15 de Setembro de 2008 - 13h08 - Última modificação em 15 de Setembro de 2008 - 14h11
Pela primeira vez no ano, regiões metropolitanas geram mais emprego do que interior
Ivan Richard Repórter da Agência Brasil 


Marcello Casal Jr./Abr

Brasília - O ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi, divulga o ranking do emprego nas capitais, nas regiões metropolitanas e no interior do país, a partir dos dados de Agosto de 2008 do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged)
Brasília - Pela primeira vez no ano, a geração de empregos formais nas regiões metropolitanas foi maior do que a registrada nos municípios do interior, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados hoje (15) pelo Ministério do Trabalho e Emprego.
De acordo com o levantamento, em agosto os empregos com carteira assinada no conjunto das nove áreas metropolitanas cresceram 0,77%, o que corresponde a 97.298 postos de trabalho.
Já nos municípios do interior, foram gerados no período 77.184 vagas, um aumento de 0,67%. De acordo com o ministro do Trabalho, Carlos Lupi, o resultado está ligado a fatores sazonais, que tiveram impacto negativo na agricultura.
“Estamos no período da entressafra e, por isso, a geração de postos de trabalho no campo foi menor. A tendência é que o setor [agrícola] apresente resultados ruins até janeiro, quando se dá início ao período da colheita”, argumentou Lupi.
Segundo o Caged, o setor agrícola teve em agosto desempenho negativo na geração de empregos formais, com a redução de 4.995 postos de trabalho com carteira assinada.
As principais atividades que contribuíram para o decréscimo foram o cultivo de café (-11.532 empregos) e do fumo (-6.085) e a produção de cana-de-açúcar (-1.265).
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