Pena perpétua
31/03/2008 às 11h15min Paulo Gustavo advogados
O advogado Quintino Cunha visitava a cadeia, em companhia do então governador do Ceará, Benjamin Liberato Barroso (1914-1916), quando um detento lhe pediu socorro jurídico:
– Doutor, fui condenado a quatro anos de prisão porque deflorei uma donzela. Ainda tenho dois anos para cumprir, mas estou disposto a casar se me perdoarem o restante da pena.
Quintino olhou com piedade para o jovem rapaz e respondeu:
– Quer um conselho de amigo? Cumpra o resto da pena!
(Do livro “Anedotas do Quintino”, de Plautus Cunha. Colaboração de Sávia Gonçalves, de Brasília/DF)
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