terça-feira, dezembro 23, 2008

Agência Brasil - Pela primeira vez desde 2003, mês de novembro mostra queda no número de postos de trabalho - Direito do Trabalho

 
22 de Dezembro de 2008 - 17h32 - Última modificação em 22 de Dezembro de 2008 - 17h44


Pela primeira vez desde 2003, mês de novembro mostra queda no número de postos de trabalho

Danilo Macedo
Repórter da Agência Brasil

 
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Wilson Dias/Abr
Brasília - O ministro do Trabalho, Carlos Lupi, divulga, em entrevista  coletiva,  os dados de novembro de 2008 do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). Brasília - O ministro do Trabalho, Carlos Lupi, divulga, em entrevista coletiva, os dados de novembro de 2008 do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).
Brasília - Pela primeira vez, desde o início do primeiro mandato do presidente Lula, em 2003, houve queda no número de postos de emprego em novembro, em relação ao mês anterior.

O ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi, anunciou hoje (22) a redução de 40.821 vagas, de acordo com os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).

Segundo Lupi, o número negativo já é reflexo da crise. O setor mais atingido foi a indústria de transformação, onde a queda foi mais elevada, com a perda de 80.798 empregos. O comércio foi o setor que se saiu melhor em novembro, criando 77.886 postos de trabalho.

Neste ano, até o fim de novembro, foram criados 2.107.150 empregos. Como o mês de dezembro costuma ser de redução, em média de 300 mil vagas, o ministro do Trabalho e Emprego disse esperar que o ano feche com um acréscimo entre 1,85 milhão e 1,95 milhão de postos de trabalho, número que ultrapassaria o recorde de 2007, quando foram criados 1,617 milhão de empregos.

“Ao contrário da maioria dos economistas, acho que os efeitos mais graves dessa crise passarão até março”, afirmou o ministro. Lupi atribuiu sua crença ao efeito positivo que a posse de Barack Obama significará para a recessão que os Estados Unidos enfrentam há um ano.

Também contrariando economistas, inclusive do governo, ele disse que a economia brasileira crescerá, em 2009, mais do que os 4,5% previstos. “Eu sempre acerto”, completou.

O ministro acredita que, para o próximo ano, mesmo com a crise, será possível criar mais 1,5 milhão de postos de trabalho. Se a previsão for confirmada, terão sido criados no governo Lula, até o início de 2010, ano de eleições, mais de 11 milhões de empregos.






 



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