governo federal economizou perto de RS 3,6 bilhões em 2008 com a realização de compras públicas por meio de pregão eletrônico. Foram efetuadas cerca de 40 mil transações, sendo que as pequenas e médias empresas responderam por 40% dos negócios. (págs. 1 e B2)


Idéias

Francisco E. Campos: gestão adequada da mão-de-obra é essencial para qualidade do serviço público de saúde. (págs. 1 e A10)


Idéias

Marcelo Neri: esforços públicos e privados pela educação no país. (págs. 1 e All)

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Gazeta Mercantil


Manchete: Sindicalistas querem prazo maior para seguro-desemprego

O movimento sindical deve alterar a sua pauta de reivindicações em 2009 para ajustar-se ao período de crise. De acordo com o senador Paulo Paim (PT-RS), a luta sindical deve se ampliar no próximo ano e a pauta de reivindicações deverá concentrar-se em temas específicos como benefícios para aposentados, redução da jornada de trabalho e aumento do prazo do seguro-desemprego dos seis meses atuais para um ano.



O Ministério do Trabalho considera positiva a extensão do seguro-desemprego, mas defende um prazo menor. O ministro Carlos Lupi, do Trabalho, considera que sete meses seriam um período aceitável, se o desemprego se agravar. Para Artur Silva, presidente da CUT, a manutenção do emprego e da renda será um item prioritário da pauta de reivindicações no próximo ano. Os sindicalistas devem pressionar o governo federal para que os investimentos públicos sejam

mantidos. As centrais deverão permanecer atentas também à tramitação de medidas que possam afetar o trabalhador. Na avaliação de Silva, o ambiente de crise favorece a aceleração da tramitação de projetos que tratem de flexibilização dos direitos trabalhistas e ampliação da terceirização.



Analistas acreditam que, em 2009, o desemprego tende a aumentar e sair da média anual de 7,9% e saltar para 8,5%. O emprego formal sentirá o maior impacto. Após o recorde de 1,8 milhão de empregos com carteira assinada de 2008, o Brasil deve encerrar 2009 com saldo de 1 milhão de postos formais. (págs. 1 e A6)

Lula anunciará novo pacote

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou ontem que até o dia 20 de janeiro o governo apresentará novas propostas para estimular o crescimento econômico e ajudar o País a superar a crise. (págs. 1 e A7)


Deflação

IGP-M fecha com queda de 0,13% (págs. 1 e A4)


Lei do gás atrairá investidores

A Lei do Gás, aprovada pela Câmara dos Deputados, atrairá mais investidores ao setor ao mesmo tempo que reduzirá a força da Petrobras no mercado, segundo previsões de analistas. (págs. 1 e C4)


Empresas brasileiras perdem 41,5% do valor de mercado

Há cerca de um ano as empresas brasileiras de capital aberto comemoraram, pela primeira vez na história, a marca de US$ 1 trilhão em valor de mercado. Um recorde destruído ao longo de 2008 pela crise financeira mundial. No último dia 26, o valor havia caído para cerca de US$ 600 bilhões. Em reais, a queda foi de 41,5% e as 323 companhias presentes durante todo o ano na bolsa passaram de um valor de mercado de R$ 2,09 trilhões em 31 de dezembro de 2007 para R$ 1,22 trilhão em 26 de dezembro, perda de R$ 871,27 bilhões. Das 58 empresas que compõem o Ibovespa, apenas sete elevaram seu valor.



“É como se duas Petrobras (ao final de 2007 valia R$ 429,92 bilhões) ou dois setores bancário (27 bancos valiam R$ 407,21 bilhões) tivessem virado pó”, diz Einar Rivero, gerente da Economatica, que elaborou a pesquisa. Nominalmente, a Petrobras registrou a maior perda, de R$ 209,32 bilhões. Percentualmente, a maior queda foi da Rossi Residencial, com 80,6%, para R$ 690 milhões. As ações da Rossi refletem o conjunto da área de construção, que registrou a maior desvalorização setorial: de 72,4%.



A Nossa Caixa é o único banco no seleto grupo das sete empresas cujo valor de mercado subiu. Em função da compra pelo Banco do Brasil, valorizou-se 188,2% e alcançou R$ 7,28 bilhões. (págs. 1 e B1)

Agronegócio sem crise

Mesmo com a crise financeira que afetou a disponibilidade de crédito para o produtor rural, 2008 ficará marcado como um ano positivo para o setor de agronegócio brasileiro. (págs. 1 e INVESTNEWS.COM.BR)


Exportação via tradings no exterior é questionada

Cada vez mais as autarquias reforçam suas atenções nas empresas que exportam produtos por meio de suas tradings. De acordo com o advogado Celso Grisi, do L.O. Baptista Advogados, algumas empresas enviam o material diretamente para o cliente final, sem utilizar a trading, o que se pareceria cada vez mais com uma “simulação”, já que a maioria não possui uma trading no exterior que comprove sua atividade. Segundo especialistas, operações desse tipo deixam clara a intenção de pagar menos impostos.



Em um julgamento recente, o Conselho de Contribuintes condenou uma fabricante de carrocerias a pagar multa por ter sido comprovado “o intuito deliberado do contribuinte de subtrair valores à tributação e que a empresa teria consciência da ilicitude de sua conduta”. Para o Conselho, não havia prova da participação de duas subsidiárias da empresa em operações de compra e venda do produto. As subsidiárias atuariam como meras centrais de refaturamento (serviriam apenas para abrigar os lucros das transações).



A empresa foi condenada a pagar o Imposto de Renda e a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) sobre os valores que a fiscalização considerou como lucros retidos nas subsidiárias. Os advogados receiam, porém, que a Receita se aproveite deste precedente para autuar operações absolutamente legais. (págs. 1 e A11)

Receita Federal multa Mude em R$ 198 milhões

A Receita Federal estipulou o valor de R$ 198,5 milhões para a Mude pagar à União por ter sonegado impostos ao longo de 2003. Como a autuação ocorreu no fim deste ano, a Mude tem prazo até o fim de janeiro de 2009 para recorrer da decisão.



A Mude é distribuidora no Brasil de produtos da multinacional americana Cisco, a maior empresa de internet do mundo, que faturou US$ 39,5 bilhões no ano fiscal de 2008, depois de ter obtido US$ 34,9 bilhões em 2007. A Cisco foi notificada como parceira da Mude e ainda não definiu seus próximos passos. (págs. 1 e C2)

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Veja


A guerra total em gaza

- Israel ataca radicais em território palestino. Entre as centenas de mortos, há culpados e inocentes



Começa o outono de Lula (págs. 20 a 22)



O fundo da discórdia – Como o fundo soberano fez nascer um conflito político e judicial entre o governo e a oposição. (págs. 40 a 42)



Perdeu o lugar – O ex-diretor da Abin Paulo Lacerda é demitido por Lula. Sem condições de ocupar um cargo público no Brasil, ele ganha do presidente um cargo público em Portugal. (pág. 43)



O PAC empacou – O próprio governo reconhece que o PAC está longe de atingir seus objetivos ambiciosos. Um eventual fracasso do programa pode tornar mais acidentado o caminho de Dilma Rousseff rumo ao Planalto em 2010. (págs. 44 e 45)



Uma medida exemplar – O TCU pode punir autoridades de saúde de Campo Grande por omissão no combate à dengue. (pág. 46)



O fim da festa – Depois de cinco anos seguidos de alta, a bolsa perde 871 bilhões de reais e amarga a pior queda desde 1972. (págs. 48 e 49)



A guerra dos quatro dias – Mas que pode durar muito mais: Israel ataca os radicais do Hamas na Faixa de Gaza, com terríveis conseqüências para a população civil. É mais uma prova de como é necessário – e difícil – um acordo de paz. (págs. 50 a 59)



A cidade das meninas – Em Jardim Olinda, no Paraná, nascem muito mais mulheres do que homens. Um estudo revela que o motivo é a contaminação da população por agrotóxicos. Eles desequilibram o sistema endócrino, favorecendo o nascimento de bebês do sexo feminino. (págs. 62 e 63)


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Época


Viva melhor com menos

- Foi-se a era da ostentação e do desperdício. Nasce um novo capitalismo, inspirado numa vida mais frugal, mais barata – e mais feliz

Israel X Hamas

- Mais uma guerra em que todos saem perdendo



De malas prontas para Lisboa – Depois de emprestar arapongas para a PF investigar Daniel Dantas, Paulo Lacerda perde a direção da Abin, mas ganha um exílio de luxo. (págs. 24 e 25)



O Estado contra a crise – Para tentar conter a desaceleração em 2009, o governo apressa a aprovação do Orçamento e põe a máquina estatal para gastar. Qual é o custo disso? (págs 26 e 27)



O morro tem jeito – A experiência no Dona Marta mostra que, para erradicar a violência no Rio de Janeiro, o Estado precisa retomar – e manter – o controle das favelas. (págs. 28 a 30)



Nossa economia – Paulo Guedes – 2009 será o ano da depressão global? (pág. 31)



2009 não será 1929 – A situação atual é difícil e cercada de dúvidas. Mas sabe-se hoje algo que não se sabia então: uma crise grave não se cura sozinha. (págs. 58 e 59)



Do café à industrialização – Como a crise de 1929 afetou o Brasil e favoreceu a adoção de um modelo econômico centrado na substituição de importações e na intervenção estatal. (págs. 60 A 63)


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Sinopse 01/01/2009 - Resumo dos Jornais - Agência Brasil - Radiobrás

 



 

 

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