sábado, junho 28, 2008

Sinopse 28/06/2008 - Resumo dos Jornais - Agência Brasil - Radiobrás

 

SINOPSES - RESUMO DOS JORNAIS

 

28 de junho de 2008O Globo

Fome atinge maioria dos que têm Bolsa Família

Apesar de beneficiadas pelo Bolsa Família, 20,7% das famílias inscritas no programa ainda passam fome e 34,1% sofrem com a falta de comida em casa, segundo pesquisa divulgada ontem pelo Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas (Ibase). O levantamento, em que foram entrevistados cinco mil titulares do cartão em 229 municípios, traça o perfil de consumo dos beneficiados e revela que, após a alimentação (citada em 87% das respostas), o dinheiro é gasto com outras necessidades, como a compra de material escolar (46%), vestuário (37%) e remédios (22%). Para o governo, está provado que o dinheiro chega a quem mais precisa. A situação dessas pessoas, segundo o governo, poderia ser pior antes da criação do programa, que atinge 11,1 milhões de famílias. (págs. 1, e 3 4)

Petróleo não pára de subir: US$ 143

Um dia após superar a barreira dos US$ 140, o preço do barril de petróleo bateu novo recorde (US$ 143), ajudando a derrubar as bolsas nos EUA. No Brasil, a ministra Dilma Rousseff defendeu mudanças na regra para royalties do pré-sal. (págs. 1, 30 e Miriam Leitão)

PF intima ex-presidente do Supremo

O ex-presidente do Supremo e do TSE Carlos Velloso prestou depoimento ontem à Polícia Federal em investigação sobre fraudes em municípios. Ouvido como testemunha, Velloso criticou os termos da intimação, sob pena de ação coercitiva. (págs. 1 e 9)

BC estrangeiro poderá investir em reais

Em termos de dólar desvalorizado, o governo brasileiro autorizou empresas e pessoas físicas no exterior a fazer pagamentos diretamente em reais no Brasil. Até banco central estrangeiro poderá comprar a moeda para suas reservas. (págs. 1, 29 e 33)

Aeroporto e Rio-Santos ganham obras

A Infraero anunciou que as obras no Aeroporto Tom Jobim, abandonadas há dez anos, serão retomadas a um custo de R$ 400 milhões. O Dnit também dará inicio à duplicação da Rio-Santos, entre Seropédica e Angra. (págs. 1, 19 e 21)

Sem medo

Marta Suplicy cumprimenta Paulinho, investigado no Conselho de Ética, ao lado de Aldo Rebelo e Mercadante, na festa da aliança com PcdoB e PDT. (págs. 1 e 8)

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Folha de S. Paulo

Inflação do aluguel sobe 13% em 1 ano

O IGP-M (Índice Geral de Preços - Mercado) utilizado para reajustar aluguéis e tarifas de energia, alcançou 13,44% nos últimos 12 meses, disse a FGV (Fundação Getúlio Vargas). É o mais alto desde outubro de 2003. Em junho, o índice foi de 1,98%, o maior desde fevereiro de 2003. No acumulado do ano, o IGP-M está em 6,82%. O IPA (Índice de Preços por Atacado) responde por 60% do índice geral. Os preços do atacado estão sendo pressionados pelos produtos agropecuários, com aumento de 3,35% em junho. Em casos como o do feijão, que em um ano subiu 150% no atacado, a alta tem sido repassada ao varejo. Empresas e consumidores com dívidas e custos atrelados ao IGP-M querem trocar de indexador. (págs 1, B13 e B16)

Bolsa Família não faz sair da pobreza, dizem beneficiários

Pesquisa coordenada pelo Ibase (Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas) com beneficiários do Bolsa Família revela que o programa os ajuda a comprar comida, mas não a superar a pobreza e reduzir a dependência dessa verba. Segundo o estudo, só 16% dos titulares do benefício disseram que ele os ajudou a ingressar em programas de geração de renda. (págs. 1, A4 e A6)

Demanda dos emergentes é que puxa alta do petróleo

Assim como o petróleo, o minério de ferro disparou em 2007. Isso sugere que a demanda dos emergentes, e não a especulação, é o real motivo da alta das matérias primas. Regular mais firmeza os mercados futuros não seria má idéia, mas não trará de volta os velhos dias do petróelo barato. (págs. 1 e B4)

Editoriais

Leia "Buraco verde", sobre o cadastramento de terras na Amazônia e "Pedágios em São Paulo" acerca de estradas. (págs 1 e A2)

Caminhoneiro infrator pode perder carteira em 1 dia em SP

A Prefeitura de São Paulo anunciou um plano de fiscalização do tráfego de caminhões que prevê até 16 autuações aos motoristas infratores em um único dia, o que acarretaria perda da carteira e multa de R$1.362. As novas regras que incluem rodízio especaial para caminhões pequenos, vigoram a partir de segunda. O prefeito Gilberto Kassab diz que as medidas "vierma para ficar". Especialistas questionam eficácia. (págs. 1 e C2)

Uribe quer referendo para repetir pleito que o reelegeu

Anúncio foi feito após Corte Suprema da Colômbia questionar emenda que permitiu reeleição; para oposição, objetivo é criar ditadura populista. (págs. 1 e A18)

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O Estado de S. Paulo

Preços da construção pressionam a inflação

A inflação voltou a dar um salto neste mês, com alta dos preços, tanto do material quanto da mão-de-obra da construção. O Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M), apurado pela Fundação Getúlio Vargas, atingiu em junho 1,98%, a maior marca desde fevereiro de 2003. Nos últimos 12 meses, acumula elevação de 13,44%. Os preços dos alimentos continuam a subir no atacado e no varejo. "Não sei quando isso vai acabar", disse o coordenador de Análises Econômicas da FGV, Salomão Quadros. A situação é preocupante porque o IGP-M serve de parâmetros para o reajuste de tarifas públicas como o pedágio das estradas e a conta de energia-elétrica. É o índice mais usado também para corrigir o valor dos aluguéis e o preço de serviços como a TV por assinatura.(págs. a, B1 e B4)

Notas e Informações: O Ipea às ordens de governo

Adotada com as agências reguladoras, a tática do presidente Lula de arrear as instituições do Estado para subordiná-las aos interesses do governo está sendo usada agora pelo Ipea. (págs. 1 e A3)

Acordo eleva número de vôos entre EUA e Brasil

Estados Unidos e Brasil fecharam acordo que permite aumentar em 50% o número de vôos entre os dois países. Qualquer empresa brasileira poderá voar para os EUA e vice-versa - o máximo até aqui era de quatro empresas de cada país. (págs 1 e B22)

Artigo: Paulo Ghiraldelli Jr.

Know-how no morro: Pedir calma aos soldados no morro é completa alienação. (págs. 1 e A2)

Marta fecha aliança e defende Paulinho

A ex-ministra Marta Suplicy oficializou ontem a aliança com os partidos do "bloquinho de esquerda" e defendeu o deputado Paulo Pereira da Silva (PDT), acusado de integrar esquema de desvios de recursos de BNDES. (págs. 1 e A4)

MP quer vetar porto de Eike Batista em Peruíbe

O Ministério Público move ação contra a LLX, empresa de Eike Batista que quer construir um porto em Peruíbe (SP). Os procuradores alegam que houve irregularidades na obtenção da posse da área. (págs. 1 e B17)

Imprensa: Cremesp pediu veto antes da entrevista

Conselho nem esperou repórter chegar para recorrer à Justiça. (págs. 1 e A6)

Uribe propõe plebiscito que pode ampliar seu mandato

O presidente colombiano, Álvaro Uribe quer convocar um referendo para que a população decida se deve ser refeita ou não a eleição presidencial de 2006, em que foi reeleito. Analistas avaliam que, como Uribe tem 80% de aprovação, seria eleito pela terceira vez e permaneceria mais tempo ainda no poder. A Suprema Corte mandou investigar as circunstâncias em que a possibilidade de reeleição foi aprovada. (págs. 1 e A25)

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Jornal do Brasil

Índice que reajusta aluguel sobe 13,44%

O Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M), usado especialmente em reajustes de aluguel, registra uma alta acumulada de 13,44% nos últimos 12 meses, enquanto a inflação no ano chegou a 6,82%. O aumento pode ser aplicado nos contratos que vencem em julho. Foi a maior elevação registrada em cinco anos, segundo a Fundação Getúlio Vargas. Analista do mercado defende negociação dos aluguéis. O proprietário tem de reconsiderar, e o inquilino, refazer o contrato, afirma Rodolpho Vasconcellos. (Págs. 1 e Economia A17)

Reservas do país chegam a US$ 200 bi

As reservas internacionais do Brasil atingiram a marca histórica de US$ 200,2 bilhões. Os ativos em moeda estrangeira - um dos maiores do mundo - tornam o país mais resistente às turbulências externas. Alguns economistas, no entanto, criticam o elevado custo que o país paga com esta operação. (Págs. 1 e Economia A17)

Providência: tenente se contradiz

A situação do tenente do Exército acusado de entregar três jovens do Morro da Providência a traficantes se complicou com a realização de uma acareação ontem. Ficou claro que o militar e seus colegas, como moram em áreas violentas, sabiam o que ocorreria com os presos. (Págs. 1 e Cidade A13)

Bandeira do arco-íris

A Embaixada Britânica em Brasília hasteou, ao lado da bandeira nacional, uma outra em apoio ao movimento contra a violência sobre homossexuais.(Págs. 1 e País A5)

Vacinas são o futuro contra o câncer

Os tratamentos mais promissores para os tumores que atingem as mulheres são os baseados em vacinas e em terapias voltadas para partes específicas das células, afirmam especialistas reunidos em São Paulo e no Rio. Espera-se promover, no futuro, imunizações generalizadas contra o câncer. (Págs. 1 e Vida, Saúde & Ciência A24)

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Correio Braziliense

PF apura morte de Jaiya

Depois de relutarem durante todo o dia, as autoridades decidiram ontem no fim da tarde que a Polícia Federal tomará a frente da investigação a respeito da morte da índia Jaiya Xavante, de 16 anos. A menina foi empalada dentro da Casa de Apoio à Saúde Indígena (Casai), uma repartição federal, e morreu em decorrência de infecção generalizada causada pela ruptura do baço, do estômago e do diafragma por objeto contundente.
A Polícia Civil do DF, que conduziu as apurações iniciais, recuou e já não prioriza a hipótese de estupro. Segundo o delegado Antônio Romeiro, da 2ª DP (Lago Norte), o crime foi cometido na madrugada da quarta-feira. Informações colhidas no local revelam que a pequena índia esteve acompanhada por familiares em todos os momentos daquele dia. (Págs. 1, 29 a 31)

Lula, Chávez e a retórica do petróleo

Presidentes fracassam na tentativa de estabelecer parceria para construir uma refinaria em Pernambuco, como relata Daniel Pereira, enviado especial do Correio a Caracas. Impasse contradiz o discurso dos presidentes de que o petróleo é fator de integração na América Latina. (Págs. 1 e 18)

Um golpe no meio do caminho

Dona de contrato de R$ 5,5 milhões em obras do PAC, empresa do filho de ex-figurão do Ministério das Cidades já falhou ao tentar erguer uma calçada. (Págs. 1 e 2)

União faz nova oferta a servidores

O governo apresentou nova proposta aos servidores do Tesouro Nacional e da Controladoria- Geral da União. A rodada de negociação inclui uma equiparação de até 95% aos salários pagos pela Receita Federal e Banco Central. Categorias fazem assembléia na segunda-feira.(Págs. 1 e 21)

IGP-M tem a maior alta desde 2003

O índice utilizado para o reajuste de aluguéis registrou uma alta de 1,98% em junho, segundo a Fundação Getúlio Vargas. É o maior percentual desde 2003. Nos últimos 12 meses, o IGP-M acumula 13,4%. Alimentos e produtos agrícolas continuarão a pressionar a inflação. (Págs. 1 e 20)

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Valor Econômico

Ministro quer nova estatal e partilha para o petróleo

O ministro das Minas e Energia, Edison Lobão, pretende sugerir ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva a criação de uma nova empresa estatal para administrar as gigantescas reservas petrolíferas da camada pré-sal, recentemente descobertas. Responsável pela elaboração de um novo modelo de exploração de petróleo, lobão deverá apresentar em até 60 dias a conclusão dos estudos feitos pelo ministério. Após analisar as sugestões feitas nas últimas semanas, ele acredita que a melhor solução é adotar o regime de partilha da produção que exige mudanças na atual lei do Petróleo. “Seria uma empresa 100% da União 100% do povo brasileiro”, define Lobão. Nos países que adotam esse modelo, a estatal tem a tarefa de ditar o ritmo de produção e supervisionar a exploração dos campos. Não seria uma empresa para perfurar poços e extrair óleo do pré-sal – para isso ela contrataria a Petrobras e outras petroleiras como prestadoras de serviço. Para o ministro, é uma função que não pode caber à Petrobras “Não dá. Mais de 40% da Petrobras está em mãos privadas”, argumenta. “Ninguém vai tirar a propriedade daqueles que compraram suas ações. Mas o patrimônio que está embaixo da terra é de todos os brasileiros”.
Lobão rejeita, a princípio, a solução defendida pala Agência Nacional do Petróleo (ANP) e pelo Instituto Brasileiro de Petróleo, que reúne as grandes empresas do setor, que pedem um decreto presidencial para aumentar a tributação atual sem mudança no modelo de concessão. Hoje, as participações especiais – cobrados em campos de alta produtividade – têm limite de 40%. “Esses 40%, 60% ou 80% podem ser mínimos insuficientes. Ou podem acabar se revelando exagerados mais adiante. Então é melhor que se retenham logo os recursos em um órgão do Estado.” Assinala. O ministro ressalta que ainda não há uma decisão que os contratos existentes serão preservados. Em entrevista ao Valor, Lobão defendeu também o aumento da tributação sobre a produção de minérios, prometeu reformas na legislação do setor e acenou com a abertura da operação de usinas nucleares ao setor privado em parceria com a Eletrobrás. (págs. 1 e A4)

Brasil de Lula atrai nova geração de brasilianistas

Uma nova geração de brasilianistas surge nas universidades americanas em busca de análises do Brasil contemporâneo: uma nação governada por um ex-sindicalista que chama a atenção internacional pela força na produção de commodities, biocombustíveis e até aviões. De acordo com James Green ex-presidente da Associação de Estudos Brasileiros, houve aumento de 20% no número de professores sobre o Brasil nas universidades dos EUA nos últimos cinco anos. O total de especialistas no país, segundo ele, já chega a 800. “A curiosidade sobre o Brasil aumentou muito nos últimos anos”, afirmou Bryan McCann, diretor do Centro de Estudos Brasileiros da Universidade de Georgetown, em Washington. Neste ano, a universidade inaugurou um curso de história brasileira ministrado em português. As vagas foram preenchidas por 18 estudantes americanos de pós-graduação. “Há 20 anos eles ainda tinham a imagem do Brasil exótico, do samba e do carnaval. Hoje a visão é de uma potência”, diz Todd Diacon, brasilianista da Universidade de Tenesse. (Págs. 1 e Eu & Fim de Semana)

Dívida estadual teve subsídios de R$106 bi

O Tesouro já concedeu R$106 bilhões em subsídios na renegociação das dívidas dos Estados Unidos, que completa dez anos amanhã. O estoque de uma dívida inicial de R$100,4 bilhões está hoje em R$486 bilhões. Se atendida a reivindicação de vários governadores para mudar o indexador da dívida do IGP-DI para o IPCA esse estoque cairia para a casa dos R$295 bilhões e o subsídio seria bem maior. Para a grande maioria dos Estados, o quadro que era falimentar mudou bastante. A receita total dos 27 Estados aumentou de 11,2% para 13% do Produto Interno Bruto (PIB). Do lado das despesas, o corte pesou mais nas contas de investimentos, que caíram de 2,2% para 0,9% do PIB. Mas a conta de custeio saltou de 1,16% para 6,1% do PIB. (págs. 1 e B12)

Negócios em paraísos fiscais pagarão mais IR

O governo ampliou o conceito de paraíso fiscal e alterou as regras de preço de transferência, decisões que vão aumentar a tributação e afetar significativamente as empresas que usam estruturas societárias em Delaware (EUA) e no Uruguai para fazer planejamento tributário. A mudança foi incluída na lei de conversão da Medida Provisória no. 413, editada nesta semana, e entra em vigor em 2009. Não apenas países poderão ser considerados paraísos fiscais, mas também regimes fiscais privilegiados. Isso significa, segundo fontes da Receita Federal, que alguns países como Filipinas e Panamá devem deixar a lista negra do Fisco. Somente as operações realizadas com esses países incluam regimes fiscais privilegiados é que continuam sendo tributadas em 25% de Imposto de renda. Por outro lado, passam a fazer parte da lista de operações realizadas com Delaware, Uruguai e alguns países do Leste Europeu. As companhias brasileiras, ao negociarem com empresas estrangeiras que se enquadrem em regimes diferenciados, terão de seguir as regras de preço de transferência mesmo que não sejam coligadas. A nova regra não afetará os investidores, estrangeiros que aplicam via Fundo de Investimento de Participação (FIP). A Receita informou que a lei ainda necessita de regulamentação. (págs. 1 e A3)

CVM inicia investigação da Agrenco

A Agrenco já está sob investigação da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), que irá averiguar os balanços entregues pela empresa e o material utilizado para a abertura de capital em outubro de 2007. A decisão está relacionada à prisão de três dos acionistas controladores da Agrenco pela Polícia Federal. Eles são suspeitos de desvio de recursos, fraudes contábeis e sonegação de impostos, entre outros crimes. Como a Agrenco Limited é uma companhia estrangeira com sede nas Bermudas, a CVM utilizará de memorando de entendimento e de convênio já firmados com o órgão regulador daquele país. A autarquia também vai avaliar se não haverá necessidade de uma oferta pública de aquisição de ações caso a Louis Dreyfus assuma o controle da Agrenco. (págs. 1 e D3)

Mercado de trabalho

A taxa de desemprego medida pelo IBGE nas seis principais regiões metropolitanas do país caiu para 7,9% da população economicamente ativa em maio. É o menor percentual já registrado para o mês e o segundo menor da série histórica inicada em 2002.(págs. 1 e A7)

Papel resiste à era digital

Ao contrário do que se acreditava há alguns anos, a popularização do computador não reduziu o uso do papel. Pelo contrário: em cinco anos o consumo cresceu 24% no Brasil. (págs. 1 e B4)

Idéias: Michael Reid

Perigo de se ignorar a inflação é uma lição que não precisa ser novamente ensinada à AL. (págs. 1 e A13)

Idéias: John Kay

Mercado não é tão suscetível a manipulação como desejariam os assessores de comunicãção. (págs. 1 e A13)

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Gazeta Mercantil

Petróleo bate novo recorde e se aproxima dos US$ 140

O petróleo bateu novo recorde ontem, impulsionado pela possibilidade de a Líbia cortar sua oferta e pela previsão da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) de que o barril atingirá US$ 170 em breve. O WTI fechou em alta de US$ 5,09, a US$ 139,64, superando o preço histórico anterior de US$ 138,54. Em Londres, o Brent subiu para US$ 139,83, também recorde. O petróleo é alvo de preocupação entre analistas e instituições financeiras. “O barril a US$ 200 (como prevêem alguns) quebraria a espinha dorsal da economia mundial”, diz Adam Sieminski, economista chefe de energia do Deutsche Bank. Mas a valorização encoraja petrolíferas a se aventurar pelas mais difíceis áreas exploratórias, como os campos na camada pré-sal. “A alta é importante sobretudo para o Brasil, que tem jazidas promissoras, mas com custos de exploração bem altos”, diz o professor José Hage, mostra o suplemento especial que circula nesta edição. Em entrevista à Gazeta Mercantil, Gabrielli,presidente da Petrobras, diz que o pré-sal coloca o País na fronteira tecnológica mundial. (págs 1 e C8)

Desemprego

Taxa cai a 7,9%, a 2ª- menor desde 2002 (págs. 1 e A4)

STF discute a importação de carcaça de pneus

O governo tenta hoje convencer o Supremo Tribunal Federal (STF) a proibir a importação de carcaças de pneus, que são usadas por empresas nacionais como matéria-prima mais barata para fabricação de pneus reformados. Fará isso na audiência pública convocada pela ministra Cármen Lúcia. Trata-se do segundo evento desse tipo organizado pelo STF. O primeiro, em abril do ano passado, foi a audiência pública para discutir a liberação do uso de células-tronco embrionárias em pesquisas científicas. A sessão para julgar o caso não foi agendada. O Executivo tenta no STF derrubar liminares que permitem a importação de carcaça de pneus e assim manter a vitória obtida na Organização Mundial do Comércio (OMC) contra a União Européia, que quer vender pneus reformados ao Brasil. Para a OMC, a compra de carcaças é uma medida que prejudica a concorrência entre reformadores nacionais e estrangeiros. (págs. 1 e A8)

Primeiro Plano: Ipea sob controle

A Presidência da República determinou ao Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) suspender divulgação trimestral de projeções econômicas. Estimativas de inflação, só no início do ano e “quando conveniente”. (págs. 1 e A5)

Primeiro Plano: Cenário externo derruba bolsas

A disparada do barril de petróleo e as más notícias do setor bancário derrubaram as bolsas nos EUA e no Brasil. A Bovespa caiu 2,89%, para 63.946 pontos, devolvendo os ganhos de quarta-feira. (págs. 1, B2 E B3)

Primeiro Plano: Anheuser diz não à Invev

A Anheuser-Busch rejeitou a oferta de compra da InBev, por considerar que subestima seus ativos, disse Patrick Stokes, presidente do conselho administrativo. (págs. 1 e C4)

Opinião: Roberto Rodrigues

O setor sucroalcooleiro precisa de políticas públicas sem subsídios ou barreiras a terceiros, mas que sustentem os preços do açúcar e reequilibrem
a cadeia produtiva. (págs. 1 e A3)

Fim de Semana: 1968, nunca houve ano como aquele

Três sextas-feiras trágicas anunciaram que 1968 entraria para a História como um ano difícil para o Brasil. Na primeira, em março, foi morto o estudante Edson Luiz de Lima e Souto. Em junho, a forte repressão às manifestações estudantis marcou a “Sexta-Feira Sangrenta”. Por fim, na sexta-feira 13 de dezembro, seria decretado o AI-5. Em edição especial, o caderno Fim de Semana relembra acontecimentos que mudaram não só a vida política do País, mas também o comportamento de quem viveu aquele período, como lembra em texto exclusivo a atriz Maria Lúcia Dahl.(pág 1)

Cesar Giobbi: O veneno que respira São Paulo

Há estudos do Laboratório de Poluição Atmosférica da Faculdade de Medicina da
USP que atestam que ao menos 3 mil pessoas morrem ao ano por inalarem o poluído
ar de São Paulo, diz Carlos Alberto Maluf Sanseverino, presidente da Comissão
de Meio Ambiente da OAB. (págs. 1, C10 E C11)

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Jornal do Commercio

Álcool mais caro (pág. 1)

Siderúrgica reflete situação atual do Estado (pág. 1)

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Radiobrás: clipping

 

 

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