sexta-feira, outubro 31, 2008

Agência Brasil - Investimentos sociais foram fundamentais no enfrentamento da crise, diz Patrus - Direito Administrativo

 
30 de Outubro de 2008 - 19h32 - Última modificação em 30 de Outubro de 2008 - 19h32


Investimentos sociais foram fundamentais no enfrentamento da crise, diz Patrus

Alex Rodrigues
Repórter da Agência Brasil

 
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Brasília - Responsável pelos programas de assistência social com orçamento de R$ 28 bilhões este ano, o ministro do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Patrus Ananias, disse que os investimentos sociais dos últimos anos foram fundamentais para que o país enfrentasse a atual crise econômica mundial.

“Além do país estar razoavelmente blindado por conta da política econômica - que garantiu o controle da inflação e a estabilidade monetária -, estamos resistindo a essa crise também graças a nossas políticas sociais”, afirmou o ministro, por telefone, da capital da Namíbia, Windhoek, onde participa da 1ª Conferência da União Africana de Ministros Encarregados do Desenvolvimento Social – Rumo a uma Agenda de Desenvolvimento Social Sustentável para a África. 

Segundo o ministro, as políticas sociais têm fortalecido a economia brasileira ao consolidar e ampliar o mercado consumidor interno. “Essas políticas sustentam o crescimento através do surgimento de novos consumidores. Pessoas que estavam excluídas do mercado passam a comprar bens e serviços básicos. As pequenas e médias empresas passam a contratar mais. Tudo isso tem um um grande impacto para as economias locais”, afirmou.

Ao reafirmar que a opção governamental é pelos mais pobres, o ministro disse que a crise não deverá afetar os investimentos de sua pasta. “O presidente Lula tem dito que os pobres não serão penalizados em nenhuma circunstância e que as políticas sociais no Brasil serão mantidas, aperfeiçoadas e ampliadas”.

Para Patrus, a atual crise demonstra a falência do sistema político neoliberal, que defende um Estado enxuto, que não intervenha na economia e permita que o mercado se autoregule. “A dívida social apresentada ao mundo, principalmente pela África, mas também por países latino-americanos, demonstra a necessidade do Estado investir com seriedade, transparência e competência nas políticas sociais”.




 


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