terça-feira, maio 20, 2008

Sinopse 20/05/2008 - Resumo dos Jornais - Agência Brasil - Radiobrás

 

20/05/2008

Jornal do Brasil
Folha de São Paulo
O Estado de São Paulo
O Globo
Correio Braziliense
Gazeta Mercantil
Valor Econômico
Estado de Minas
Outros Jornais
Revistas

 

JORNAL DO BRASIL

 

Minc: "A Amazônia é nossa"

- O novo ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, reagiu aos ataques sobre a internacionalização da Amazônia. "É e será nossa", disse, ressaltando que cabe ao país protegê-la para a floresta "não virar carvão". Depois de conversar no Palácio do Planalto, Minc afirmou ter apoio do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para montar uma guarda nacional ambiental. Lula descartou a presença de militares na defesa da floresta. (Pág. 1 e País, pág. A3)

- O presidente Lula anunciou que não enviará ao Congresso o projeto de recriação da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF). Mas os líderes do PT e do governo na Câmara disseram-se dispostos a assumir o ônus da retomada do imposto do cheque. (Pág. 1 e País, pág. A5)

- À frente da Microsoft, a Petrobras já é a terceira maior empresa das Américas, segundo a consultoria Economática. A empresa tem um valor de mercado de US$ 287,171 bilhões, superado pela Exxon e pela GE. (Pág. 1 e Economia, pág. A17)

- A hidrelétrica de Jirau, no Rio Madeira, será construída nove quilômetros abaixo do que previa o projeto original do consórcio Suez-Camargo Corrêa, que venceu ontem o leilão das obras. O consórcio Odebrecht-Furnas, tido como favorito, perdeu. (Pág. 1 e Economia, pág. A18)

 

FOLHA DE SÃO PAULO

 

Nova CPMF depende do Congresso, diz governo

- Por ordem do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o governo jogou para o Congresso a responsabilidade de apontar fontes para financiar a área da saúde e, se houver acordo, criar um tributo nos moldes da extinta CPMF, o imposto do cheque. Caso contrário, vetará o aumento de verbas sem previsão de receita para o setor.

O assunto ocupou a maior parte da reunião de Lula com subordinados ontem.

Na semana passada, integrantes do governo discutiram a possibilidade de o Planalto propor a recriação da CPMF, mas com uma alíquota menor (0,08%, em vez de 0,38%). Lula, no entanto, não quis patrociná-la.

Segundo o ministro José Múcio (Relações Institucionais), o governo não pretende reviver a situação de dezembro, quando o imposto do cheque foi extinto após derrota no Senado. (Págs. 1 e A4)

- Após aceitar o convite do presidente Lula para ser ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc anunciou que o combate ao desmatamento ilegal da Amazônia será intensificado e que as licenças ambientais serão "rápidas e rigorosas" em sua gestão.

Antes de se reunir com Lula, Minc encontrou a ex-ministra Marina Silva. Após vê-la, já desistira de mudar a lei ambiental. Ele disse ter obtido aval do presidente à criação de uma Guarda Nacional Ambiental. (Págs. 1 e A8)

- O consórcio liderado pelo grupo multinacional Suez Energy venceu a disputa pela construção da hidrelétrica de Jirau, a segunda do Complexo do Rio Madeira (RO), derrotando a associação entre Furnas e Odebrecht.

Os vencedores ofereceram deságio de 21,5% sobre o preço total da tarifa. Para bancar isso, planejam antecipar o início da operação da usina, de 2013 para 2012, e vender à indústria a energia gerada antes do prazo. (Págs. 1 e B1)

- A Petrobras ultrapassou a Microsoft e se tornou a sexta maior empresa do mundo em valor de mercado, segundo dados da Bloomberg.

Com a valorização de suas ações em quase 4%, a estatal passou a valer US$ 295,6 bilhões, superando a empresa de tecnologia em mais de US$ 20 bilhões. (Págs. 1 e B5)

 

O ESTADO DE SÃO PAULO

 

Consórcio multinacional baixa preços e leva usina

- A construção da hidrelétrica de Jirau, no Rio Madeira, foi arrematada ontem em leilão pelo consórcio Energia Sustentável do Brasil, que pediu a menor tarifa pela energia - R$ 71,40 por megawatt/hora (MWh), 21,6% menos que o teto estabelecido pelo governo. Liderado pelo grupo franco-belga Suez Energy, o consórcio é formado ainda por Camargo Corrêa, Eletrosul e Chesf. O ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, disse esperar agora que área ambiental do governo, que passará a ser comandada pelo novo ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, acelere o processo de licenciamento da usina. É com a convicção de que pode obter energia barata que o Ministério de Minas e Energia prepara, para o primeiro semestre do ano que vem, leilão da hidrelétrica de Belo Monte, no Pará. Ela terá capacidade de produzir 11 mil MWh, quase quatro vezes mais que Jirau. (Págs. 1 e B1)

- Em reunião com a coordenação política do governo, o presidente Lula disse que não enfrentará batalha com o Congresso para recriar a CPMF, extinta em 31 de dezembro. Apesar de alertado de que a Câmara vai aprovar a regulamentação da Emenda 29, aumentando os gastos na área de saúde em R$ 28 bilhões nos próximos quatro anos, Lula observou que cabe aos parlamentares apontar como as despesas serão custeadas. (Págs. 1 e A7)

- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva confirmou ontem Carlos Minc como novo ministro do Meio Ambiente, mas não atendeu a seu pedido de liberação de R$ 1 bilhão do setor ambiental que está bloqueado. O ministro da Secretaria de Assuntos Estratégicos, Mangabeira Unger, permanecerá à frente do Plano Amazônia Sustentável. (Págs. 1 e A4)

- Confronto entre grupos de garimpeiros pelo controle da Cooperativa de Mineração de Serra Pelada deixou 20 feridos no domingo. Facção ligada a Josimar Barbosa, presidente da cooperativa assassinado há dez anos, uniu-se ao MST e invadiu a sede da entidade. Partidários do atual presidente resistiram e a PM foi acionada. (Págs. 1 e A12)

- Petrobrás gastará R$ 20 bi com sondas - Equipamento será usado nos megacampos da Bacia de Santos. (Págs. 1 e B8)

- O governo espera do Legislativo indicação de como custear gastos com saúde. Falta de recursos não pode ser problema, pois alardeia ter sobra de dinheiro para criar fundo soberano. (Págs. 1 e A3)

 

O GLOBO

 

Lula apóia Minc em corte de crédito a desmatadores

- Em seu primeiro encontro com o presidente Lula, no Palácio do Planalto, o novo ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, disse ter recebido a garantia de que o governo não vai rever medidas contra o desmatamento na Amazônia, entre elas a resolução do Banco Central que, a partir de 1º de julho, proibirá a concessão de créditos agrícolas a produtores que não tenham licença ambiental. Mas o governador de Mato Grosso, Blairo Maggi, aliado de Lula, voltou a criticar a resolução. Ele disse ao ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, que a medida "acabará com a atividade econômica de muitas cidades". Segundo Minc, Lula aprovou sua idéia de criar o Imposto de Renda Verde, com incentivos fiscais para estados que respeitam o meio ambiente. (Págs. 1, 3, 4, Merval Pereira e Panorama Político)

- Diante da reação negativa da sociedade e do empresariado, o presidente Lula deixou claro aos ministros que o governo não assumirá o ônus de propor a recriação da CPMF. A tarefa ficará a cargo dos aliados no Congresso. (Págs. 1, 10 e Editorial "Idéia Inaceitável")

- Uma casa de prostituição investigada nas fraudes no BNDES pagou viagens de dois suspeitos ligados ao deputado Paulo Pereira da Silva, revela a Polícia Federal. A Justiça bloqueou as contas bancárias dos donos do prostíbulo. (Págs. 1 e 8)

- Graças a uma liminar do Supremo Tribunal Federal, José Aparecido Nunes Pires, apontado como responsável por vazar o dossiê sobre gastos tucanos, terá o direito de ficar calado ou mentir hoje ao depor na CPI do Cartão Corporativo. (Págs. 1 e 5)

- O consórcio formado pela franco-belga Suez, construtora Camargo Corrêa e estatais Chesf e Eletrosul venceu ontem a licitação para construir a usina hidrelétrica de Jirau, a segunda do Rio Madeira. O grupo vai investir R$ 8,7 bilhões e ofereceu deságio (desconto) de 21,53% sobre o preço fixado no edital de R$ 91 o megawatt-hora (MWh) de energia gerada. (Págs. 1, 19, 20 e Negócios & Cia)

- A Petrobras tornou-se a terceira maior empresas das Américas em valor de mercado, cotada a US$ 287 bilhões, desbancando a gigante de Bill Gates. No topo da lista estão Exxon Móbil e General Electric. (Págs. 1 e 21)

 

GAZETA MERCANTIL

 

Suez e Camargo Corrêa ganham Jirau com um deságio de 21%

- O consórcio liderado pela franco-belga Suez e pela construtora Camargo Corrêa venceu ontem o leilão da usina de Jirau, a segunda do Complexo Madeira, e surpreendeu o mercado com um lance de R$ 71,40 o MWh, deságio de 21,5% sobre o preço-teto de R$ 91 MWh. O único consórcio concorrente era encabeçado por Odebrecht e Furnas, que arrematou, em dezembro de 2007, a primeira usina do rio Madeira, a Santo Antônio, com deságio de 35%. "Esse leilão surpreendeu ainda mais que o de Santo Antônio", diz o economista Adriano Pires. O preço oferecido pelo consórcio derrotado foi de R$ 83,02/MWh. "O principal fator que viabilizou o deságio é a estratégia de antecipar a entrada de operação das turbinas, que começarão a gerar a partir de março de 2012, sendo que a previsão era acioná-las em janeiro de 2013", disse o presidente do consórcio vencedor, Victor Paranhos.

Da energia gerada pelas duas usinas, 70% irá para o mercado cativo, controlado pelas distribuidoras. O restante poderá ser negociado para o consumidor livre, sem vínculo com a concessionária. A previsão é que os deságios de Santo Antônio e Jirau serão compensados na venda de energia aos consumidores livres, que pagarão mais caro pela eletricidade. Marcelo Parodi, da Comerc, diz que esses consumidores pagarão mais caro pela energia de Jirau, de R$ 120 a R$ 130/MWh". "É um subsídio cruzado. O consumidor livre não pode pagar por esse deságio", afirma Paulo Mayon, da Associação Nacional dos Consumidores. (Págs. 1 e A8)

- O Palácio do Planalto admitiu que precisa de uma fonte de recursos para financiar a saúde, mas não pretende tomar a iniciativa de recriar a CPMF. Essa tarefa cabe ao Congresso, diz o governo. (Págs. 1 e A10)

- A estatal Eletrobrás prevê iniciar sua movimentação internacional em 2009, com a construção de uma usina hidrelétrica de 1,4 mil megawatts (MW) no Peru, próxima à fronteira com o Brasil, anunciou o ministro das Minas e Energia, Edison Lobão, no domingo. Segundo ele, os governos dos dois países fecharam um acordo para a construção de uma hidrelétrica binacional cujas obras devem durar 3,5 anos, num investimento estimado em R$ 2 bilhões.

"As obras serão tocadas por uma das subsidiárias da Eletrobrás, uma construtora brasileira e uma empresa peruana", disse Lobão. Para o ministro, poderão ser operacionalizados perto de 20 mil megawatts. E "boa parte dessa energia deverá ser importada pelo Brasil, pois o Peru

não tem necessidade", completou.

O ministro disse ainda que "o Brasil deverá passar a receber até 3 mil MW da Venezuela, que já fornece 200 MW para abastecer o mercado de Roraima, aproveitando os diferentes regimes hídricos da região. Para isso, as atuais linhas de transmissão serão reforçadas. Além disso, o Brasil vai trazer gás natural liquefeito daquele país para abastecer o mercado interno". Além de outros países da América Latina, como a Bolívia, a Eletrobrás prevê atuar na África e na Ásia. (Págs. 1 e C3)

- Lucro da Caixa Econômica Federal sobe 12,2% e alcança R$ 873 milhões (Págs. 1 e B1)

- O Ministério do Turismo apresentou ao governo um plano para garantir infra-estrutura de transporte durante a Copa do Mundo no Brasil, em 2014. O governo prevê investimento de R$ 38,5 bilhões. (Págs. 1 e C6)

 

CORREIO BRAZILIENSE

 

O contracheque encolheu...

- Auditores da Receita Federal e advogados da União, categorias que cruzaram os braços entre abril e maio exigindo reajustes salariais, tiveram acesso aos contracheques ontem, no primeiro dia útil após o fechamento da folha de pagamentos do governo. Os documentos apresentam descontos equivalentes, em média, a sete dias de trabalho. O ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, confirmou ter dado ordem para cortar o ponto do pessoal. O diretor do Sindicato Nacional dos Auditores-fiscais da Receita Federal, Ricardo Skaf, ameaça retomar a greve se a medida não for revista. (Págs. 1 e 17)

- Diante da alta de preços, Lula repete Sarney e pede que população fiscalize reajustes. (Págs. 1, 14, 15 e Tema do dia)

- Novo ministro do Meio Ambiente ouve de Lula que o Programa Amazônia Sustentável continuará sob a batuta de Mangabeira Unger. Como consolo, sonha com uma Guarda Ambiental. (Págs. 1 e 4)

- Enquanto o MEC anunciava a liberação de R$ 1,3 bi para cidades com baixos índices educacionais, prefeitos brigavam por refeição para as primeiras-damas, que se esbaldavam em shoppings. (Págs. 1 e 11)

- Petrobras bate Microsoft e já é 3ª maior da América. (Págs. 1 e 19)

- Consórcio quer mudar local de usina no Madeira. (Págs. 1 e 18)

- Supremo garante ao ex-secretário da Casa Civil o direito de ficar calado na comissão que apura quem mandou produzir dossiê contra o ex-presidente FHC. (Págs. 1 e 2)

 

VALOR ECONÔMICO

 

Crédito a empresas dispara e privilegia bancos nacionais

- O crescimento econômico, os novos projetos de infra-estrutura e as fusões e aquisições têm levado as empresas instaladas no país a uma demanda intensa por financiamento, em um momento em que a crise de crédito externa aperta o balanço dos bancos estrangeiros. Como resultado, as maiores instituições financeiras nacionais têm aumentado sua participação nos grandes empréstimos corporativos e ampliaram suas carteiras em até 36% nos últimos 12 meses.

O empréstimo de R$ 16 bilhões da Telemar Oi para comprar a Brasil Telecom é um exemplo. Para evitar o custo de tomar esse valor de uma só vez, o que chegou a ser cogitado inicialmente, a Telemar Oi está negociando separadamente com bancos a realização de diversos empréstimos bilaterais ou pequenos "club deals", com dois ou três bancos participantes sob um mesmo contrato. Segundo o Valor apurou, deverão entrar na transação o Itaú BBA, o Banco do Brasil e o Bradesco. De nome estrangeiro citado pelo mercado, por enquanto, apenas um: o Santander.

"Há bancos estrangeiros reduzindo suas posições em crédito no mundo todo e muitos clientes deles têm vindo nos procurar em busca de financiamento", afirma Allan Simões Toledo, direto comercial do Banco do Brasil. Ele lembra que empréstimos intercompanhias de multinacionais às suas filiais no Brasil estão sendo pagos, por causa das dificuldades das matrizes, o que aumenta a necessidade de crédito no país. A dificuldade de captar recursos no mercado de capitais - por meio de eurobônus ou ações - também fez com que as grandes e médias empresas se voltassem para o crédito dos bancos nacionais.

A carteira de crédito para grandes empresas no Unibanco cresceu 28,8% em12 meses, somando R$ 24,986 bilhões. No Bradesco, o aumento foi de 36,5%, para R$ 61,464 bilhões, e no Itaú, de 25,5%, para R$ 37,38 bilhões. No BB, o crescimento foi de 30,79%, para R$ 64 bilhões. (Págs. 1, C1 e C2)

- Principal responsável pelo desenvolvimento econômico de Rondônia, a rodovia BR-364, que corta o Estado de leste a oeste, é também o eixo do processo de desmatamento que já destruiu mais de 30% da floresta amazônica na região. Ela foi a base para o plano de ocupação desenvolvido pelos governos militares na década de 70. Cada migrante que chegava era obrigado a desmatar 50% dos lotes que recebia para ter direito à posse da terra. Com a conseqüente e previsível escassez da madeira, a fronteira florestal se deslocou para o norte de Rondônia. É lá que a mata está sendo destruída agora, com a ajuda de um esquema que utiliza documentos autênticos emitidos pelos órgãos fiscalizadores para legalizar a madeira extraída de forma criminosa. (Págs. 1 e A14)

- Ao acelerar o cronograma das obras e fazer mudanças no projeto de engenharia, o consórcio liderado pela empresa franco-belga Suez venceu ontem o leilão de Jirau, segunda das duas hidrelétricas do rio Madeira. A Suez, aliada à construtora Camargo Corrêa e às estatais Chesf e Eletrosul, propôs um deságio de 22% em relação ao preço inicial. Para reduzir custos, a Suez alterou inclusive a localização das 44 turbinas. Para garantir o leilão, o governo mobilizou 50 advogados, que conseguiram impedir a obtenção de liminares em ações civis públicas. (Págs. 1, B1 e B6)

- A construção residencial vai manter por alguns anos o papel de grande motor do crescimento do país. O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) prevê que o setor vai investir R$ 535 bilhões nos próximos quatro anos, 44,1% do total de R$ 1,2 trilhão previsto por todos os setores na expansão de suas atividades. O investimento deve ser ainda fermentado por imóveis comerciais e industriais, nichos que apresentam desempenho robusto e não foram incorporados ao cálculo. (Pág. 1 e Valor Setorial Mercado Imobiliário)

- Estudo da GAS Investimentos mostra que elevação do Ibovespa nos últimos anos foi fortemente influenciada pelas ações da Petrobras, Vale e Bradespar (holding da mineradora), com espaço para a valorização de outros papéis de menor peso no índice. (Págs. 1 e D1)

- A Petrobras, dona da maior descoberta de petróleo no Hemisfério Ocidental em três décadas, tornou-se a sexta maior empresa do mundo em valor de mercado, superando inclusive a Microsoft. (Págs. 1 e D4)

- A Secretaria de Direito Econômico recomendará ao Cade a aplicação de pena máxima por formação de cartel contra White Martins, AGA, Air Liquide e Air Products, que poderá chegar a 30% do faturamento. (Págs. 1 e B7)

- Disponibilidade de áreas e preços competitivamente baixos atraem investimentos estrangeiros em terras no Brasil. Valorização das áreas destinadas à agropecuária deverá ser superior à média de 15% registrada desde o fim de 2006. (Págs. 1 e B12)

 

ESTADO DE MINAS

 

A assombração está de volta

- Mercado já prevê inflação acima de 5%. Medo de alta no custo de vida faz Lula apelar para que a população vigie preços e ressuscita figura dos 'fiscais de Sarney'. (Págs. 1, 14 e Editorial, pág. 12)

- Governo limita consignado. (Págs. 1 e 15)

- A aliança dos tucanos com os petistas para a disputa da Prefeitura de BH, tendo o secretário estadual de Desenvolvimento Econômico, Márcio Lacerda (PSB), na cabeça da chapa será mantida mesmo que a Executiva Nacional do PT volte a vetá-la. Foi o que afirmou ontem o governador Aécio Neves (PSDB), ressaltando que a parceria deve estar acima dos partidos e dos políticos. (Págs.1 e 7)

- 177 cidades terão R$ 120 mi para educação. (Págs. 1 e 25)

- Governo deixa Congresso decidir recriação da CPMF. (Págs. 1 e 3)

- Petrobras passa Microsoft e é a terceira das Américas. (Págs. 1 e 18)

- MPF denuncia 18 por adulteração no leite. (Págs. 1 e 23)

OUTROS JORNAIS

JORNAL DO CONMERCIO

 

Tiros, morte e saque em Boa Viagem

- Confronto de gangues ocorreu no fim da manhã de ontem, na Rua Benvindo Farias. Um homem morreu e quatro pessoas saíram feridas. Psiquiatra teve o carro roubado e ficou no fogo cruzado. Caminhão foi saqueado e uma escola fechou. (Pág. 1)

- Lula deixa ônus de recriação da CPMF para o Congresso. (Pág. 1)

- Nova mudança nos empréstimos em folha. (Pág. 1)

 

 

 

 

Sinopse - Agência Brasil - Radiobrás

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