sexta-feira, outubro 31, 2008

Agência Brasil - Governadores contestam lei que determina piso salarial nacional para professores - Direito Constitucional

 
30 de Outubro de 2008 - 18h34 - Última modificação em 30 de Outubro de 2008 - 18h34


Governadores contestam lei que determina piso salarial nacional para professores

Da Agência Brasil


 
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Brasília - Governadores de cinco estados entraram com uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin) no Supremo Tribunal Federal contra a lei federal  que definiu mudanças no magistério e estabeleceu o piso nacional para os professores. A Adin é assinada pelos governadores do Paraná, Roberto Requião; do Rio Grande do Sul, Yeda Crusius; de Santa Catarina, Luiz Henrique da Silveira; do Mato Grosso do Sul, André Puccinelli; e do Ceará, Cid Gomes.

 A Adin questiona o uso da denominação “vencimento básico”, em vez de “piso salarial”. O texto da ação apresentada pelos cinco estados afirma que a Lei 11.738, que propôs as mudanças e instituiu o piso nacional de R$ 950 para 40 horas semanais, extrapolou os propósitos de regulamentar a base salarial. O vencimento básico, argumentam os estados, não contempla as gratificações, que passam a vir como horas extras. Os estados alegam que não têm orçamento para cumprir a lei.

Segundo os estados, a obrigatoriedade de disponibilizar um terço da carga horária dos professores para atividades que não envolvam interação com os educandos exigem novos profissionais e também não há verba para essas contratações.

Ao contrário dos governadores, os representantes da categoria apóiam a mudança na legislação. A diretora do Sindicato dos Professores do Ensino Privado do Rio Grande do Sul (Sinpro-RS) e conselheira do Conselho Estadual de Educação do Rio Grande do Sul, Cecília Farias, destacou a importância da lei:  “Nós festejamos esse pis  para os professores da rede pública. Ele é muito importante e reconheceu o valor do professor”.

Cecília Farias também criticou a Adin ajuizada ontem (29) pelos cinco governadores. ”Essa Adin é lamentável. A gente sabe que, muitas vezes, os estados não possuem uma situação financeira satisfatória, mas não achamos que deve ser economizado no salário do professor”.






 


Agência Brasil - Governadores contestam lei que determina piso salarial nacional para professores - Direito Constitucional

 



 

 

 

 

Agência Brasil - Processo de transição na prefeitura de Manaus deve ser discutido na próxima semana - Direito Eleitoral

 
30 de Outubro de 2008 - 16h14 - Última modificação em 30 de Outubro de 2008 - 16h14


Processo de transição na prefeitura de Manaus deve ser discutido na próxima semana

Amanda Mota
Repórter da Agência Brasil

 
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Manaus - O prefeito de Manaus, Serafim Corrêa, anunciou que aguarda o contato de Amazonino Mendes - prefeito eleito no segundo turno das eleições deste ano na cidade - para marcar uma reunião objetivando acertar os detalhes do processo de transição. A expectativa de Serafim - que foi derrotado por Amazoino - é que o encontro aconteça na próxima semana.

Ontrem (29), Corrêa reuniu-se com os secretários municipais para tratar de questões relacionadas à conclusão de sua administração em dezembro deste ano e ainda sobre o processo de transição. O atual prefeito de Manaus pediu ainda a continuidade do empenho de sua equipe nesses últimos dois meses e informou que já existem mais de R$ 400 milhões contratados para viabilizar a conclusão de obras importantes para Manaus, como o Terminal Pesqueiro, o assentamento da rede de distribuição de água e 20 casas, que ainda faltam para completar as 158 Unidades Básicas de Saúde.

"A transição será a mais republicana possível. Temos recursos já contratados para obras em 2009. Mais de R$ 400 milhões vão permitir a conclusão de obras importantes, sendo R$ 60 milhões para a água e R$ 70 milhões para a habitação", informou.

O secretário municipal de Governo, Marcus Barros, vai presidir a comissão encarregada de discutir a transição com a comissão formada pelo prefeito eleito, Amazonino Mendes.




 


Agência Brasil - Processo de transição na prefeitura de Manaus deve ser discutido na próxima semana - Direito Eleitoral

 



 

 

 

 

Agência Brasil - OEA discute combate à violação de direitos de adolescentes infratores - Direitos Humanos

 
29 de Outubro de 2008 - 08h50 - Última modificação em 29 de Outubro de 2008 - 08h50


OEA discute combate à violação de direitos de adolescentes infratores

Da Agência Brasil


 
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Brasília - A Comissão Interamericana de Direitos Humanos da Organização dos Estados Americanos (OEA) realiza hoje (29), em Washington, a primeira audiência regional sobre Justiça Juvenil, com participação de representantes do Brasil, Argentina, Uruguai, Paraguai e Chile.

O objetivo do encontro é buscar soluções para casos de violação de direitos de adolescentes infratores que cumprem medida socioeducativa de cada país.

Todos os casos analisados pela organização decorreram de ações individuais baseadas em fatos concretos de violação de direitos humanos. A reunião em Washington é resultado de uma articulação de entidades como a Associação Nacional dos Centros de Defesa da Criança e do Adolescente (Anced).

O representante do Brasil, por meio da Anced, é o advogado e coordenador executivo da Organização de Direitos Humanos Projeto Legal, Carlos Nicodemos.



 


Agência Brasil - OEA discute combate à violação de direitos de adolescentes infratores - Direitos Humanos

 



 

 

 

 

Agência Brasil - Pelé formaliza adesão à Campanha Nacional de Acessibilidade - Direitos Humanos

 
29 de Outubro de 2008 - 08h54 - Última modificação em 29 de Outubro de 2008 - 08h54


Pelé formaliza adesão à Campanha Nacional de Acessibilidade

Da Agência Brasil


 
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São Paulo - O ex-jogador de futebol Edson Arantes do Nascimento, Pelé, formaliza hoje (29), em São Paulo, sua adesão à campanha nacional Acessibilidade: Siga essa idéia. Com a presença do ministro Paulo Vannuchi, da Secretaria Especial dos Direitos Humanos, a cerimônia será às 16h, no escritório da Presidência da República.

Participam da solenidade o presidente do Conselho Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência (Conade), Alexandre Baroni, o ex-goleiro da seleção e embaixador da campanha Paulo Vitor Barbosa e a coordenadora-geral substituta para Integração da Pessoa Portadora de Deficiência (Corde), Niusarete Lima.

Promovida pelo Conade e pela Corde, ambos ligados à Secretaria Especial dos Direitos Humanos, a campanha tem como objetivo sensibilizar, conscientizar e mobilizar a sociedade para a eliminação de barreiras preconceituosas, de informação e arquitetônicas, entre outras, que impedem as pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida a participar em igualdade de condições da vida em sociedade.

 



Agência Brasil - Pelé formaliza adesão à Campanha Nacional de Acessibilidade - Direitos Humanos

 



 

 

 

 

Agência Brasil - Organizações da sociedade civil e governos municipais recebem Prêmio ODM - Direitos Humanos

 
29 de Outubro de 2008 - 09h05 - Última modificação em 29 de Outubro de 2008 - 09h35


Organizações da sociedade civil e governos municipais recebem Prêmio ODM

Da Agência Brasil


 
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Brasília - O 2º Prêmio ODM Brasil será entregue na tarde de hoje, em solenidade no Palácio do Planalto, a 12 organizações da sociedade civil e oito governos municipais que atuam no Brasil em projetos de inclusão social, alcance da cidadania e promoção dos direitos humanos.

Na mesma cerimônia, haverá o lançamento da terceira edição do prêmio. Participam do evento o ministro da Educação, Fernando Haddad, e a ministra interina do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), Arlete Sampaio.

O Prêmio ODM Brasil tem a finalidade de incentivar ações, programas e projetos que contribuem efetivamente para o cumprimento dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio, que são: erradicar a extrema pobreza e a fome; educação básica de qualidade para todos; promover a igualdade entre os sexos e a autonomia das mulheres; reduzir a mortalidade infantil; melhorar a saúde das gestantes; combater o HIV/ AIDS, a malária e outras doenças; garantir a sustentabilidade ambiental; estabelecer parcerias para o desenvolvimento.

Os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio foram definidos em reunião da Cúpula do Milênio, realizada em Nova Iorque, em 2000,. Líderes de 191 nações oficializaram um pacto para tornar o mundo mais solidário e mais justo, até 2015. O sucesso desse projeto humanitário só será possível quando se cumprirem essas iniciativas.

 



Agência Brasil - Organizações da sociedade civil e governos municipais recebem Prêmio ODM - Direitos Humanos

 



 

 

 

 

Agência Brasil - Ex-guerrilheiro diz que as Farc vão 'desaparecer' - Direitos Humanos

 
29 de Outubro de 2008 - 17h28 - Última modificação em 29 de Outubro de 2008 - 17h28


Ex-guerrilheiro diz que as Farc vão 'desaparecer'

BBC Brasil
Repórter da Agência Brasil

 
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Brasília (Brasil) - BBC Brasil


 
O ex-guerrilheiro Wilson Bueno Largo, conhecido como "Isaza" ou "Isaías", que fugiu com um seqüestrado das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC) no último final de semana, afirmou nesta terça-feira que o grupo armado perdeu a orientação política e está a ponto de "desaparecer".

"As Farc nesse momento são um grupo já muito reduzido, uma guerrilha sem orientação política, que vai desaparecer. São uns guerrilheiros sem moral e com uma decomposição interna", afirmou o ex-guerrilheiro, em entrevista coletiva concedida no ministério de Defesa colombiano.

"Isaza" escapou neste final de semana de um acampamento da guerrilha com o ex-congressista Óscar Tulio Lizcano, seqüestrado havia oito anos, e se entregou às autoridades colombianas.

Em troca, o governo prometeu ao ex-guerrilheiro uma recompensa de cerca de US$ 420 mil, liberdade condicional e a possibilidade de asilo na França, cujo trâmite ainda está sendo avaliado pelo governo francês.

O ex-guerrilheiro de 28 anos, combatente das FARC há 12 anos, disse ter perdido seu tempo na luta armada e pediu que seus companheiros abandonem as armas.

"De todo coração, digo que a desmobilização é o melhor caminho que qualquer guerrilheiro pode tomar. Dêem-se essa oportunidade de se reencontrarem com suas famílias, voltar à sociedade e voltar a viver", disse.

Segundo dados do Ministério de Defesa, somente neste ano, 2.901 guerrilheiros se entregaram às autoridades colombianas, dos quais 63% pertenciam às FARC.

Sobre o futuro, "Isaza" disse que ainda não sabe se viajará à França ou a outro país, "por questões de segurança", mas adiantou que pretende utilizar parte da recompensa prometida para comprar uma casa para sua família.

Antes do asilo, o governo terá de solucionar a situação jurídica do ex-guerrilheiro. Ainda não está claro se a Justiça poderá anistiá-lo dos crimes de seqüestro e rebelião.

Uma das possibilidades, de acordo com o procurador público Mario Iguaran, é que o ex-guerrilheiro tenha o benefício de redução da pena, mas ele não se livraria da prisão.

Acordo humanitário

Depois de um período de silêncio, as Farc afirmaram, por meio de uma carta divulgada nesta terça-feira, que estão dispostas a reativar as negociações para um acordo humanitário e, para isso, solicitou o apoio da "grande maioria dos presidentes latino-americanos".

"Nossa disposição em explorar possibilidades em busca de troca humanitária e da paz com justiça social – que é hoje o clamor e a necessidade mais urgente e sentida em toda a nação – continua invariável", afirma o comando central das Farc no comunicado.

Com a fuga do ex-congressista Óscar Tulio Lizcano, ainda permanecem em poder das Farc 28 sequestrados considerados como moeda de troca em um eventual acordo para a libertação de rebeldes presos.

No documento, as Farc afirmam que a carta é o começo do intercâmbio para iniciar a discussão de "uma saída política ao conflito, de acordo humanitário e paz".

A carta foi dirigida à senadora de oposição Piedad Córdoba, ex-facilitadora do acordo humanitário, e a mais 150 intelectuais e políticos que em setembro enviaram um documento à guerrilha solicitando a reabertura do diálogo para a solução do conflito que já dura mais de meio século.

"Participaremos, em frente ao povo, de um diálogo com amplitude e franqueza, sem dogmatismos, sem sectarismos e sem desqualificações sobre os temas que sugerem", afirma o documento.

O documento é datado no dia 16 de outubro, antes da fuga, neste fim de semana, do ex-congressista colombiano.

A guerrilha não menciona na carta a exigência da desmilitarização de um território onde deveriam ocorrer as negociações com membros do governo.

Esse era um dos obstáculos nas tentativas de diálogo anteriores, já que o governo de Álvaro Uribe se nega a conceder a retirada militar.

Essa é a primeira vez desde julho, quando foi resgatada a ex-candidata presidencial Ingrid Betancourt e mais 14 reféns, que a cúpula das Farc volta a mencionar um acordo humanitário.



 


Agência Brasil - Ex-guerrilheiro diz que as Farc vão 'desaparecer' - Direitos Humanos

 



 

 

 

 

Agência Brasil - Ministro Vannuchi nega que esteja demissionário - Direitos Humanos

 
29 de Outubro de 2008 - 19h37 - Última modificação em 29 de Outubro de 2008 - 19h37


Ministro Vannuchi nega que esteja demissionário

Elaine Patricia Cruz
Repórter da Agência Brasil

 
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São Paulo - O ministro da Secretaria Especial de Direitos Humanos, Paulo Vannuchi, negou na tarde de hoje (29), em São Paulo, que esteja demissionário no cargo. Na última segunda-feira, em entrevista a um jornal, o ministro havia dito que poderia pedir sua demissão ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, caso a Advocacia Geral da União (AGU) mantivesse a defesa de militares reformados acusados de violar direitos humanos e de comandar centro de prisões responsáveis por práticas de tortura durante o regime militar.

"O que eu disse é que dentro do governo está em curso um conjunto de ações que colidem com a linha presente na manifestação da AGU. Em primeiro lugar, não é necessário que a peça da AGU seja construída pelo ministro da AGU. Ela é construída no âmbito estadual”, disse o ministro, logo após participar da assinatura de um termo de adesão do ex-jogador de futebol Pelé à campanha de acessibilidade do governo federal.

De acordo com o ministro, se o ponto-de-vista da AGU prevalecer, “uma pessoa como eu tem que deixar o governo e voltar à sociedade civil para levar adiante essa mesma atividade, que o país precisa levar adiante”.

Hoje (29), o ministro voltou a criticar a peça da Advocacia Geral da União (AGU), que contestou a ação proposta pelo Ministério Público Federal de pedir que os militares reformados Carlos Alberto Brilhante Ustra e Audir Santos Maciel sejam declarados como comandantes de um centro de prisões ilegais, torturas, homicídios e desaparecimentos. Segundo o ministro, a peça da AGU “se choca com a posição do governo federal”.

“É lamentável que essa peça da AGU contenha esse equívoco brutal”, afirmou Vannuchi.




 


Agência Brasil - Ministro Vannuchi nega que esteja demissionário - Direitos Humanos

 



 

 

 

 

Agência Brasil - Vannuchi vai pedir à AGU que reveja postura de assumir defesa do ex-coronel Ustra - Direitos Humanos

 
30 de Outubro de 2008 - 19h15 - Última modificação em 30 de Outubro de 2008 - 19h41


Vannuchi vai pedir à AGU que reveja postura de assumir defesa do ex-coronel Ustra

Marco Antônio Soalheiro
Repórter da Agência Brasil

 
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Brasília - O ministro da Secretaria Especial de Direitos Humanos, Paulo Vannuchi, disse hoje (30) que irá pedir à Advocacia Geral da União uma reconsideração sobre a decisão de defender o ex-coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra, apontado pelo Ministério Público Federal (MPF) como torturador no período em que dirigiu o Destacamento de Operações de Informações do Centro de Operações de Defesa Interna (DOI/Codi) do Exército, com base em vários depoimentos de torturados. Na ação, Ustra e seu colega Audir dos Santos Maciel (já falecido) são acusados pela tortura de presos políticos e morte de, pelo menos, 64 deles, entre os anos de 1970 e 1976.

“Com a maior humildade, sem nenhum sentimento litigante, pedirei ao meu colega ministro [José Antonio Dias Toffoli, da AGU] que reveja, sim, e faça isso o mais urgentemente possível”, afirmou Vannuchi, após participar da entrega da 3ª edição do Prêmio Sócio Educando, no Ministério da Justiça, que valoriza práticas voltadas para a ressocialização de jovens e adolescentes em conflito com a lei.

Segundo Vannuchi, o documento apresentado pela AGU à 8ª Vara Federal Cível de São Paulo para justificar a posição do governo se mostra “equivocado” em três pontos. Primeiro, ao considerar que a Lei da Anistia protege torturadores e autores de crime continuado. Depois, ao dizer que o MPF invadiu alçada da advocacia privada por se tratar de direito individual. E terceiro, ao passar a idéia de que não há documentos  nem arquivos a serem revelados, quando o assunto está sendo conduzido pela própria Casa Civil da Presidência da República.

“A tese de que a União não pode ser ré podia ser defendida com outros argumentos. Mas quando envolve pela AGU a abordagem de três componentes em que Ministério da Justiça, Casa Civil e [Secretaria Especial dos] Direitos Humanos têm posição publicamente contrárias, há um equívoco que precisa ser corrigido”, argumentou Vannuchi.

O ministro não descartou uma intervenção do presidente Lula para redefinir a questão: “Ele [Lula] definirá certamente como árbitro de qualquer disputa que haja de compreensão entre ministérios”, disse Vannuchi.

Ao se dizer “convicto” de que prevalecerá a tese defendida por sua secretaria, pela qual o governo deve esclarecimentos às famílias dos mortos e desaparecidos, Vannuchi recordou o que o presidente da República lhe falou, em dezembro de 2005, ao convidá-lo para o cargo. “Ele [Lula] falou: Paulo, já disse aos chefes militares que não vou passar para a história como o presidente que jogou uma pedra sobre esse assunto”, recordou o ministro.

Vannuchi garantiu não ter como principal objetivo a punição como restrição de liberdade para quem torturou. “Não há nenhum sentimento revanchista, não se trata de [pedir] cadeia. O que queremos assegurar é o direito de saber a verdade, jogar luz. Se o judiciário entender que não cabe punição, acataremos”, assinalou o ministro. “Torturadores e vampiros têm horror à luz, derretem diante da luz.. Então se alimentam das trevas, da escuridão, e da pedra em cima “, acrescentou.

O ministro ressaltou ainda que os esclarecimentos sobre os fatos ocorridos durante o período da ditadura militar não prejudicariam a imagem das Forças Armadas, pelo fato de elas viverem um outro momento histórico.

“Estamos abertos à reconciliação e ao diálogo. As Forças Armadas são completamente diferentes daquelas, têm a evolução de 20 anos de democracia, não se intrometem mais em assuntos, como deposição de governo constituído, estão em missão de paz e direitos humanos no Haiti, ajudam missões de direitos humanos nos estados brasileiros”, ressalvou o ministro Vannuchi.



 


Agência Brasil - Vannuchi vai pedir à AGU que reveja postura de assumir defesa do ex-coronel Ustra - Direitos Humanos

 



 

 

 

 

Agência Brasil - Vannuchi abre mostra Cinema e Direitos Humanos em Goiânia - Direitos Humanos

 
30 de Outubro de 2008 - 19h45 - Última modificação em 30 de Outubro de 2008 - 19h45


Vannuchi abre mostra Cinema e Direitos Humanos em Goiânia

Da Agência Brasil


 
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Brasília - O ministro da Secretaria Especial de Direitos Humanos da Presidência da República (SEDH), Paulo Vannuchi, abre hoje (30) a edição goiana da 3ª Mostra Cinema e Direitos Humanos, que já passou por 11 capitais. O lançamento será no Cine Goiânia Ouro, no centro da capital goiana.

Este ano, a mostra celebra os 60 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos. Na programação, 50 filmes, entre curtas, médias e longas metragens. Todas as sessões têm entrada gratuita.

Após a cerimônia com Vannuchi, o longa argentino H.I.J.O.S, a alma em dois, de Carmem Guarini e Marcelo Céspedes abre a maratona de exibições. A programação da mostra inclui debates sobre os 18 anos do Estatuto da Criança e do Adolescente, as culturas indígenas, a inclusão de pessoas com deficiência, entre outros.

O evento é uma parceria entre a SEDH, a Petrobras, o Ministério das Relações Exteriores e a TV Brasil, que premiará os filmes eleitos pelo público das 12 capitais.

A programação completa da mostra está disponível no endereço eletrônico www.cinedireitoshumanos.org.br/2008.



 


Agência Brasil - Vannuchi abre mostra Cinema e Direitos Humanos em Goiânia - Direitos Humanos

 



 

 

 

 

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