Casos bizarros, soluções originais
* Prisões por nudismo na Internet
A China prendeu, no fim-de-semana, mais duas pessoas por postarem, na Internet, fotos de artistas pop de Hong Kong nus. Os dois homens foram condenados a cinco dias de prisão por espalhar pelo menos dez fotos do cantor e ator Edison Chen na cama com celebridades femininas, um escândalo que causou furor na imprensa em Hong Kong e uma febre de downloads das fotos. Os jovens foram presos depois de um post exibindo as fotos ter atraído mais de 100 mil internautas.
Outras onze pessoas já foram detidas no país por terem vendido as fotos ou as publicado na Internet. Cerca de 1,3 mil fotos privadas de celebridades tinham sido furtadas por funcionários de uma loja de assistência técnica. Elas estavam em um laptop deixado para conserto. A China proíbe a produção e distribuição de "produtos pornográficos mesmo sem o propósito de lucro".
* Suspensão de estudantes
A direção de uma escola em Nova Jersey, nos Estados Unidos, puniu 29 estudantes com dois dias de suspensão após eles pagarem os lanches na hora do intervalo com moedas de um centavo de dólar. Cada sanduíche custava US$ 2 (quase R$ 3,50). O ato, porém, foi visto como uma travessura, porque a idéia dos alunos foi uma medida para protestar contra o curto tempo que têm de intervalo.
Formalmente, a punição aconteceu "porque eles atrasaram na hora de voltar às salas de aula e também porque teriam desrespeitado os funcionários da lanchonete". A direção da escola afirmou ainda que quer os alunos saibam que todos podem expressar sua opinião, mas sem atrapalhar a vida dos outros.
* Cocaína no sutiã da vovó
Uma senhora de 62 anos foi presa na Flórida depois que a polícia descobriu que ela estava escondendo cocaína em seu sutiã enquanto um local suspeito era revistado. Ela foi presa junto com oito pessoas, muitas das quais eram seus netos. Henrietta Corvin Daise teve que pagar uma fiança de US$ 7.500 (cerca de R$ 13 mil) para ser solta.
A polícia disse ter encontrado a cocaína e 20 pedras de crack, maconha e US$ 1 mil na casa dela depois de revistar o local com base de um mandado de busca.
Os outros suspeitos presos com Daise vão responder por posse e intenção de vender cocaína, além de violação de condicional e posse de maconha.
* Prostituta no local do trabalho, não!
Um juiz de Des Moines, no Estado de Iowa (EUA) não aceitou a alegação de um homem de que ele não deveria ter sido demitido por pedir repetidamente ajuda para conseguir uma prostituta no seu local de trabalho. Neil Jorgensen, 62 anos, de Kalona, trabalhava em um cassino de Riverside e recebeu uma noite grátis no hotel do cassino como prêmio para marcar o seu primeiro aniversário como funcionário do estabelecimento. Depois de beber e comer no restaurante do local, ele retornou ao seu quarto por volta da meia-noite e ligou para a recepção pedindo que os funcionários do hotel lhe arranjassem uma prostituta.
Após ter o pedido negado, ele telefonou para o hotel ao lado e fez a mesma solicitação. "O anúncio diz que esse lugar é exatamente igual a Las Vegas, então eu pensei que estava em Las Vegas", justificou Jorgensen às autoridades. Funcionários do hotel foram mandados até o quarto do homem para pedir que ele parasse de pedir prostitutas. Quando chegaram até o quarto, Jorgensen abriu a porta completamente nu. Isso levou o diretor de recursos humanos da empresa a demitir o funcionário no dia seguinte.
* Para faltar ao trabalho
Um americano de 21 anos pediu a seu amigo que atirasse nele para que pudesse faltar ao trabalho. Daniel Kuch, de Pasco, no Estado de Washington (EUA), levou um tiro no ombro para se ausentar do trabalho e evitar passar por um teste de drogas. No início, Kuch relatou à polícia que havia sido vítima de um tiroteio, mas, sua história começou a ser desvendada quando os agentes foram até o centro médico onde ele foi atendido.
De acordo com os detetives, posteriormente Kuch admitiu que pediu para que o amigo atirasse nele. O americano responde agora por contar uma história falsa, enquanto seu amigo foi preso por imprudência. A polícia não informou se Kuch continua empregado ou foi demitido após a mentira.
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