quinta-feira, setembro 25, 2008

Agência Brasil - Programa de capacitação para indústria de petróleo seleciona 42 mil em novembro - Direito do Trabalho

 
18 de Setembro de 2008 - 16h17 - Última modificação em 18 de Setembro de 2008 - 16h16


Programa de capacitação para indústria de petróleo seleciona 42 mil em novembro

Nielmar de Oliveira
Repórter da Agência Brasil

 
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Rio de Janeiro - O Plano Nacional de Qualificação Profissional do Programa de Mobilização da Indústria Nacional de Petróleo e Gás Natural (Prominp) vai abrir, em novembro, seleção pública para capacitação de 42.402 pessoas para o mercado de petróleo e gás. 

Os selecionados serão capacitados ainda este ano. O objetivo do Prominp, programa coordenado pelo Ministério de Minas e Energia, é capacitar cerca de 112 mil profissionais nos próximos três anos.

A próxima seleção será em julho de 2009, quando serão abertas 22.545 vagas. As informações são do coordenador-executivo do Prominp, José Renato Ferreira de Almeida, que participou hoje (18) da Rio Oil & Gas, feira e conferência sobre petróleo e gás natural.

Almeida ressaltou que a capacitação é importante em função do crescimento do mercado de petróleo. Ele lembrou que, para o desenvolvimento das atividades do setor petróleo, no país, serão feitos investimentos de US$ 128 bilhões nos próximos quatro anos - US$ 97,4 bilhões da Petrobras e US$ 30,6 bilhões das demais operadoras. 

O Prominp projeta que haverá um pico de demanda de 110 mil profissionais no mercado, até 2012, com as novas encomendas na área de petróleo e gás. "As indústrias brasileiras atendem 75% de nossas demandas. O que queremos é garantir que, com o aumento da procura, este percentual seja mantido", justificou.

Mesmo sem levar em conta as demandas do pré-sal, houve um crescimento de 42,8% na expectativa inicialmente prevista da demanda por mão-de-obra especializada. Inicialmente, esta expectativa de pico de demanda de profissionais era de 77 mil.

O coordenador apresentou um mapa geral de competitividade da indústria, onde o Prominp avalia que as indústrias de alta competitividade devem aumentar sua infra-estrutura e capacidade fabril, enquanto as de média competitividade - além de ampliar a infra-estrutura – precisarão investir no avanço tecnológico.

Almeida recomendou, ainda, que, para os bens que não são produzidos no Brasil - a exemplo de motores e turbinas a gás – hajam iniciativas no sentido de atrair indústrias estrangeiras ou de desenvolver fornecedores locais.



 


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