Um homem, duas mulheres, três filhos, dois leitos
"Exsurge claramente a coexistência de duas células familiares por cerca de 17 anos. O falecido era formalmente casado desde 1961, relação da qual nasceu um filho. Paralelamente a esse casamento, em 1987 o varão constituiu outra família, nascido o primeiro filho em 1985, ou seja, antes mesmo do marco inicial da segunda união e quando ele apenas namorava a segunda mulher.
Outra situação peculiar é o fato de que ambas as esposas sabiam da existência uma da outra. O filho do primeiro casamento também tinha conhecimento do envolvimento afetivo mantido pelo pai, bem como da existência dos irmãos nascidos desse relacionamento, havendo, inclusive, uma foto (anexa) dos três irmãos juntos. Todos davam-se muito bem: o falecido (quando em vida, claro), as duas mulheres e os três filhos gerados em dois leitos diferentes".
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Da petição de uma ação de reconhecimento de união estável, em tramitação na comarca de Porto Alegre.
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