quarta-feira, outubro 29, 2008

Agência Brasil - Produtores de arroz pedem redução dos leilões dos estoques públicos - Direito Tributário

 
16 de Outubro de 2008 - 15h00 - Última modificação em 16 de Outubro de 2008 - 15h00


Produtores de arroz pedem redução dos leilões dos estoques públicos

Danilo Macedo
Repórter da Agência Brasil

 
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Brasília - O presidente da Federação das Associações de Arrozeiros do Rio Grande do Sul (Federarroz), Renato Rocha, disse hoje (16) que o setor reivindicou ao ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, a volta dos leilões quinzenais dos estoques públicos do grão. Desde setembro, com o aumento do preço dos grãos, as operações passaram a ser mais freqüentes.

O pedido do setor é para que sejam feitos, até o início do próximo ano, apenas mais cinco leilões, sendo dois em novembro, um em dezembro e dois em janeiro. Segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a periodicidade dos leilões foi aumentada para controlar os preços do arroz, que, em setembro, ultrapassaram o patamar considerado adequado pelo governo. O presidente da Federarroz disse que, no Rio Grande do Sul, estado responsável por 60% da produção do grão, os preços estão estáveis entre R$ 35 e R$ 36 a saca de 60 quilos, mas o produtor não está tendo renda.

“Os preços de custo estão em cerca de R$ 35, por causa do aumento do valor dos fertilizantes. Então, o governo tenta controlar a inflação sacrificando o produtor de arroz”, afirmou Rocha.

Segundo o deputado Luiz Carlos Heinze (PP-RS), que participou da reunião, no início da tarde, com o ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, e com o presidente da Federarroz, também foi pedida a liberação de cerca de R$ 1 bilhão para apoio à comercialização do arroz, como forma de dar garantias aos produtores nesse momento de escassez de crédito.

Outra reivindicação do setor é para que seja reduzido o volume dos lotes ofertados pela Conab. Atualmente cada lote é vendido com mil toneladas, o que, segundo o presidente da Federarroz, impede que pequenas indústrias e cooperativas adquiram o produto. “Queremos que o lote seja reduzido para 50 toneladas”, disse.  



 


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